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Lembro-me do dia em que conheci Leonardo, em uma galeria em Barcelona, na abertura de uma exposição de arte moderna espanhola. Como tradutora de um renomado editor, estava lá para interpretar para os convidados e apresentar as obras dos artistas. Leonardo, um homem na casa dos 40 anos, com um olhar que enxergava mais fundo que a maioria, era um colecionador de obras de arte e livros. Sua presença na galeria era marcante, não só pela sua aparência, mas pela maneira como se movia, confiante e dominante. Não pude deixar de me sentir atraída por ele, mesmo sabendo que estava em um ambiente profissional e que a profissionalismo era necessário. Meu corpo reagiu imediatamente a ele – meus mamilos endureceram sob minha blusa, e senti a umidade subir entre minhas coxas. Tentei me concentrar, mas seu olhar não me soltava.
Leonardo se aproximou de mim enquanto eu estava diante de uma pintura que retratava a paisagem de Costa Brava. Ele começou a conversar comigo sobre a exposição, e fiquei surpresa com como era fácil falar com ele. Ele tinha uma paixão profunda por arte e literatura, e suas palavras eram como um vento quente que me envolvia. Quando a exposição terminou e os convidados começaram a se despedir, Leonardo me perguntou se eu o acompanharia para um drink. Hesitei por um momento, mas a maneira como ele me olhava fez meu hesitar desaparecer. Fomos a um café próximo, onde conversamos como se nos conhecêssemos há anos. Sentia-me livre e leve na presença dele, e a noite passou voando. Sua mão tocou meu braço enquanto ele me explicava algo, e senti um choque elétrico percorrer meu corpo. Eu sabia que precisava tê-lo.
Nos dias seguintes, passamos muito tempo juntos, explorando a cidade e os arredores. Leonardo me mostrou os tesouros escondidos de Barcelona, e senti como se estivesse vendo a cidade pela primeira vez. Ele era charmoso e engraçado, e sua dominância não era opressiva, mas sim convidativa. Comecei a me apaixonar por ele, e podia ver que ele também me desejava. Uma noite, enquanto caminhávamos pela praia de Costa Brava, ele pegou minha mão, e senti meu corpo reagir ao seu toque. A lua brilhava intensamente sobre o mar, e as ondas batiam suavemente na areia. Era como se o mundo inteiro parasse enquanto nos olhávamos. Leonardo me puxou para perto, e senti sua respiração na minha pele. Nos beijamos, e foi como se o tempo congelasse. Sua boca era suave, mas exigente, e me abri para ele, deixando sua língua deslizar na minha. Senti sua ereção dura contra minha barriga, e soube que aquela noite seria diferente.
Fomos para o apartamento dele, que ficava bem na praia. O lugar era elegante, com grandes janelas voltadas para o mar. Leonardo me levou para o quarto sem dizer uma palavra. Ele me virou, com as mãos firmes nos meus quadris, e me pressionou contra a parede. “Eu quero você agora”, sussurrou rouco no meu ouvido, sua respiração quente na minha pele. Senti ele abrir o zíper do meu vestido, devagar, quase torturante. O vestido caiu no chão, e fiquei só de sutiã de renda preta e calcinha diante dele. Ele deu um passo para trás para me observar. “Você é tão fodidamente linda”, murmurou, os olhos queimando meu corpo. Eu podia ver seu pau pressionando contra a calça, um volume impossível de ignorar. Eu queria ele, queria senti-lo dentro de mim.
Leonardo se aproximou e desabotoou a camisa, quase a rasgando. Seu peito era liso e musculoso, com uma leve penugem que descia até o umbigo. Ele deixou a calça cair, e seu pau saltou para fora, longo e grosso, a glande já úmida de excitação. Eu ofeguei ao vê-lo, e minha mão foi involuntariamente para minha boceta, que já estava molhada. “Me toca”, ordenou, a voz mais grave do que antes. Ajoelhei-me diante dele, minhas mãos tremendo de desejo. Envolvi seu pau duro, sentindo o calor que emanava dele. Era tão grosso que meus dedos mal conseguiam fechar ao redor. Abri a boca e levei a glande entre meus lábios, provando a umidade salgada. Leonardo gemeu alto, a mão nos meus cabelos, enquanto eu levava seu pau mais fundo na minha boca. Chupei o mais fundo que pude, meu céu da boca pressionado contra a glande, enquanto massageava a haste com a mão. “Sim, assim está bom”, gemeu ele, “leva ele bem fundo, sua putinha.” Obedeci, deixando seu pau deslizar até a base na minha boca, até engasgar. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, mas não parei. Eu queria senti-lo, queria dar tudo a ele.
Depois de alguns minutos, ele me puxou para cima, a mão firme no meu pescoço. “Agora é a sua vez”, disse ele, os olhos escuros de desejo. Ele me jogou na cama, bruto, mas não brutal. O lençol era frio contra meu corpo quente. Leonardo montou em mim, os joelhos de cada lado dos meus quadris. Ele se inclinou e me beijou, duro e exigente, enquanto sua mão deslizava entre minhas pernas. “Você está tão molhada”, sussurrou, quando seus dedos encontraram minha fenda úmida. Ele enfiou um dedo em mim, depois dois, e eu me contorci de prazer. “Por favor, Leonardo, me fode”, implorei, minha voz um sussurro rouco. Ele riu baixinho, um som dominante que me deixou ainda mais quente. “Ainda não”, disse ele, “primeiro quero te provar.”
Ele abriu minhas pernas e baixou a cabeça entre minhas coxas. Sua respiração era quente na minha boceta molhada, e eu tremia de antecipação. Quando sua língua tocou minha fenda, gritei. Ele me lambeu, devagar e metódico, sua língua circulando meu clitóris até eu achar que ia morrer. “Sim, bem aí”, gemi, minhas mãos enterradas em seus cabelos, enquanto ele me comia como se eu fosse sua última refeição. Ele chupou meu clitóris, forte mas suave, e senti a tensão se acumular em mim. “Vou gozar”, gritei, e meu corpo se contorceu sob sua língua quando o orgasmo me dominou. Mas ele não parou, me lambendo através do clímax, até eu ficar trêmula e sem fôlego na cama.
“Agora”, disse ele, a voz rouca, “agora vou te pegar.” Ele se ergueu, seu pau duro saindo da calça, a glande brilhando com minha umidade. Ele se posicionou entre
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