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O Pacto da Elfa

Contos de Fantástico · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de resina queimada ainda pairava pesado no ar, acre e adocicado, quando abri a porta do aposento da torre. Minha mestra, a elfa Lyara, estava de costas para mim junto à janela, seus cabelos prateados caíam soltos sobre os ombros nus – uma cortina de luz lunar. A lua cheia derramava uma luz fria e implacável sobre a cidade das mil torres, fazendo os telhados de obsidiana polida brilharem como os olhos de uma fera na escuridão. Daqui de cima, em seus aposentos privados, o mundo lá fora não passava de uma sombra. O cheiro de resina, de incenso, de algo animal pairava no ar – cheirava a magia, a mistério, a algo proibido.

— Você é pontual, Kael — disse ela, sem se virar. Sua voz soava como um vento distante percorrendo florestas antigas – cheia de segredos, cheia de promessas. Mas nesta noite havia algo mais em sua voz, um peso, uma umidade que me fez prender a respiração. Ela usava um manto de seda preta que acariciava seu corpo esbelto, realçando cada curva, delineando cada linha. Fitei a linha de suas costas, a curva de sua bunda que se desenhava sob o tecido. Meu pau começou a pulsar, antes mesmo que eu soubesse o que iria acontecer.

Aproximei-me, meu coração batia mais rápido, um tamborilar selvagem em meu peito. Há três anos aprendia com ela os segredos para dominar os elementos, mas aquela noite era diferente. O pacto que selaríamos era uma aliança ancestral entre mestre e aluno – uma conexão mágica que uniria nossas almas para sempre, mais forte que qualquer voto, mais profunda que qualquer palavra. Eu havia me preparado, feito meditações, rituais de purificação. Mas nada me preparara para o que estava em seus olhos quando ela se virou.

— Você está pronto? — perguntou ela baixinho. Seus olhos, de um âmbar profundo, brilhavam à luz da lua como ouro líquido. Ela usava um manto de seda preta que acariciava seu corpo esbelto, realçando cada curva, delineando cada linha. — Você está pronto? — perguntou ela baixinho, e sua voz me fez arrepiar.

Assenti. Minha boca estava seca. Os preparativos haviam durado semanas. O círculo estava traçado, as velas acesas. Mas o que eu não sabia era que o pacto exigia mais do que apenas palavras e gestos. Muito mais.

A reviravolta inesperada

— Coloque sua mão sobre o cristal — ordenou ela, apontando para a grande pedra flutuante no centro da sala. Ela cintilava com uma luz azulada, pulsava como um coração. Obedeci, sentindo o frescor do quartzo sob meus dedos, uma leve vibração que subia pela minha mão até o braço. Lyara ficou atrás de mim – seus seios roçaram minhas costas, macios e quentes. — Feche os olhos e concentre-se no que você sente.

Senti sua proximidade, o sopro quente de sua respiração em minha orelha, o perfume de canela e resina. — Há um preço, Kael — sussurrou ela, seus lábios quase na minha pele. — O pacto exige uma entrega completa. Não apenas da mente – também do corpo.

Meu pulso disparou, uma fera selvagem em meu peito. — O que quer dizer? — perguntei roucamente, minha voz quase um arranhão. Senti meu pau endurecer dentro da calça enquanto ela estava tão perto, sua respiração quente em minha pele.

— Um ritual antigo — explicou ela, enquanto suas mãos deslizavam sobre meus ombros, suaves, mas exigentes. — A magia exige que nos conectemos no nível mais profundo. É o único caminho para completar o vínculo. Seus dedos cravaram-se levemente em meus ombros, uma promessa, uma ameaça. — Nossos corpos precisam se tornar um, Kael. Nossas almas precisam se misturar. Seu sêmen precisa fluir em mim enquanto a magia percorre nós dois.

Virei-me. Meu pau estava agora duro como pedra, pressionando contra o tecido da minha calça. O rosto dela estava próximo, seus lábios ligeiramente abertos, úmidos à luz da lua. Sua língua passou rapidamente pelo lábio inferior, e eu vi o desejo em seus olhos, cru e sem filtro. — Você quer…? — comecei, e parei.

— Sim — disse ela, e sua voz era firme, cheia de desejo. — Eu quero. Desde o dia em que você veio para o meu ensino, senti essa conexão – como um fio que nos puxa. Cada vez que você me olhava, cada vez que fazia seus exercícios, eu sentia a magia pulsar entre nós. A lua cheia nos dá a força para selá-la. Mas eu não quero você apenas por causa da magia. Eu quero seu corpo, Kael. Eu quero sentir seu pau dentro de mim.

O primeiro toque

Não hesitei mais. Minha mão encontrou sua bochecha, a pele era aveludada e quente sob meus dedos. Lyara fechou os olhos e se inclinou em meu toque, um leve suspiro escapou de seus lábios. Então a beijei. Sua boca era macia, exigente, abriu-se sob a minha. Sua língua encontrou a minha, e um formigamento eletrizante percorreu meu corpo – não apenas físico, mas também mágico. Senti a energia fluir entre nós, como uma corrente invisível que nos conectava, fechando nossos corpos em um circuito de prazer e poder. Era como se cada toque fosse mil vezes mais intenso, como se a magia fluísse por nossas veias, misturando-se ao nosso desejo.

Ela se desvencilhou de mim, seus olhos brilhantes, úmidos de excitação. — Tire a roupa — ordenou suavemente, mas sua voz não admitia contestação. Obedeci imediatamente, arranquei minha camisa pela cabeça, deixei-a cair descuidadamente no chão. Minha calça seguiu, e meu pau saltou livre, duro e pulsante, a glande brilhava úmida à luz da lua. Lyara fitou-o, sua respiração prendeu, e ela lambeu os lábios. — Sim — sussurrou ela —, foi assim que o imaginei.

Eu a fitei enquanto ela deixava cair seu manto. A seda preta deslizou sobre seus ombros, revelando seus seios firmes, que se delineavam à luz da lua, os mamilos duros e eriçados. O tecido caiu mais, sobre sua cintura fina, a curva suave de seus quadris, até que ficou no chão. Nua, ela estava diante de mim, e eu podia ver seu corpo em toda a sua glória – as pernas longas e esguias, o ventre liso, a fenda escura e úmida entre suas coxas, que brilhava à luz da lua. Seus pelos pubianos eram claros, quase prateados, e eu podia ver o quanto ela já estava molhada, como sua fenda brilhava.

— Venha até mim — disse ela, estendendo a mão, um convite, uma ordem. Aproximei-me, sentindo o calor de seu corpo, o calor que emanava dela, como se ela queimasse por dentro. Ela colocou as mãos em meu peito, deixou-as deslizar lentamente para baixo, sobre meu ventre, até minha ereção. Seus dedos envolveram meu pau, suaves, mas firmes, e eu gemi alto. O toque

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