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A Noite das Portas Abertas

Contos de Ménage · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de cravo pesava no ar quando abri a porta — uma mistura acre de suor e um perfume adocicado que não consegui identificar. Eram duas da manhã, eu só queria pegar água. Mas a mão na maçaneta parou quando vi Lena e Marie na cama, nuas, enroscadas uma na outra, a pele brilhando na luz fraca do poste. A mão de Marie estava entre as pernas de Lena, os dedos se movendo devagar, e a cabeça de Lena estava inclinada para trás, a boca ligeiramente aberta.

“Entra, Felix”, disse Lena, sem levantar a cabeça. A voz rouca, mas clara, como se tivesse esperado exatamente por aquele momento. Os dedos dela se cravaram nos lençóis enquanto a mão de Marie descia mais fundo.

Eu hesitei. Marie ergueu a cabeça, os olhos escuros, arregalados. “Sentimos sua falta.” Um sorriso, tímido e ao mesmo tempo exigente. Ela tirou a mão da boceta de Lena, devagar, um fio de umidade se esticando entre os dedos.

Meu pulso martelava. Fechei a porta. A tranca caiu, um clique suave que rompeu o silêncio. Senti meu pau endurecer dentro da calça, pressionando o tecido.

“Tira a roupa”, sussurrou Marie, a voz trêmula, mas as mãos firmes quando puxou minha camiseta pela cabeça. O tecido roçou minha pele, depois as pontas dos dedos dela — um toque fugaz na minha barriga que me fez estremecer. Meus mamilos endureceram sob o olhar dela.

Lena soltou meu cinto, devagar, quase com devoção. Os dedos dela tremiam levemente quando abriu o botão. Eu ajudei, empurrando o jeans pelos quadris, enquanto Marie explorava meu peito, mãos planas que deslizavam, as unhas deixando marcas finas e ardentes. O zíper zuniu, o jeans caiu no chão. Minha cueca esticava sobre o volume.

“Deita.” Obedeci, me deixando cair de costas, a cabeça no travesseiro dela. Acima de mim, o rosto de Marie, o cabelo caindo como uma cortina. Ela cheirava a suor e um perfume doce, desconhecido, inebriante. Os seios dela pendiam sobre mim, os mamilos duros e escuros.

Os lábios dela tocaram meu pescoço, hesitantes, depois exigentes. A respiração quente e rápida enquanto descia para o peito. A língua brincou com meu mamilo, primeiro um, depois o outro, um círculo úmido que me fez gemer. Ao mesmo tempo, Lena pegou minha mão e a colocou na coxa dela — lisa, quente. A pele queimava sob meus dedos.

Deixei a mão deslizar mais alto, sobre a colina suave do púbis, encontrando o triângulo úmido. Ela abriu as pernas, um convite mudo. Meus dedos deslizaram na fenda, sentindo o calor, a umidade. Ela estava molhada, pingando. A boceta se abriu sob meu toque, os lábios inchados e prontos.

Marie fechou os lábios em volta do meu mamilo, a língua girando devagar, enquanto a mão descia pela minha barriga. Ela envolveu meu pau, que estava duro e rijo, a pele retraída, a glande nua e sensível. Brincou com ele, um roçar suave que me fez contrair. “Tão duro”, sussurrou, a voz rouca de desejo.

Enterrei dois dedos na boceta de Lena, sentindo ela se contrair em volta de mim. Ela gemeu, se pressionando contra minha mão. O suor escorria pelos meus dedos, quente e pegajoso. Encontrei o clitóris dela, uma pérola dura, e o esfreguei com o polegar. Ela se arqueou, as mãos agarrando os lençóis.

“Sim, bem aí”, ofegou, a voz trêmula. Os quadris se moviam contra minha mão, um empurrão rítmico. Senti os músculos se tensionarem, tremendo em direção à libertação.

Marie se inclinou, os lábios envolvendo minha glande, uma sensação úmida e quente que me tirou o fôlego. A língua circulou a ponta sensível, depois desceu mais fundo, me engolindo inteiro. Gemi alto, enterrando uma mão no cabelo cacheado de Lena, a outra no de Marie.

Era avassalador. Duas mulheres, cada uma do seu jeito. Lena exigente, se pressionando contra meus dedos, enquanto Marie me mimava com uma devoção que me tirava a razão. A boca dela subia e descia, um som úmido de sucção que preenchia o quarto. A língua encontrava o ponto mais sensível sob a glande, e eu sentia a onda se formando.

“Ainda não”, ofeguei, mas Marie riu baixinho, uma vibração no meu pau. “Agora”, disse ela, e acelerou. Ela me engoliu mais fundo, até os lábios tocarem a base, a garganta se fechando em volta da glande. Senti a tensão explodir dentro de mim, o gozo jorrando na boca dela. Ela engoliu, sem hesitar, a língua me limpando até a última gota desaparecer.

Quando voltei a enxergar claro, Marie estava deitada ao meu lado, os dedos desenhando padrões no meu peito. Lena se ajoelhava sobre mim, sorrindo. “Isso foi só o começo”, disse ela, trocando um olhar com Marie. Ela se inclinou, os lábios tocando os meus, um beijo que tinha gosto de mim e de Marie.

“Agora é sua vez”, sussurrou Marie. Elas se viraram, se posicionaram sobre mim, costas com costas. Lena desceu sobre meu rosto, as coxas se pressionando contra minhas bochechas, enquanto Marie se inclinava sobre meus quadris. Senti o calor úmido de Lena sobre minha boca, o cheiro dela, intenso, inebriante. Minha língua encontrou o caminho, tateando, explorando. Os lábios estavam inchados, o clitóris saliente, uma pérola dura. Circulei a ponta da língua em volta dele, sentindo ela se contrair.

Ela gemeu quando encontrei o ponto que a fazia tremer. “Oh, sim, bem aí”, ofegou, os dedos se cravando no meu cabelo. Mergulhei mais fundo, a língua deslizando na boceta dela, provando o suco que escorria. Salgado, doce, com gosto dela.

Ao mesmo tempo, a boca de Marie me envolveu novamente, desta vez mais fundo, mais exigente. Meu pau estava duro de novo, pulsando, pronto. Ela me engoliu inteiro, a garganta se abrindo, enquanto a mão dela envolvia minhas bolas, apertando de leve. Eu estava preso entre elas, o ritmo aumentando, me impulsionando. Me concentrei em Lena, nas reações dela, no tremor, na mão no meu cabelo que me apertava mais forte.

Ela gozou com um grito abafado, os músculos se contraindo, o suco escorrendo pelo meu rosto enquanto se pressionava contra mim. Continuei lambendo, através do orgasmo dela, até ela relaxar e rolar para o lado.

Marie sentiu, parou por um instante, sussurrou algo ininteligível. Depois me pegou na boca de novo, com mais força. A língua girava em volta da glande, os lábios sugavam. Eu estava perto, perto demais, mas queria senti-la primeiro. Agarrei os quadris dela, virei-a, me ajoelhando sobre ela. Ela estava de costas, as pernas abertas, a boceta aberta e molhada, olhando para cima de mim.

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