O cheiro de alecrim e carne assada pairava pesado no ar quando ele colocou o castiçal antigo na mesa e acendeu as três chamas. A mão dela em seu peito, há três semanas, tinha ficado como um eco – um tremor suave que se cravara em suas costelas. Agora ele estava na cozinha, o vinho respirando no jarro, o risoto pronto, e tudo esperava por ela. Seu pau já estava meio duro dentro da calça, só de pensar em vê-la. Quando a porta se abriu e ela entrou, sorriu para ele – aquele sorriso que amolecia seus joelhos e mandava uma onda quente de sangue para o pau.

A Aproximação
Ela usava um vestido simples, azul-escuro, que deixava os ombros nus. Seu cabelo caía em ondas suaves pelas costas, e quando ela se sentou, ele sentiu sua respiração acelerar e seu pau pressionar contra o zíper. “O cheiro está maravilhoso”, disse ela, e sua mão tocou a dele por um instante. Um brilho nos olhos dela, um toque de algo que ele não conseguia nomear – mas seu pau sabia exatamente: ela queria ser fodida. Eles brindaram, o primeiro gole de vinho se espalhando em sua língua. Ainda estava tudo fluindo, a conversa seguia – sobre o trabalho, sobre um filme que ela tinha visto. Mas debaixo da mesa, invisível, o pé dela começou a roçar o dele. Uma leve pressão, depois um recuo. Seu pulso martelava, e seu pau ficou duro como pedra, pulsando contra o tecido da calça. Os dedos do pé dela fizeram cócegas em sua panturrilha, e ele sentiu uma gota de umidade escorrer da sua glande.
Seus olhares se encontraram, pararam. Ele largou o garfo. “Pensei em você hoje”, disse ele baixinho. “O dia inteiro. Em como você geme quando estou fundo dentro de você.” Ela baixou o olhar, mas um sorriso brincou em seus lábios. “Eu também. Enfiei meu dedo na minha buceta enquanto pensava em você.” Foi como uma confissão, dita entre dois pratos. Ele estendeu a mão sobre a mesa, pegou a mão dela, sentiu seu calor. As velas tremeluziam, projetavam sombras na parede. Ele se levantou, contornou a mesa, ajoelhou-se ao lado dela. Ela se virou na cadeira para encará-lo, abriu as pernas, e ele viu o rubor em suas bochechas. “Quero lamber sua buceta”, sussurrou ele. Ela assentiu, e seus lábios se encontraram.
A Preliminar
O beijo começou suave, uma exploração, um descobrimento. Seus lábios eram macios, com gosto de vinho e um pouco de sal. A mão dele pousou em sua bochecha, deslizou para seu cabelo. Ela abriu a boca, deixou sua língua entrar, e um gemido baixo escapou dela. Ele a puxou para mais perto, os seios dela pressionados contra o peito dele, e ele sentiu seu coração batendo, rápido e selvagem. Seus dedos encontraram o zíper do vestido dela, hesitaram. “Posso ver seus peitos?”, perguntou ele. Ela respondeu inclinando-se contra ele, e o zíper deslizou. O vestido caiu de seus ombros, revelando sua pele, que brilhava à luz das velas. Os seios dela apareceram – firmes, com mamilos claros que se eriçaram e endureceram sob seu olhar. Ele se inclinou e pegou um mamilo na boca, chupando-o, enquanto sua mão massageava o outro seio. Ela gemeu alto, agarrou seu cabelo, pressionou sua cabeça com mais força contra seu peito. “Sim, chupa ele, fode meus peitos com sua língua”, ofegou ela.
Ele a ajudou a ficar de pé, tirou o vestido completamente. Ela estava diante dele, apenas de calcinha simples, e ele absorveu a visão: seus seios, firmes e cheios; sua cintura, que se afinava nos quadris; a curva suave de sua barriga. E entre suas pernas, sob o tecido fino, desenhava-se a fenda de sua buceta, uma mancha escura onde sua umidade encharcava a calcinha. “Você é tão linda”, disse ele, e não era um clichê, era a pura verdade. Ela sorriu, deu um passo em sua direção, e suas mãos abriram seu cinto, a calça caiu no chão. Seu pau pressionou contra o tecido da cueca, e ela passou a mão sobre ele, um toque leve que o fez tremer. Ela puxou a cueca para baixo, e seu membro saltou para fora, duro e brilhante, a glande vermelha e inchada. “Quero senti-lo”, sussurrou ela e envolveu seu pau com a mão, sentindo o calor que emanava dele. Ela se inclinou e pegou a glande na boca, lambeu-a, chupou suavemente, enquanto sua mão massageava a haste. Ele gemeu, agarrou seu cabelo, guiou-a mais fundo. “Sim, enfia ele fundo na boca”, ofegou ele, e ela obedeceu, deixou todo o pau deslizar até sua garganta, até engasgar e a saliva escorrer pelo membro dele.
Ele a puxou para o tapete em frente à lareira, que ainda exalava brasas quentes. As velas na mesa projetavam sombras longas. Ele beijou seu pescoço, seus seios, pegou um mamilo na boca, enquanto sua mão deslizava sobre sua barriga. A respiração dela ficou mais rápida, seus dedos se cravaram em seus ombros. “Devagar”, pediu ela, mas seus quadris se pressionavam contra ele. Ele obedeceu, lambeu seu seio, circulou o mamilo com a língua, até ela gemer e jogar a cabeça para trás. Sua mão deslizou mais para baixo, sobre a calcinha dela, sentiu a umidade que se acumulava sob o tecido. Ele puxou a calcinha para o lado, e a buceta dela apareceu – os lábios inchados e escorregadios, o clitóris duro e saliente. Ele passou o dedo sobre sua fenda, e ela se abriu para ele, um “sim” baixo nos lábios. A buceta dela estava pronta, pingando de desejo.
Seu dedo penetrou nela, devagar, centímetro por centímetro. Ela estava quente e molhada, envolvendo-o imediatamente. Um som de satisfação escapou dele. Ele moveu o dedo dentro dela, em círculos, enquanto seu polegar acariciava seu clitóris. As investidas dela se tornaram mais rítmicas, sua mão procurou o braço dele, apertou-o. “Não para”, ofegou ela, e ele sentiu seus músculos se contraírem, sua buceta se apertar em torno de seu dedo. Ele adicionou um segundo dedo, esticou-a, fodeu-a com os dedos, enquanto seu polegar massageava seu clitóris. O corpo inteiro dela se tensionou, seus calcanhares se fincaram no tapete, e ela gozou com um grito que ecoou no ambiente. A buceta dela pulsou em torno de seus dedos, seu suor escorreu pela mão dele. Ele a deixou gozar, desacelerou o jogo dos dedos, até ela afundar exausta no tapete. “Mais”, sussurrou ela, “quero sua língua.”
A Paixão Desperta
Ele se ergueu e olhou para ela, seu peito subindo e descendo, seus olhos fechados, um sorriso brincando em seus lábios. Ele se inclinou sobre ela e beijou sua barriga, a pele macia abaixo do umbigo. Ela tremeu levemente, abriu os olhos. “Isso é gostoso”, murmurou ela. Ele sorriu, passou a mão sobre a coxa dela e se inclinou
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