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Trem Noturno da Promessa

Contos de Fantástico · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Eu estava sentado em nosso compartimento do trem noturno, cercado pelo suave chacoalhar das rodas e pelo leve sopro do aquecedor, observando Lena tirar o casaco. Nos conhecíamos há anos, desde que nos encontramos em um restaurante em Viena, onde eu trabalhava como sommelier e ela como cozinheira. Desde então, nos tornamos amigos próximos, e nossas viagens juntos criaram uma espécie de laço familiar entre nós. Lena era uma das poucas pessoas com quem eu conseguia relaxar completamente, e nossas conversas eram sempre marcadas por uma intimidade profunda e uma atração sempre latente, mas nunca expressa.

Lena sentou-se ao meu lado e tirou os sapatos antes de colocar os pés no assento em frente. Seus movimentos eram tão familiares, tão parte de mim, que eu me perguntava como poderia viver sem ela. Compartilhamos uma garrafa de vinho que eu havia escolhido cuidadosamente para começar a noite. O vinho fluía como uma corrente suave e quente através de nossa conversa, e falávamos sobre tudo e nada, nossas palavras dançando em torno do verdadeiro cerne de nossa teia relacional. Era como se ambos soubéssemos que algo fervia entre nós, algo que só esperava para vir à tona.

A viagem de trem noturno era o cenário perfeito para nossas conversas, já que o mundo lá fora estava na escuridão e nós existíamos em nossa própria bolha. Eu observava Lena rir, seus olhos soltando faíscas, e me sentia magicamente atraído por ela. Era como se o mundo inteiro parasse quando ela sorria, e eu não conseguia evitar me perder naquele movimento e no brilho de seus olhos. Contei a ela sobre meus sonhos, sobre os vinhos que ainda queria provar e os lugares que queria ver, e Lena ouvia como se cada palavra fosse uma pérola que ela colecionava.

Nossa conversa ficava cada vez mais intensa, nossas palavras sussurravam segredos que só nós entendíamos. O ar entre nós vibrava com uma tensão que eu nunca havia sentido tão claramente. Era como se a própria noite nos convidasse a explorar a verdade de nossos sentimentos. Lena se levantou para olhar pela janela, e eu a segui, meu corpo tão perto do dela que eu podia sentir o calor de sua pele. Olhamos para a escuridão lá fora, iluminada apenas pela luz da lua, e senti seu ombro tocar o meu. Foi um toque que mudou tudo.

Sem dizer uma palavra, Lena se virou, e nossos olhos se encontraram em um olhar que parecia uma promessa. Vi a atração, o afeto, o desejo em seus olhos, e soube que sentia o mesmo. Lentamente, como se o próprio tempo diminuísse, me aproximei dela, meu coração batendo como um tambor no peito. Nossos lábios se encontraram em um beijo suave e delicado que parou o mundo ao nosso redor. Era como se todo o trem parasse, e só nós existíssemos, naquele momento, naquele beijo.

O beijo se aprofundou, e minhas mãos percorreram automaticamente suas costas, sentindo o tecido fino de sua blusa e, por baixo, o calor de sua pele. Senti um leve tremor em seus braços, um pequeno estremecimento que me deixou ainda mais guloso. Meus dedos encontraram o fecho de sua blusa e, com um movimento hábil, o abri. Ela me ajudou a deslizar o tecido de seus ombros, e fiquei hipnotizado pela visão de seus seios nus sob a luz pálida da lua. Eles eram cheios e firmes, seus mamilos já duros e eretos, como pequenas bagas vermelho-escuras esperando para serem colhidas.

— Lena… — sussurrei, minha voz rouca de desejo. Inclinei-me e peguei um de seus mamilos na boca. Ele estava quente e tinha um leve gosto salgado, e quando chupei, Lena gemeu baixinho e pressionou minha cabeça com mais força contra seu peito. Brinquei com a língua ao redor da ponta dura, acariciando-a até que brilhasse de umidade, enquanto minha mão massageava o outro seio, amassando seu peito firme. Seus gemidos ficaram mais altos, misturando-se ao chacoalhar do trem, e senti seu corpo se arqueando em minha direção.

— Ah, sim… não para… — sussurrou ela, seus dedos se enterrando em meus cabelos, puxando-me ainda mais para perto. Soltei seu mamilo e mudei para o outro, enquanto minha mão descia por seu abdômen liso, alcançava a borda de sua saia e deslizava por baixo. Suas coxas eram sedosas, e quando senti o calor úmido entre suas pernas, prendi a respiração. Ela já estava tão molhada, tão pronta. Pressionei suavemente contra sua calcinha, sentindo o calor que emanava de sua boceta, e ela apertou as pernas para manter minha mão ali.

— Me fode… — ofegou ela de repente, seus olhos arregalados e escuros de desejo. — Eu te quero tanto… —

Essas palavras me atingiram como um golpe. Tirei a mão, levantei-a e puxei sua calcinha com um movimento rápido. Depois, agarrei-a pelos quadris e virei-a, pressionando-a contra a janela. O vidro estava frio, mas seu corpo estava quente, e senti o frio através de sua blusa fina. Pressionei meus quadris contra sua bunda, deixando-a sentir o quanto eu já estava duro. Meu pau pulsava dentro da calça, um desejo doloroso de fodê-la.

Abri minha calça, deixando-a cair no chão, e meu pau duro e brilhante saltou para fora. Era longo e grosso, a cabeça vermelho-escura e já úmida de excitação. Agarrei-o pela base e o guiei até sua fenda molhada. Senti seu calor antes mesmo de tocá-la, e quando passei a cabeça sobre seus lábios úmidos, ela gemeu alto e empurrou a bunda em minha direção.

— Sim, me fode… me fode com força… — implorou ela, sua voz rouca de luxúria.

Não me segurei mais. Com uma estocada forte, penetrei-a, deslizando fundo em sua boceta apertada e molhada. Ela era tão apertada, tão quente, tão perfeita. Uma onda de sua umidade envolveu meu eixo, e eu parei para saborear a sensação de possuí-la completamente. Lena gritou, um som abafado de prazer, quando me enterrei fundo nela.

— Ah… sim… tão fundo… — gemeu ela, com as mãos espalmadas contra o vidro frio, enquanto eu começava a me mover dentro dela. Primeiro devagar, estocadas profundas que a pressionavam contra a janela a cada investida. Senti seus músculos internos se contraírem em torno do meu pau, puxando-me para dentro. O chacoalhar do trem se tornou o ritmo de nossa união, um batida surda e constante que me impulsionava.

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