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Amor Oculto em Milão

Contos de Longa Distância · aprox. 8 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Ela estava sentada no sofá macio, cor de creme, em sua suíte de hotel no coração de Milão. A vista para o Duomo gótico era de tirar o fôlego, as estátuas douradas brilhavam à luz do sol poente, mas seus pensamentos não estavam na arquitetura. Estavam nele. Em Marco, seu coach. Há meses ela se encontrava semanalmente com ele por videochamada, e cada conversa a fazia cair mais fundo em seu encanto. Ele estava na casa dos cinquenta, com têmporas grisalhas e um sorriso que amolecia seus joelhos. Ela mesma estava na casa dos quarenta, bem-sucedida na carreira, mas solitária na cama. Seu relacionamento à distância, aquela mistura estranha de aconselhamento e desejo secreto, era a única coisa que ainda a fazia sentir. Ela fechou os olhos e deixou a mão deslizar sobre a coxa, sentindo o tecido macio do vestido. Imaginou como as mãos dele se sentiriam — ásperas, experientes, exigentes.

Seu celular tocou, e seu coração saltou. Ela reconheceu o número dele. “Olá, linda”, disse ele, a voz grave e rouca, como veludo deslizando sobre sua pele. Ela sentiu as bochechas esquentarem e um formigamento entre as pernas. “Espero que você tenha se instalado bem em Milão. Já estou sentindo sua falta.” Ela riu baixinho, um risinho nervoso que não conseguia controlar. “Eu também sinto sua falta, Marco”, sussurrou, a mão descendo mais, sobre a barriga, até alcançar a borda da calcinha. Eles falaram sobre as viagens dele, suas reuniões de negócios, mas seus pensamentos estavam em outro lugar. Ela imaginou ele visitando-a naquela suíte, jogando-a na cama, rasgando suas roupas. “Queria ter você aqui para explorar a cidade comigo”, disse ele, e ela gemeu baixinho. “Eu também”, sussurrou, os dedos pressionando suavemente contra sua buceta molhada através do tecido. “Queria que você estivesse aqui agora.”

Após a conversa, ela deitou na cama, a mão sob a calcinha, os dedos brincando com sua fenda molhada. Fechou os olhos e pensou nele. Imaginou ele surpreendendo-a, arrombando a porta, olhando para ela com aquele olhar intenso que a fazia tremer toda vez. Decidiu surpreendê-lo. Faria uma visita, iria até a cidade dele. Daria o primeiro passo. Virou-se de bruços, os quadris começando a se mover inconscientemente enquanto imaginava ele a pegando por trás, agarrando seus seios, penetrando-a. Gemeu no travesseiro, os dedos trabalhando mais rápido, até alcançar um primeiro clímax trêmulo. Seu corpo espasmou, e ela ficou ofegante, o suor na testa. Sabia que precisava vê-lo. Precisava foder com ele.

Dois dias depois, ela estava diante do apartamento dele em um beco pequeno em Milão. Não tinha avisado que viria. Vestia um vestido vermelho justo que acentuava suas curvas e saltos altos. Seu coração disparou quando tocou a campainha. Ele abriu a porta, surpreso, os olhos arregalados. “O que você está fazendo aqui?”, perguntou, a voz rouca de choque. Ela sorriu, um sorriso desafiador. “Pensei em te visitar.” Ele se afastou, deixando-a entrar. O apartamento era pequeno, mas aconchegante, com estantes de livros e um grande sofá de couro. Ela se virou para ele, e seus olhares se encontraram. O ar crepitava de tensão. “Senti sua falta”, disse ela baixinho, a mão se erguendo para tocar a bochecha dele. Ele segurou a mão dela, levou-a aos lábios e beijou seus dedos. “Eu também senti”, murmurou, os olhos escuros de desejo.

Ele a puxou para perto, seus lábios encontraram os dela. O beijo foi suave no início, mas depois ficou faminto. Suas mãos deslizaram pelas costas dela, puxando-a firmemente contra si. Ela sentiu o pau duro dele pressionando sua barriga, e um arrepio de excitação a percorreu. Ela abriu a boca, deixou a língua dele entrar, e o gosto de café e dele encheu seus sentidos. “Eu quero você”, sussurrou ele entre os beijos, a voz rouca de desejo. “Eu também quero você”, respondeu ela, as mãos enfiadas nos cabelos dele. Ele a ergueu, as pernas dela se enrolaram na cintura dele, e ele a carregou até o quarto. Deixou-a cair na cama grande, e ela olhou para ele, os seios se erguendo sob o vestido justo. “Me mostra o que você quer”, disse ele, o olhar intenso, exigente.

Ela se sentou, tirou lentamente o vestido pela cabeça, deixando-o cair no chão. Vestia apenas um sutiã de renda preta e uma calcinha fio-dental minúscula. Seus seios eram cheios, os mamilos duros, visíveis através do tecido fino. Ele estava ao pé da cama, os olhos percorrendo o corpo dela, e ela sentiu o olhar dele queimando-a. “Se despir”, ordenou ela, a voz firme, mas trêmula. Ele obedeceu, desabotoou a camisa, deixou-a cair. Seu peito era musculoso, coberto de pelos grisalhos, e a barriga era lisa. Ele abriu o cinto, deixou a calça cair, e seu pau saltou para fora — longo, grosso, a glande inchada e levemente curvada. Ela lambeu os lábios. “Vem cá”, sussurrou, a palma da mão se abrindo para convidá-lo.

Ele subiu na cama, o corpo sobre o dela, as pernas entre as dela. Inclinou-se, beijou seu pescoço, suas clavículas, seus seios. Sua língua brincou com seus mamilos através do sutiã, e ela gemeu alto. “Sim, mais”, ofegou, as mãos cravadas nas costas dele. Ele abriu o sutiã, libertou seus seios, e levou um mamilo à boca. Chupou, mordeu suavemente, e ela arqueou as costas. Sua buceta já estava molhada, o tecido da calcinha encharcado. Ele sentiu a umidade dela e sorriu. “Você está tão tesuda por mim”, murmurou, a mão deslizando sob a calcinha, os dedos encontrando sua fenda molhada. Ele acariciou seus lábios, pressionou levemente seu clitóris, e ela estremeceu. “Por favor, Marco, me fode”, implorou ela, os quadris se movendo contra a mão dele.

Ele tirou a calcinha dela, deixou-a cair no chão, e abriu suas pernas. Ele olhou para sua buceta — os lábios inchados, molhados, o clitóris saliente. “Que buceta linda”, disse ele, a voz um rosnado. Ele se inclinou, sua língua encontrou seu clitóris, e começou a lamber. Ela gritou, as mãos agarrando seus cabelos, pressionando sua cabeça mais para baixo. Sua língua girava em volta do clitóris, mergulhava em sua abertura, e ela sentiu seu corpo começar a queimar. “Oh, Deus, sim, bem aí!”, gemeu ela, os quadris se movendo contra o rosto dele. Ele chupou seu clitóris, seus dedos penetraram nela, dois dedos que se moveram para dentro e para fora, curvando-se para alcançar seu ponto mais profundo. Ela sentiu o orgasmo se aproximando, uma onda crescente de prazer. “Vou gozar, Marco, não para!”, gritou ela, o corpo tenso, os dedos dos pés se curvando. Ele chupou mais forte, os dedos trabalhando mais rápido, e ela explodiu, o orgasmo a varrendo como uma onda avassaladora. Seu corpo tremeu violentamente, os espasmos a sacudindo, e ela gritou o nome dele enquanto o prazer a consumia. Ele continuou lambendo até ela finalmente relaxar, ofegante, o corpo coberto de suor.

Ele se ergueu sobre ela, o pau duro e pulsante, a glande brilhando com o líquido pré-seminal. Ela o pegou na mão, sentiu o calor e a dureza, e o guiou até sua entrada. Ele empurrou, e ela sentiu a cabeça grossa se abrindo caminho, esticando suas paredes. Ela gemeu, as mãos agarrando os lençóis. Ele entrou mais fundo, centímetro por centímetro, até estar completamente dentro dela. Ela sentiu cada centímetro dele, o preenchimento total, e seus olhos se arregalaram de prazer. “Caralho, você é tão apertada”, grunhiu ele, os dentes cerrados. Ele começou a se mover, um ritmo lento e profundo no início, cada estocada a fazendo ver estrelas. Ela envolveu as pernas em volta da cintura dele, puxando-o mais fundo. “Mais rápido, por favor”, implorou ela, os quadris se erguendo para encontrar cada estocada. Ele acelerou, as estocadas ficando mais fortes, mais profundas, o som de seus corpos se chocando enchendo o quarto. Ela sentiu o orgasmo se aproximando novamente, a pressão se acumulando em seu ventre. “Vou gozar de novo!”, gritou ela, as unhas cravadas nas costas dele. Ele grunhiu, as estocadas ficando erráticas, e então ele se enterrou fundo, gozando dentro dela com um gemido rouco. Ela sentiu o jato quente de sêmen, e isso a levou ao limite, seu corpo se contraindo em espasmos violentos. Eles ficaram ali, ofegantes, entrelaçados, o suor escorrendo pelos corpos. Ela sorriu, os olhos fechados, e soube que aquilo era apenas o começo.

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