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Inundação de Telas

Contos de Longa Distância · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O laptop se abre e os joelhos de Marlene afundam no carpete, as coxas bem abertas, como se já sentisse o pau dele entre elas. Quatro meses sem as mãos dele, a boca dele, o pau duro e grosso dele na boceta dela – a saudade se aninhou nas juntas dela, um puxão surdo e pesado que ela ignora durante o dia, mas agora, na luz pálida da tela, explode numa onda quente e úmida entre as pernas dela. No monitor, o rosto de Jonas surge, primeiro pixelado, depois nítido: barba por fazer, olhos vermelhos de jetlag, mas brilhantes e gananciosos quando ele a vê, de joelhos, pronta para ele.

O Primeiro Toque Através do Vidro

“Você está atrasada”, ele diz, a voz áspera como lixa, e Marlene ouve o sorriso nela, o crepitar da satisfação dele em tê-la na frente dele, de joelhos, as coxas já levemente abertas. “O curso passou do horário”, ela mente, porque precisou de cinco minutos a mais no banheiro para se passar creme, soltar o cabelo, vestir a camiseta branca fina sem sutiã, de modo que os mamilos duros dela se marcam pelo tecido. Nada disso era necessário, mas ela precisava do ritual, de se preparar para ele, de se entregar a ele, mesmo que ele estivesse a mil quilômetros de distância.

Jonas se recosta, a mão dele desce para debaixo da mesa, e a camisa dele se abre – dois botões, três – e ela vê os pelos do peito que ela acariciou tantas vezes quando montava nele, o pau dele fundo dentro dela. “Você está linda, Mar. Linda demais para esta hora.” Ele boceja exageradamente, mas os olhos dele vagam, param no pescoço dela, onde o pulso dela vibra como um pássaro preso, e depois nos peitos dela, que se marcam sob o tecido fino. “Você também”, ela diz, e as palavras são pesadas de significado, de desejo não dito.

“Sabe o que eu fiz hoje?”, ele pergunta, e ela sente que isso não vai ser conversa fiada. A mão dele se move debaixo da mesa, um som baixo e rítmico de esfregação é ouvido. “Encontrei seu perfume no armário. O frasco que você esqueceu. Cheirei até quase ficar louco.” Marlene engole, a mão dela vai involuntariamente entre as pernas dela, por cima da calcinha fina que já está úmida. “Jonas…” “Não, escuta. Imaginei como você cheira quando está molhada. Como sua boceta tem gosto quando eu te chupo até você tremer. E então peguei na minha mão.” O olhar dele é direto, escuro, cheio de luxúria. “E imaginei você montando em mim, seus peitos no meu rosto.”

Uma onda de calor dispara pela barriga de Marlene, direto para a boceta quente e molhada dela. Ela se move sobre os joelhos, senta sobre os calcanhares, sente a pressão do próprio peso na fenda molhada dela. Os dedos dela brincam com a borda da calcinha, puxam para o lado, sentem o calor, a umidade que se acumula ali. “Você também?”, ele pergunta baixinho, os movimentos da mão dele ficam mais rápidos. “Sim”, ela confessa, quase um sussurro. “Toda noite. Às vezes de tarde, quando não consigo evitar. Enfio os dedos na boceta e imagino você me fodendo, forte e fundo.” Ela respira superficialmente, os dedos dela brincam com a barra da camiseta, empurrando-a devagar para cima. “Me mostra como você faz.”

A mão dele desaparece completamente debaixo da mesa, e ele se aproxima da câmera. Marlene ouve um leve roçar de tecido, depois o gemido abafado dele quando ele envolve o pau duro e grosso dele. O som penetra pelos pequenos alto-falantes, direto para dentro dela, vibra no peito dela, na boceta quente e molhada dela. Ela morde o lábio, a própria mão dela desliza entre as coxas dela, por cima da calcinha fina. O tecido está encharcado, gruda na fenda dela. Ela empurra para o lado, as pontas dos dedos na pele quente e escorregadia, e quando ela toca o clitóris dela, o toque é um choque elétrico que percorre o corpo inteiro dela.

“Deixa eu ver”, ele sussurra, a voz rouca de prazer. “Por favor, Marlene. Vira a câmera mais para baixo. Quero ver sua boceta molhada, quero ver você enfiar os dedos no cu.” Ela hesita um segundo, então levanta o laptop, coloca-o na mesa de centro. Ela se ajoelha na frente dele, o rosto meio na imagem, mas o corpo dela agora é o centro: as coxas bem abertas, a camiseta empurrada para cima, os peitos livres, os mamilos duros eriçados, a calcinha puxada para o lado, de modo que a boceta lisa e depilada dela fica visível, brilhando molhada na luz da tela. A respiração de Jonas é pesada, a mão dele envolve o pau dele, que ela pode ver na borda inferior da tela, grosso e duro, a glande vermelha e brilhante. “Deus, você é tão linda. Tão molhada. Sua boceta é tão gostosa, tão pronta para o meu pau.” Os olhos dele estão arregalados, focados, gananciosos. A mão dele se move mais rápido, um esfregação borrada, e ela ouve o som úmido da mão dele no pau dele.

Marlene enfia dois dedos em si mesma, um som baixo e molhado escapa dela – não vergonha, mas prazer puro e cru. A câmera captura tudo: o brilho dos lábios molhados dela, a leve vermelhidão, o leve tremor dos músculos dela quando ela empurra os dedos mais fundo. “Tão fundo quanto você, Jonas”, ela diz, e soa como um convite. “Eu me sinto, mas quero sentir seu pau, sua glande grossa me preenchendo.” Ele geme mais alto agora, impaciente, a pélvis dele empurra contra o punho dele. “Quero te foder, Marlene. Te puxar para cima da mesa e estar tão fundo na sua boceta que você não sente mais nada, só meu pau te enchendo. Quero ter seu gosto na minha língua enquanto você goza, seu mel na minha boca.” As palavras dele são um golpe que faz os músculos dela se contraírem, os dedos dela deslizam mais facilmente, o ritmo fica mais urgente, o clitóris dela incha sob os dedos dela.

“Me diz o que você quer ver”, ela aperta, a voz tremendo de excitação. “Tudo”, ele ofega. “Se acaba para mim. Quero ver você gozar, seu rosto, sua boceta, seu cu – tudo. Vira, me mostra seus buracos.” Marlene se deita de costas, o laptop no peito dela, a imagem treme, mas ela mantém a câmera apontada para a mão dela, para o jogo escorregadio dos dedos dela na boceta quente e molhada dela. Ela não consegue mais ver o rosto dele, só a voz dele, que a guia, que diz a ela o que fazer. “Devagar primeiro. Se acaricia. Pensa em como seria minha língua, como eu chupo seu clitóris até você gritar.” Ela obedece, o toque fica mais suave, circular, as pontas dos dedos dela dançam sobre o clitóris dela, que está duro e inchado. “Sim, assim. Eu te chupo, de baixo para cima…” A voz dele é um tremor, um sussurro cheio de prazer. Ela imagina a boca dele, o calor, a pressão da língua dele lambendo a

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