Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Lembro-me exatamente do dia em que decidi pelo retiro de ioga nos Alpes. Como médica de emergência, estava acostumada a trabalhar sob estresse e manter minhas emoções sob controle. Mas nos últimos meses, sentia que estava me perdendo. A tensão constante e os traumas que vivia todos os dias me esgotaram. Eu precisava de algo que me reconectasse comigo mesma, algo que me fizesse respirar. Mas o que eu realmente precisava era de algo mais concreto — uma válvula de escape para toda aquela energia acumulada que ardia em mim como um fogo que gritava por ar.
Quando cheguei a Munique, para primeiro aproveitar alguns dias de relaxamento no hotel antes de seguir para o retiro, já me sentia um pouco aliviada. O quarto do hotel era bonito, com uma cama macia e uma grande janela com vista para a cidade. Deitei-me na cama e fechei os olhos, deixando minha respiração ficar lenta e profunda. Senti meu corpo relaxar, meus músculos se soltarem. Mas havia algo mais também — um formigamento entre minhas coxas, um calor úmido se espalhando pela minha boceta. Eu não pensava em mim mesma há dias, nas minhas necessidades, e agora, no silêncio do quarto, meu corpo clamava com um desejo inconfundível. Minha mão deslizou involuntariamente entre minhas pernas, e senti através do tecido fino da calcinha o quanto eu já estava molhada. Gemi baixinho ao imaginar um pau duro finalmente me fodendo, fundo e implacável.
Quando acordei de novo, sentia-me renovada e pronta para explorar a cidade. Vestí-me — um vestido vermelho justo que acentuava minhas curvas, e saltos altos que faziam minhas pernas parecerem infinitas. Eu queria ser vista, desejada. Desci até o bar do hotel para tomar um vinho e conversar um pouco. Foi lá que o vi pela primeira vez, um homem no início dos trinta, com um sorriso caloroso e cabelos escuros. Ele estava sozinho no bar e me olhou quando entrei. Seus olhos percorreram meu corpo, e senti minha calcinha ficar molhada na hora. Sorri de volta e sentei ao lado dele. O aroma do seu perfume se misturava ao álcool no ar, e senti meus mamilos endurecerem sob o tecido do vestido.
Ele se apresentou como paramédico, contou sobre seu trabalho e suas experiências. Fiquei fascinada pelo seu jeito, pela sua abertura e empatia. Mas enquanto ele falava, eu não conseguia parar de pensar no seu corpo — nos seus ombros largos, nas suas mãos fortes que certamente já tinham salvado muitas vidas, no seu pau que fazia uma protuberância visível na calça. Conversamos por horas, compartilhamos nossas histórias e sonhos. Senti-me como se estivesse em outro mundo, um mundo onde me reencontrava. Quando o bar fechou, ele me perguntou se eu queria subir ao quarto dele para tomar mais um vinho. Hesitei por um momento, mas então assenti. Meu coração batia forte, e entre minhas pernas pulsava de desejo. Subimos em silêncio até o elevador, nossas mãos se tocando levemente quando entramos. Senti um arrepio percorrer minhas costas quando as portas se fecharam. Na cabine apertada, ficamos próximos, e eu podia sentir sua respiração no meu pescoço. Sua mão pousou na minha cintura, e eu me inclinei para trás, sentindo sua ereção contra minha bunda. Era tão quente, porra.
No quarto dele, estava quente e aconchegante, com uma grande janela com vista para a cidade. Sentamos na cama e bebemos nosso vinho, nossos olhos se encontrando repetidamente. Senti-me como em um sonho, um sonho onde me reencontrava. Ele me contou sobre seu trabalho, sobre as pessoas que salvou, sobre as que perdeu. Eu o ouvia, sentia suas dores e suas alegrias. Mas enquanto ele falava, eu não conseguia parar de observar suas mãos, como seguravam a taça de vinho, como as veias em suas costas se destacavam. Imaginava aquelas mãos explorando meu corpo, amassando meus peitos, penetrando minha boceta. Quando ele me olhou, senti-me como se fosse atravessada por ele, compreendida por ele. Senti meu corpo relaxar, meus músculos se soltarem. Ele pegou minha mão, seus dedos tocaram os meus, e senti uma faísca percorrer meu corpo. Foi como um choque elétrico que disparou direto para meu clitóris.
Nos beijamos devagar, nossos lábios se tocando levemente, nossas línguas se encontrando. Começou suave, mas não demorou para ficar selvagem. Sua mão agarrou meu cabelo, puxou minha cabeça para trás, e ele me beijou com mais força, mais exigência. Senti seu pau pressionando minha coxa, e não consegui resistir. Minha mão deslizou pelo seu peito, pela barriga, até alcançar o cinto da calça. Abri com um movimento rápido, e seu pau saltou para fora — longo, grosso, com uma cabeça inchada já úmida. Eu sabia que precisava tê-lo na boca imediatamente. Ajoelhei-me, peguei seu pau na mão e o levei aos meus lábios. Lambi lentamente a cabeça, sentindo o sal da sua excitação, e então o enfiei fundo na minha boca. Ele gemeu, suas mãos agarraram meu cabelo, e ele começou a foder minha cara. Seu pau deslizava fundo na minha garganta, e eu sentia o engasgo, mas era tão bom, porra. Chupei com mais força, deixei minha língua circular em volta da cabeça, e senti ele se aproximando. Mas ele me puxou para cima antes de gozar e me jogou na cama.
“Quero te foder”, ele ofegou, a voz rouca de desejo. Ele levantou meu vestido, puxou minha calcinha até afastá-la. Seus dedos encontraram minha boceta, já pingando de molhada. Ele enfiou dois dedos fundo em mim, e eu gritei quando ele os moveu para frente e para trás, atingindo meu ponto G. “Você está tão molhada para mim”, sussurrou, enquanto girava os dedos dentro de mim e esfregava meu clitóris com o polegar. Eu me arquei, sentindo meu corpo se tensionar sob seus toques. “Quero seu pau”, gemi, “quero que você me foda, com força e profundidade.”
Ele tirou os dedos e os lambeu, enquanto se posicionava entre minhas pernas. A cabeça do seu pau pressionou minha entrada, e senti a tensão
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