As ranhuras do carvalho ancestral parecem runas sob a ponta dos meus dedos. Musgo aveludado, úmido do orvalho eterno, estofa a entrada para o santuário interior. Atrás de mim, sua respiração — um leve subir e descer que faz cócegas na minha pele. A vigilância dela pesa como um fardo sobre meus ombros. Sinto os pelos da minha nuca se arrepiarem, como se a própria floresta soubesse o que está prestes a acontecer. Meu pau já começa a se mexer dentro da calça, uma primeira pulsação que me diz que meu corpo está pronto.

“Você está pronta para o pacto, Elara?”, pergunto sem me virar. Minha voz ecoa oca entre as colunas retorcidas, como guardiões petrificados. Viro a cabeça levemente para captar sua reação.
“Estou pronta, Kael.” A resposta dela é firme, mas um leve tremor a acompanha — não medo, mas antecipação. Ela conhece o significado: não apenas a aliança dos povos, mas algo mais ancestral, que só pode ser selado através da pele e do sangue. Vejo seu peito subir e descer sob o top justo, e imagino seus mamilos duros se pressionando contra o tecido.
Lentamente, me viro. Elara está na luz azul e violeta dos cogumelos brilhantes que iluminam as paredes. Seu cabelo ruivo-dourado cai solto, seus olhos verdes brilham na penumbra. Uma saia de linho simples até os joelhos, um top justo que expõe seus braços e ombros musculosos. Pele cor de bronze, salpicada de cicatrizes finas de inúmeras batalhas. Sua pulsação lateja no pescoço, e posso ver seus mamilos se marcando sob o tecido, duros e prontos. Meu pau fica mais duro, pressionando o tecido da minha calça.
“Então vamos começar.” Aproximo-me. Resina, terra úmida, o cheiro dela — sal, couro e uma nota doce que lembra tomilho selvagem. Minha mão se levanta, pousa em sua bochecha. Ela não recua. Seu calor flui para minha palma. Posso sentir o leve suor em sua pele quando passo meu polegar sobre seus lábios.
“Preciso tocar você”, sussurro. “Por toda parte. O pacto exige que nos conheçamos sem barreiras.” Minha voz está rouca de desejo. Já posso sentir o gosto da pele dela na minha língua.
Ela acena uma vez. “Faça o que for preciso.” Sua voz é firme, mas ouço o leve tremor — a antecipação que já está deixando sua boceta molhada.
Minha outra mão encontra a barra do top dela. Lentamente, puxo para cima; ela levanta os braços. O top desliza sobre sua cabeça. Seus peitos são firmes, os mamilos escuros se eriçam sob meu olhar. São cheios e pesados, exatamente como imaginei. Abaixo meus lábios até o ombro dela, provando o suor salgado. Ela cheira a batalha e vida. A ponta da minha língua traça a linha de sua clavícula, enquanto minha mão envolve seu seio. A curva preenche minha palma perfeitamente, sua carne é quente e macia.
“Kael”, ela suspira, e seu corpo relaxa um pouco sob meus lábios. Ela se pressiona contra minha mão, pedindo mais.
Meus lábios viajam por seu pescoço, sugando suavemente o ponto pulsante onde seu coração bate mais forte. Um gemido baixo escapa dela, um som que vai direto para meu pau. As mãos dela encontram minha nuca, puxando-me para mais perto. Seus dedos são ásperos de calos, mas o toque é delicado. Um puxão quente na minha virilha — o desejo de continuar fica quase insuportável.
A Desnudação
Soluço a amarração de sua saia, ela cai no chão. Nua, ela está diante de mim, sem hesitação na postura. Pernas fortes, quadris estreitos, a penugem escura entre suas coxas molhada de expectativa — sua boceta já está encharcada, os lábios brilhando na penumbra. Posso sentir o cheiro dela, almiscarado e doce, e minha boca fica salivando. Dou um passo para trás e tiro minhas próprias roupas: túnica, calça, o linho em volta da cintura. Meu pau salta livre, duro e ereto, a glande brilhando. Os olhos dela deslizam pelo meu corpo, um sorriso brinca em seus lábios quando vê meu pau duro.
“Você carrega suas cicatrizes com orgulho”, ela diz, mas seu olhar fica preso no meu pau. Vejo ela lamber os lábios levemente.
“Como você carrega as suas. Elas são os mapas das nossas batalhas.” Aproximo-me, meu pau quase encostando em sua barriga. “Mas agora vamos desenhar novos mapas.”
Ficamos de frente um para o outro, nus, a apenas um suspiro de distância. O ar vibra, como se a própria floresta participasse do ritual. Minha mão se estende, pousa em seu seio. A curva suave preenche minha palma, meu polegar acaricia a ponta dura. Ela fecha os olhos, sua cabeça cai ligeiramente para trás. Aperto o mamilo levemente entre polegar e indicador, e ela geme baixinho.
“É bom”, murmura. As mãos dela viajam pela minha barriga, mais para baixo, até envolverem meu pau. O aperto é firme, mas suave, e ela começa a massagear lentamente.
Inclino-me e pego o mamilo dela entre os lábios. Tem gosto de terra e doçura. Suco suavemente, ela pressiona minha cabeça com mais força contra si. Sua mão desliza em meu cabelo, cravando-se nele. Mudo para o outro seio, dedicando-lhe a mesma atenção, enquanto minha mão desliza sobre sua barriga, viaja mais para baixo, através da penugem úmida, até alcançar a fenda molhada entre suas pernas.
Quando sinto o primeiro hálito úmido entre suas pernas, ela treme. Passo os dedos pela fenda molhada, os lábios estão escorregadios e inchados. Recolho sua umidade na ponta dos meus dedos, a boceta está tão molhada que escorre pelos meus dedos. O cheiro é intenso, almíscar e floresta, o aroma do seu desejo. Levo os dedos à boca, provo-a. O sabor é terroso, selvagem, uma promessa — salgado e doce ao mesmo tempo.
“Você tem gosto de chuva no verão, de terra depois da tempestade”, digo rouco. “Quero mais.”
Ela ri baixinho. “E você fala demais.” A mão dela envolve meu pau com mais força, guiando a glande até sua boceta. Ela esfrega a ponta na sua fenda molhada, e sinto o calor que emana dela. “Quero sentir você dentro de mim agora.”
Ela me empurra para trás contra uma saliência de rocha coberta de musgo, que se projeta da parede como um banco natural. Deixo-me cair, sento no musgo fresco, enquanto ela se ajoelha diante de mim. Minhas pernas estão abertas, meu pau ereto e duro se projetando de mim. As mãos dela envolvem meus quadris, puxam-me para a borda. Já estou duro, a tensão quase insuportável, a glande brilhando úmida do suco dela. Ela se inclina, sua respiração roça a ponta da minha ereção, e eu tremo.
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