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Tarde Úmida

Contos de Caso · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Ela colocou a última pilha de livros na caixa quando a chuva batia contra as janelas. O silêncio da casa ecoava em seus ouvidos. O marido estava em viagem de negócios, as crianças na casa dos avós. Um fim de semana livre – e ela não sabia o que fazer com ele. Seus dedos deslizaram pela borda da caixa, enquanto um leve arrepio percorria suas costas. Seus mamilos endureceram sob o tecido fino de seu suéter, e ela sentiu uma pulsação familiar, mas há muito ignorada, entre suas coxas. Então a campainha tocou, um som agudo que rasgou o silêncio e disparou um flash quente de expectativa através de seu ventre.

Na porta estava Jonas, o padrinho de casamento do marido dela. Gotas brilhavam em seus cabelos escuros, sua camisa colada aos ombros, revelando cada contorno de seu peito e braços. As linhas molhadas desenhavam os músculos duros de sua barriga, e ela podia ver o volume grosso entre suas pernas, que se destacava contra o tecido úmido de sua calça. “Meu carro quebrou”, ele disse com um sorriso torto que mostrava seus dentes. “Posso pegar seu telefone emprestado? O meu morreu.” Sua voz era grave, rouca da chuva, e um arrepio percorreu sua pele quando ela deixou o olhar vagar por seus lábios molhados. Ela sentiu sua boceta ficar úmida, uma sensação quente e pegajosa que se espalhava lentamente em sua calcinha.

Ela se afastou, deixando-o entrar. Enquanto ele telefonava, ela o observava discretamente. Eles se conheciam há anos, mas nunca tinham ficado sozinhos. O jeito como ele passava a mão pelos cabelos molhados despertou algo nela que há muito havia esquecido. Ela sentiu seus mamilos endurecerem sob o tecido fino de seu suéter, uma pulsação secreta que ela não conseguia controlar. A camisa dele colava em sua barriga, e ela podia ver a linha do cinto, o início de seus quadris, e abaixo disso o volume evidente de seu pau, que pressionava contra o tecido de sua calça. Sua respiração ficou mais superficial, e seus nós dos dedos ficaram brancos enquanto ela se segurava na borda da mesa.

O Toque

“O guincho vem em duas horas”, ele disse quando desligou. Ela acenou, oferecendo-lhe café. Na cozinha, eles ficaram próximos quando ela lhe entregou a xícara. Seus dedos se tocaram – um choque elétrico curto que os fez parar. Ela sentiu seu coração bater mais rápido, como se tivesse esperado por aquele momento. O polegar dele acariciou suavemente as costas de sua mão, um gesto que dizia mais que palavras. Ela olhou em seus olhos, que de repente pareciam mais profundos, e soube que estava em um ponto de virada. O café fumegava intocado entre eles, enquanto seu ventre começava a pulsar, uma dor leve e úmida que se espalhava entre suas coxas e encharcava sua calcinha.

“Desculpe”, ela murmurou, mas não retirou a mão. Ele a olhou, e em seus olhos havia uma pergunta. Ela respondeu com um aceno quase imperceptível, enquanto sua língua passava sobre seus lábios secos. O café fumegava intocado entre eles, enquanto o ar crepitava de tensão. Ela podia sentir o cheiro de sua camisa molhada, misturado com o cheiro de chuva e algo indefinível, masculino, que entorpecia seus sentidos e deixava sua boceta ainda mais molhada.

Ele colocou a xícara de lado, deu um passo mais perto. Sua mão encontrou seu quadril, puxando-a suavemente para perto. Ela sentiu o tecido de sua camisa molhada em sua pele, o leve tremor em seus dedos. “Lena”, ele sussurrou, e sua respiração roçou seu pescoço, quente e úmida. Ela fechou os olhos, se deixou cair. Suas mãos deslizaram sobre seu peito, sentindo o calor que penetrava pela camisa molhada, e os músculos duros por baixo. Ela ouviu seu próprio coração nos ouvidos quando ele se inclinou e colocou seus lábios suavemente sobre os dela. Foi um primeiro beijo, terno, mas cheio de promessas.

Então ele se tornou mais exigente. A ponta de sua língua pressionou contra seus lábios, e ela se abriu, deixando-o entrar. O gosto de chuva e café se misturou com sua saliva enquanto ele explorava sua boca, penetrando fundo nela, como se quisesse lamber sua garganta. Sua mão vagou de seu quadril para sua bunda, apertando-a mais contra si. Ela sentiu a dureza de seu pau através da calça, uma pressão grossa e insistente contra sua barriga, que parecia longo e maciço. Um gemido baixo escapou de sua garganta quando ele se esfregou nela, e ela soube que não podia mais voltar atrás. Sua boceta ardia de desejo, e ela sentiu sua umidade escorrer por suas coxas.

A Descoberta

Sua boca encontrou seu pescoço, enquanto seus dedos encontravam a barra de seu suéter e o empurravam para cima. “Eu quero você”, ele murmurou contra sua pele, e suas palavras a fizeram tremer. Ela o ajudou a puxar o suéter por cima da cabeça, e ficou diante dele, apenas no sutiã fino. Seus olhos queimavam em seus seios, que se delineavam sob o tecido, as pontas duras de seus mamilos pressionando contra o material fino. “Deus, Lena”, ele suspirou, e suas mãos envolveram sua cintura, puxando-a para mais perto. Ele se inclinou e lambeu seu sutiã, diretamente sobre seu mamilo, e ela sentiu o tecido ficar molhado enquanto sua saliva molhava a ponta dura.

Ele se ajoelhou diante dela, tirou seu sutiã, libertando seus seios. Eles caíram pesados em suas mãos, cheios e redondos, com mamilos rosados e duros que o desejavam. Sua língua circulou seu mamilo esquerdo, lambendo-o até que ele ficasse duro e pontudo, um pequeno nó vermelho de prazer. Ela gemeu alto quando ele o levou à boca e chupou suavemente, seus lábios se fechando ao redor da ponta dura e sugando como se quisesse tirar leite dela. Seus dedos se cravaram em seus cabelos molhados, pressionando-o mais fundo. “Sim, Jonas, por favor”, ela sussurrou, enquanto sua mão livre massageava seu seio direito, amassando a pele entre seus dedos, rolando seu mamilo entre o polegar e o indicador até que ela gritasse de dor e prazer.

Então ele a levantou, carregou-a para a sala de estar, deixando-a deslizar sobre o sofá macio. Acima deles, a chuva tamborilava contra os vidros, e o mundo lá fora desaparecia. Ele se ajoelhou diante dela, tirou seu suéter, libertou-a da calça jeans e da calcinha. Suas pernas se abriram como que por si mesmas, e ela ficou nua diante dele, sua boceta já brilhando de umidade, os lábios vaginais inchados e abertos, prontos para ele. Ele fitou sua boceta molhada, e ela viu seu pau pulsar dentro da calça. Seus olhares queimavam em sua pele nua. Ela estremeceu, não de frio, mas de desejo. Suas mãos deslizaram sobre suas coxas, lentamente, como se quisesse saborear cada centímetro. Ela se arqueou em sua direção, uma súplica muda.

“Você é linda”,

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