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Noite úmida de Lisboa

Contos de Viagem · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

A lembrança do primeiro toque de David pulsava no peito de Lena como um segundo batimento cardíaco – no terraço, quando o vento levantou sua saia e a mão dele deslizou sobre sua coxa, um mapa fugaz de calor e promessa. Aquele toque acendera um fogo nela que agora, horas depois, ardia no quarto de hotel. Ela estava diante do espelho, puxando a barra do vestido sobre os quadris. As luzes de Lisboa cintilavam através das janelas altas, um brilho dourado que banhava o quarto em tons quentes e fazia sua pele brilhar. Ela se virou lentamente, observando seu corpo no espelho – os quadris curvilíneos, a suave saliência de sua barriga, os seios que se erguiam sob o tecido fino, os mamilos duros que se pressionavam contra a seda. Seus dedos percorreram o tecido, sentindo o frescor da seda na pele quente. Um sorriso leve brincou em seus lábios. Ela se sentia linda, desejável, pronta – pronta para ser fodida até não conseguir pensar em mais nada.

David veio por trás dela, seus braços envolvendo sua cintura. Sua respiração tocou sua nuca, e ela sentiu os pelos de seu pescoço se arrepiarem. “Você está de tirar o fôlego”, sussurrou ele, a voz rouca de desejo. Lena se recostou, seu corpo se encaixando no dele. Ela sentiu a firmeza de seu peito, o calor que emanava dele, e acima de tudo o pau duro que pressionava sua bunda através da calça. “Você sabe que tipo de noite é esta”, disse ela baixinho. “O começo de tudo.” As mãos dele subiram, acariciando suas costelas, até pararem logo abaixo de seus seios. “Então vamos celebrar este começo”, murmurou ele, virando-a suavemente para si.

Seus lábios encontraram os dela num beijo profundo e explorador. Os dedos de Lena se cravaram em seu cabelo, puxando-o para mais perto. O beijo tinha gosto de vinho tinto e promessas. David se afastou lentamente, olhando em seus olhos – pupilas escuras e dilatadas que refletiam sua imagem. “Eu quero você agora”, disse ele, cada palavra uma exalação. “Não depois. Agora.” Ela assentiu, seu coração batendo contra o peito dele, sua boceta já ficando molhada só de pensar no que viria. Juntos, caíram na cama enorme, a cama de palha rangendo baixinho sob o peso deles.

David se ajoelhou sobre ela, seus dedos cutucando os botões do vestido dela. Pedaço por pedaço, o tecido cedia, revelando sua pele – primeiro os ombros, depois o início dos seios, finalmente a barriga lisa. Lena o ajudou a empurrar o vestido sobre os quadris, até ficar deitada diante dele apenas de calcinha preta de renda. O olhar dele percorreu seu corpo como uma promessa. “Você é tão linda”, sussurrou ele. Então se inclinou, seus lábios se fecharam em torno do mamilo dela. Sua língua circulou a ponta dura, ora suave, ora exigente, enquanto sua mão massageava o outro seio. Lena gemeu baixinho, seu corpo reagindo imediatamente aos toques. Ela sentiu seus mamilos endurecerem sob a língua dele, como um choque elétrico que ia do peito direto para o centro úmido dela. Sua boceta pulsava de desejo, a ponta da calcinha já estava encharcada.

“Sim, me deixa molhada”, sussurrou ela, a voz trêmula de prazer. David deixou a língua percorrer seu seio, mordendo de leve o mamilo sensível antes de se mover para baixo. Seus lábios seguiram uma trilha de beijos sobre sua barriga, até alcançarem a cintura da calcinha. Ele hesitou, olhando para ela com uma pergunta nos olhos. “Sim”, sussurrou ela. “Por favor. Tira. Me fode.” Com um movimento fluido, ele puxou a calcinha para baixo e deixou seus dedos deslizarem sobre o centro molhado dela. Ela estava molhada, tão porra de molhada. Os dedos dele deslizaram sem esforço por sua fenda, espalhando a umidade sobre os lábios da vagina. “Você está tão molhada”, constatou ele, a voz cheia de admiração. “Você me deixa com tanto tesão”, confessou ela. “Não consigo evitar.”

Ele deixou os dedos deslizarem sobre o ponto mais sensível dela, mimando-a com círculos pequenos e precisos. Seu polegar acariciou o clitóris enquanto o indicador e o médio penetravam nela – devagar, fundo. Um gemido gutural escapou dela quando os dedos dele deslizaram em sua boceta apertada e molhada. Ela estava tão úmida que não havia atrito, apenas aquela sensação de plenitude. Ela arqueou o corpo em sua direção, o quadril se erguendo no ritmo da mão dele. O som da umidade dela enchia o quarto, um barulho molhado e squishy que se misturava com seus gemidos baixos. Ela abriu os olhos e olhou para ele, o rosto dele tenso de concentração e desejo. “Não para”, sussurrou ela, a voz trêmula de prazer. “Me deda até eu gozar.”

David obedeceu. Os dedos dele se moveram mais rápido, mais fundo, o polegar esfregando sem parar o clitóris dela. A respiração de Lena ficou ofegante, seu corpo se tensionou. Ela sentiu a pressão se acumular no baixo-ventre, uma tensão que crescia cada vez mais. Seus dedos se cravaram nos lençóis, suas costas se arquearam. “David, eu –”, começou ela, mas a frase se perdeu quando o prazer a dominou. Um tremor violento percorreu seu corpo enquanto ela gozava. Sua boceta se contraiu em torno dos dedos dele, uma pulsação rítmica que o impulsionou a continuar a mimando. Ela gritou, o nome dele um grito de prazer que ecoou na noite. Lentamente, a onda passou, seu corpo relaxou, mas os dedos dele permaneceram dentro dela, sentindo as últimas contrações do orgasmo.

Lena abriu os olhos, olhou para ele. Seu olhar estava escuro de desejo. “Isso foi só o começo”, disse ela, rouca. Ela se sentou, seus dedos encontraram a cintura da calça dele. Com movimentos hábeis, abriu o botão, puxou o zíper para baixo e deixou a calça cair no chão. O pau dele saltou para fora, duro e pronto, a cabeça brilhando úmida de desejo. Ela o pegou na mão, sentindo sua dureza, seu calor. “Você é tão grande”, sussurrou ela. “Tão porra de grande.” Ela se inclinou, sua língua brincou em torno da cabeça, lambendo a umidade que se acumulava ali. David gemeu, suas mãos se cravaram no cabelo dela. “Lena…”, gemeu ele. “Põe na boca.”

Ela obedeceu, abriu os lábios e colocou o pau dele na boca. Ele era tão grosso que ela precisou abrir bem a mandíbula para acomodá-lo. Ela o deixou deslizar fundo em sua garganta, sua cabeça se movendo para frente e para trás, sua boca chupando enquanto a língua lambia a parte de baixo. David gemeu, suas mãos no cabelo dela puxaram-na mais para baixo, forçando a cabeça dela para baixo até ele encher sua garganta. Ela engasgou, mas amava aquela sensação de controle, a sensação de tê-lo tão fundo dentro de si. Ela sentiu o pau dele pulsar em sua garganta, o pré-gozo molhando sua língua. “Tão bom”, gemeu David. “Sua boca é tão porra de boa.”

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