Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

O sol havia se posto atrás dos picos do Zillertal, e uma névoa aveludada e quente se deitava como um véu úmido sobre o vale. Lena, uma professora de yoga de Munique com longos cabelos castanhos e um corpo tonificado, estava no terraço do seu chalé isolado de esqui. Ela usava apenas um vestido fino de algodão branco, que acariciava suas curvas. O cheiro de tomilho selvagem e grama úmida subia até seu nariz, e ela respirou fundo, deixando o ar fresco entrar em seus pulmões. Ela tinha vindo para escapar do estresse da cidade grande, mas seus pensamentos giravam sem parar em torno dele: Max. Ontem, depois da sua aula de yoga, ele a olhou com aqueles olhos pretos profundos e aquele sorriso atrevido que tinha escorregado direto para os seus sonhos mais molhados.
Lena se apoiou no corrimão, os quadris levemente empurrados para frente. Ela sentiu seus mamilos endurecerem sob o tecido fino ao pensar no olhar dele. Ele a tinha convidado para jantar, e agora estava lá embaixo no jardim, uma taça de vinho tinto na mão, a luz do sol poente se refletindo no vidro. Ele olhou para cima, e seu olhar vagou lentamente pelo corpo dela, demorando-se nos seios, depois mais abaixo. Lena sentiu seu coração batendo contra as costelas e um calor úmido subindo entre suas pernas. Ela sorriu, um sorriso convidativo, quase desafiador, e ele subiu os degraus de pedra.
— Ei — disse ele, a voz grave e rouca. Ele parou bem na frente dela, tão perto que ela podia sentir o cheiro de sabonete e almíscar. — Passei o dia todo pensando em você. — Ele se sentou no banco de madeira ao lado dela, sua perna roçando a dela. A névoa os envolvia como um cobertor quente, e o silêncio era quebrado apenas pelo canto dos grilos. Eles conversaram sobre tudo: sobre as posturas que ela ensinava, sobre o trabalho dele como arquiteto, sobre a solidão que ambos sentiam na cidade. Mas cada palavra era apenas um prelúdio, uma carícia no ar, enquanto seus corpos se aproximavam. A pele de Lena formigava, e ela podia cortar a tensão entre eles. Ela se inclinou para frente, seus lábios a apenas um centímetro dos dele. — Me beija — sussurrou ela, a voz rouca de desejo.
A boca dele encontrou a dela, suave primeiro, depois mais exigente. A língua dele se insinuou entre seus lábios, e ela se abriu para ele, deixando-o entrar em sua boca. Era como se um fogo ardesse dentro dela. Ela enterrou os dedos nos cabelos densos e escuros dele, puxando-o para mais perto. As mãos dele percorreram suas costas, deslizando sobre o tecido fino do vestido, e quando ele agarrou seus seios, ela gemeu na boca dele. — Max — ofegou ela, quando ele se afastou para beijar seu pescoço, seus lábios na garganta dela, as mordidas suaves, mas exigentes. — Eu quero você. Agora.
Ele se levantou, puxando-a para cima. Suas mãos encontraram a barra do vestido, e ele o tirou por cima da cabeça dela, devagar, com prazer. A névoa fria acariciou sua pele nua, e ela ficou diante dele, apenas de calcinha preta minúscula. Seus seios, firmes e cheios, se destacavam contra a luz pálida. Ele deixou o olhar percorrê-la, e nos olhos dele ela viu pura, crua ganância. — Você é tão gostosa pra caralho — murmurou ele, aproximando-se. Suas mãos encontraram seus quadris, puxando-a contra o corpo dele. Ela sentiu a dureza dele através da calça jeans, grossa e urgente. Ela se esfregou contra ele, soltando um gemido baixo.
— Tira a roupa — ordenou ela, a voz sem fôlego. Ele obedeceu imediatamente. Em um instante, ambos estavam nus, a névoa se assentando sobre sua pele quente. O pau dele estava ereto, magnífico, a cabeça úmida e brilhando ao luar. Ela o envolveu com uma mão, deslizando os dedos ao longo do comprimento, sentindo-o pulsar sob seu toque. — Sim, me toca — gemeu ele, as mãos nos cabelos dela. Ela se ajoelhou diante dele, sem hesitar, e levou o pau dele à boca. Ela o deixou deslizar fundo em sua garganta, sentindo-o roçar no céu da boca, e começou a chupar, ritmado, exigente. Os quadris dele avançaram contra ela, e ele gemeu alto, um som animalesco que ecoou no silêncio. — Sua boca é boa pra caralho — cuspiu ele. Ela o levou inteiro, os lábios envolvendo a haste, enquanto a língua percorria a parte inferior sensível. Ela sentiu ele ficar ainda mais duro, o pulso dele batendo contra sua língua.
Então ele a puxou para cima. Suas mãos rasgaram a calcinha dela, e ele a pressionou contra o corrimão do terraço. A madeira fria se cravou nas costas dela, enquanto ele se posicionava diante dela, o pau pressionando contra sua buceta molhada e quente. Ele acariciou seus lábios vaginais, deslizando um dedo em sua fenda encharcada. — Você está tão molhada — sussurrou ele, a voz um rosnado rouco. — Tão pronta para mim. — Lena só conseguiu acenar, os joelhos ficando moles. — Sim, me fode, Max. Com força.
Ele encostou a ponta do pau na abertura dela, e então avançou, em uma única estocada profunda. Ela gritou, um som agudo de prazer, quando ele a penetrou. As mãos dele agarraram seus quadris, e ele começou a foder, devagar primeiro, depois cada vez mais rápido. Cada estocada a levava mais fundo no êxtase. Ela sentia o quadril batendo contra o corrimão, o frio da madeira lutando contra seu calor. — Sim, exatamente assim — gemeu ela, os dedos cravados nos ombros dele. — Me fode, me fode logo direito!
Ele obedeceu. As estocadas ficaram mais profundas, mais duras, mais implacáveis. As bolas dele batiam contra a pele molhada dela, e o som da carne se chocando enchia a noite silenciosa. Ele se inclinou, os lábios no ouvido dela, e sussurrou coisas sujas. — Sim, sua puta gostosa, aguenta ele inteiro. Sente o quanto eu estou fundo em você? Como eu estou arrebentando sua buceta apertada? — Lena respondeu com um gemido longo e profundo, enquanto seus músculos se contraíam em volta dele. Ela não conseguia mais pensar com clareza, seu corpo inteiro era um único nervo vibrante de prazer. Ela queria senti-lo naquele momento, queria que ele a preenchesse.
Ele a girou, empurrando-a sobre o corrimão, os seios dela pendendo livres, os mamilos, duros e pontudos, roçando contra a madeira úmida. Ele abriu as pernas dela, e então a tomou por trás. Esse ângulo era ainda mais profundo, ainda mais intenso. Ela sentiu ele bater no colo do útero, e ela gritou. — Oh, Deus, Max, sim! — Ele agarrou seus quadris, as unhas cravando na pele dela, e ele cravou o pau repetidamente dentro dela, como um possesso. — Sua vagabunda gostosa, você é minha — gemeu ele, a respiração pesada e rápida. — Vou foder essa buceta o verão inteiro.
Lena sentiu as primeiras ondas do orgasmo subirem dentro dela. Sua
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