Lembro-me exatamente do momento em que peguei na mão dela pela primeira vez – há quinze anos, num bar enfumaçado, onde o riso dela me atingiu mais fundo do que qualquer uísque. Agora ela estava sentada à minha frente, junto à lareira da nossa casa de campo, o reflexo das chamas dançando em suas bochechas, e o tempo derreteu num disco liso onde só esta noite importava. Minha vara já estava dura só de olhar para ela, como a luz se derramava sobre suas curvas, como seus peitos respiravam sob o vestido de veludo.

O Silêncio Entre Nós
A mesa estava posta, velas tremeluziam, o vinho tinto respirava no decantador. Lá fora, a chuva de novembro batia contra as janelas, e dentro cheirava a fumaça de lenha e ao perfume fino de lavanda da pele dela – esse cheiro que ainda me faz cair de joelhos em um segundo e deixa minha vara dura como aço. Ela usava um vestido de veludo verde-escuro, que deixava os ombros nus, e o fino anel de ouro que lhe dei no casamento. Os dedos dela brincavam com a haste da taça, e seu olhar pousava em mim, mais velho e mais profundo do que todas as palavras que já trocamos. Eu podia ver como os mamilos dela se marcavam sob o tecido, duros e prontos.
— Lembra do nosso primeiro aniversário? — disse ela baixinho. — Dormimos neste quarto, e você me escreveu uma carta de amor.
Assenti. — Você ainda tem. — Lembrei de como a fodi naquela época, por horas, até os dois ficarmos exaustos e encharcados de suor na cama.
— Claro. Está no cofre ao lado da cama. — O sorriso dela ainda tinha aquela falha, aquele leve desvio que fazia meu coração tropeçar toda vez. — Éramos tão loucos naquela época. Não conseguíamos tirar as mãos um do outro.
— E não somos mais? — Minha mão deslizou inconscientemente para minha virilha, onde minha vara já pressionava contra a calça.
Ela largou a taça, levantou-se e contornou a mesa. Seus passos eram suaves no assoalho, o vestido farfalhava, e quando parou na minha frente, colocou a mão na minha bochecha. O toque era quente, seus dedos tremiam levemente. Senti minha vara pulsar quando ela me olhou com aqueles olhos escuros e famintos.
— Somos — sussurrou ela. — Só que às vezes esquecemos. — A mão dela deslizou mais para baixo, sobre meu peito, minha barriga, até pousar na minha virilha, diretamente sobre minha vara dura. — Não me esqueci de você — murmurou.
Puxei-a para o meu colo, as pernas dela se aninharam nos meus quadris, e por um momento ficamos parados, sentindo a respiração um do outro, o batimento cardíaco que lentamente se sincronizava. A bunda dela se pressionou contra minha vara dura, e eu podia sentir o calor da boceta molhada dela através do tecido. A chuva lá fora ficou mais forte, o fogo crepitou, e eu enterrei o rosto no cabelo dela, aspirei o perfume como um afogado, enquanto minhas mãos deslizavam pelo corpo dela.
O Primeiro Toque
Minhas mãos deslizaram pelas costas dela, a costura macia do veludo, e depois mais para baixo, até a bunda dela, que se aninhou firme nas minhas palmas. Amassei as nádegas cheias, senti como se contraíam sob meus dedos. Ela suspirou, e a respiração dela estava quente no meu ouvido. — Quero sentir você — disse ela, e a voz estava rouca de tesão. — Não só o dia a dia. Você. Sua vara dentro de mim.
Levantei-a, carreguei-a até o quarto — nosso quarto, que mobiliamos anos atrás, com a cama larga de carvalho e os lençóis de linho branco. A chuva agora tamborilava contra as vidraças, e o quarto estava na penumbra, só o reflexo da lareira lançava sombras trêmulas. Deitei-a na cama, ajoelhei-me ao lado dela e olhei para ela. Os olhos dela estavam escuros no crepúsculo, as pupilas dilatadas de desejo, e o peito dela subia e descia mais rápido. Eu podia ver a mancha úmida no vestido dela, onde a boceta já pressionava contra o tecido.
— Eu te amo — disse, e as palavras pareceram novas, como se as dissesse pela primeira vez, enquanto minha mão já levantava a saia dela.
— Eu sei — respondeu ela, e não soou arrogante, mas como uma promessa. — Me mostre. Me fode. Com força.
Inclinei-me sobre ela, beijei sua boca, devagar, explorando, como se precisasse redescobrir seus lábios. Ela se abriu para mim, e sua língua encontrou a minha, um primeiro jogo hesitante que rapidamente ganhou intensidade. Minha mão encontrou o zíper do vestido dela, puxou-o, e o veludo se soltou da pele, revelando os ombros, os peitos que apareciam por baixo do sutiã de renda fina. Rasguei o sutiã para o lado e os peitos dela caíram para fora, cheios e pesados, com mamilos duros e escuros que pediam minha boca. Beijei seu pescoço, a covinha da clavícula, e senti como ela tremia. Então peguei um mamilo entre os dentes e mordi de leve.
— Ah, sim! — gemeu ela, e as costas dela se arquearam. — Mais, me morde mais forte!
Obedeci, mordiscando e chupando a ponta dura, enquanto minha mão massageava o outro peito, rolando o mamilo entre o polegar e o indicador. Ela ficou molhada debaixo de mim, eu podia sentir o cheiro, aquele perfume doce e pesado da boceta excitada dela.
— Suas mãos estão tão frias — sussurrou ela rindo, mas o riso parou quando coloquei meus lábios no mamilo dela e chupei com força. Ela arqueou as costas, pressionou-se contra mim, e eu peguei a ponta entre os dentes, mordisquei de leve, até que ela ofegou e enterrou os dedos no meu cabelo. Deixei minha mão descer mais, sobre a barriga dela, até a cintura da calcinha, que já estava encharcada.
— Me tira — pediu ela, e eu obedeci, tirei o sutiã e o vestido do corpo dela, até que ela ficou nua diante de mim, na luz bruxuleante, com a pele clara e sombras escuras. Rasguei a calcinha dela para baixo e a boceta molhada e raspada ficou exposta na minha frente, os lábios inchados e úmidos, um fio fino de seiva escorrendo para o lençol. Deixei meu olhar percorrê-la, sobre as curvas que eu conhecia tão bem e que ainda assim me surpreendiam toda vez. As pernas dela estavam bem abertas, e entre elas brilhava úmido, convidativo, pronta para minha vara.
A Preliminar das Mãos
Eu me despi, devagar, enquanto ela me olhava, com uma expressão faminta que me deixou ainda mais duro. Quando fiquei nu, minha vara se erguia rija e túrgida, a glande brilhava úmida, uma gota grossa de pré-gozo perlava na ponta. Ela lambeu os lábios quando viu. Deitei-me ao lado dela, e minha mão deslizou sobre sua barriga, mais para baixo, até encontrar o calor úmido entre suas coxas. Ela gemeu baixinho, enquanto eu
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