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Paixão Proibida

Contos de Corno · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Ela estava sentada na beira da cama, seu coração batia tão forte que ela tinha certeza de que ele podia ouvir. O coach veio até ela, aqueles passos confiantes, aquele olhar que já a deixava molhada toda vez nos seminários dele. Ele estava no começo dos cinquenta, o cabelo grisalho e as ruguinhas ao redor dos olhos só o tornavam mais atraente. Ela estava no meio dos quarenta, casada, mãe de dois filhos, mas naquele momento ela era apenas uma mulher que ansiava por algo proibido. O quarto de hotel em Munique era luxuoso, com uma cama enorme e luz suave. Ali não havia preconceitos, nenhum vizinho, apenas ela e ele.

Ele parou bem diante dela, suas mãos pousaram nos ombros dela. Seu polegar deslizou sobre a clavícula dela. “Eu observei você”, disse ele, a voz grave e cheia de posse. “Eu vi como você balança os quadris quando caminha. Como você umedece os lábios quando ri. Eu precisava saber se a sua boceta é tão quente quanto o seu sorriso.” As palavras dele a atingiram como um choque elétrico. Ela sentiu as bochechas queimarem, mas sustentou o olhar dele. “Eu sou casada”, sussurrou, mas não soou como um aviso, e sim como um convite. Ele sorriu, um sorriso de predador. “Eu sei. Seu marido não sabe o que tem. Mas eu vou mostrar a ele.” Ele se inclinou, os lábios quase nos dela. “Levante-se.”

Ela obedeceu na hora, as pernas tremendo. Ele a puxou para perto, a boca dele encontrou a dela. Não era um beijo suave, mas exigente, faminto. A língua dele invadiu a boca dela, explorou, desafiou. As mãos dele percorreram o corpo dela, agarraram os peitos dela por cima da blusa. “Você não está de sutiã”, constatou, a voz um rosnado. “Vagabunda.” A palavra queimou dentro dela, mas a excitou ainda mais. Ele rasgou os botões da blusa dela, as pérolas voaram pelo quarto. Os peitos dela caíram livres, os mamilos duros e eretos. “Deus, que beleza”, murmurou, curvando-se e levando um mamilo à boca. Ele chupou com força, a língua girando em torno da ponta dura, enquanto a mão massageava o outro peito. Ela gemeu, a cabeça caindo para trás. Os dentes dele arranharam a pele sensível, e ela sentiu a boceta ficar molhada.

Então ele se afastou, olhou nos olhos dela. “Tire a roupa. Tudo.” Ela obedeceu sem hesitar, deixou a saia deslizar pelos quadris, depois a calcinha. Ela ficou nua diante dele, os pelos pubianos raspados, exceto por uma pequena tira. Ele deixou o olhar percorrer o corpo dela, os olhos semicerrados. “Vire-se.” Ela obedeceu, exibindo a bunda, que ela malhava e cuidava. A palma da mão dele aterrissou com um tapa alto na nádega esquerda dela. Ela estremeceu, um grito escapou. “Cala a boca”, ordenou, e bateu de novo, mais forte. “Você está aqui para me agradar. Nada mais.” Ela assentiu, a respiração ofegante. Ele a puxou para trás, em direção à cama, empurrou-a sobre o colchão. Ela deitou de costas, as pernas levemente abertas, a boceta já molhada e aberta.

Ele se despiluiu, devagar, com prazer. O corpo dele era musculoso, com pelos grisalhos, mas em forma. E então o pau dele. Era comprido, grosso, com uma glande robusta que já brilhava. Ele a viu olhando fixamente para o tamanho. “Sim, olha bem para ele. Isso vai custar seu casamento.” Ele sentou na cama, o pau ereto diante dele. “Vem cá. Chupa ele.” Ela engatinhou até ele, a bunda no ar, a boceta aberta e pronta. Ela se inclinou, levou a glande à boca. O gosto de sal e masculinidade atingiu a língua dela. Ela começou a chupar, os lábios deslizando pelo tronco, a língua circulando a glande. Ele gemeu baixo, as mãos agarrando o cabelo dela. “Mais fundo. Enfia ele inteiro.” Ela tentou ir mais fundo, engasgou, mas ele empurrou a cabeça dela para baixo. “Isso, assim. Você aprende rápido.” Ela sentiu lágrimas nos olhos, mas a sensação da dureza dele na boca, a percepção de que estava completamente à mercê dele, a deixava ainda mais molhada.

Ele a deixou continuar, até estar perto de gozar. Então a puxou para cima, virou-a de costas. Ele abriu as pernas dela, encarou a boceta molhada. “Ela é linda. Tão rosada, tão pronta.” Ele se curvou, a língua percorrendo a fenda dela. Ela gritou, o choque da sensação a atingindo como uma onda. A língua dele era habilidosa, experiente, ele lambeu o clitóris dela, chupou, enquanto os dedos penetravam nela. “Você tem um gosto do caralho”, murmurou entre as lambidas. “Tão doce. Tão proibida.” Ela não conseguia responder, o corpo arqueando, a tensão crescendo. “Por favor”, gemeu. “Por favor, eu quero gozar.” Ele riu baixo, tirou os dedos. “Ainda não. Você goza quando eu mandar.”

Ele se ergueu, o pau tremendo de desejo. Ele cuspiu na própria mão, esfregou na glande. “Você quer ele, não quer? Quer que eu te coma.” Ela assentiu freneticamente, a boceta pulsando de desejo. “Diz.” “Eu quero seu pau dentro de mim”, sussurrou. “Eu quero que você me coma.” “Como uma puta”, corrigiu. “Eu quero que você me coma como uma puta.” “Sim, como uma puta”, repetiu, a voz tremendo de excitação.

Ele levou a glande à abertura dela, esfregou nos lábios molhados. “Olha para mim”, ordenou. Ela obedeceu, os olhos encontrando os dele. E então ele empurrou. O tronco penetrou fundo nela, preenchendo-a completamente. O grito que saiu da garganta dela era uma mistura de choque e prazer. Ele começou a foder, duro e constante. Cada estocada a pressionava mais fundo no colchão. “Sim, me come”, gemeu, as mãos cravando nos lençóis. “Me come como uma puta.” Ele grunhiu, os quadris batendo contra os dela. “Estou fazendo isso, sua vadiazinha. Você é minha. Neste momento, nesta noite, você é minha.”

Ele mudou de posição, virou-a de bruços, puxou os quadris dela para cima. A bunda dela se apresentou para ele, a boceta aberta por trás. Ele cuspiu no próprio pau, enfiou de novo. Desta vez penetrou ainda mais fundo, a nova posição fazendo-o preenchê-la até o limite. “Oh, Deus”, gemeu, o rosto afundado no travesseiro. “Tão fundo. Tão bom.” Ele agarrou os quadris dela, puxou-a de volta para o pau. “Você gosta, não gosta? Seu marido não te come assim, come?” “Não”, sussurrou. “Ele é gentil.” “Gentil é chato”, rosnou, e acelerou o ritmo. Ele a fodia agora com força, os ovos batendo contra a boceta dela. “Você precisa de um homem de verdade. Um que te pegue como você merece.”

Ele sentiu ela se contrair ao redor dele, a b…

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