L Lorotica O portal erótico multilíngue

O pacto em obsidiana

Contos de Fantástico · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

„Você precisa deixar suas dúvidas de lado se quiser entender a verdadeira magia.“ A respiração dela roçou a nuca dele, úmida e ardente, enquanto ela se inclinava sobre ele. „Dúvidas são a morte de toda invocação.“ A ponta da língua dela percorreu o ponto sensível atrás da orelha dele, um traço úmido e quente que o fez estremecer.

Lukas sentiu o perfume dela – uma mistura de sálvia e algo metálico, como ozônio depois de uma tempestade, que deixava o ar pesado e carregado. Mas por baixo estava o cheiro natural dela: acre, feminino, um toque de boceta úmida que ansiava por ele. „Não duvido de você, Isolde. Duvido de mim.“ Ele segurava o cajado de carvalho à sua frente, a ponta incrustada com um cristal azul. Suas mãos tremiam, o suor brotava em sua testa, mas sua ereção já pulsava sob a calça, dura e inconfundível.

Isolde riu baixinho. Um som como vidro arrastado sobre pedra, agudo e perigoso. „Bom. Dúvidas são honestas. Mas agora é hora de coragem.“ Ela ficou na frente dele, para que ele pudesse ver o rosto dela – as maçãs do rosto afiadas, os olhos cor de âmbar, os lábios entreabertos, úmidos e promissores. Seu vestido preto abraçava seus quadris como uma segunda pele, cada detalhe de suas curvas por baixo se delineando. As pontas duras de seus mamilos se pressionavam através do tecido, e entre suas pernas uma mancha úmida se formava, incendiando a imaginação dele. „O pacto exige mais do que palavras. Ele precisa ser selado, com tudo o que somos.“

Lukas engoliu em seco. Sua boca estava seca, mas seu pau estava duro como pedra, pressionando dolorosamente contra o zíper da calça. „O que você quer dizer com isso?“

Ela tirou o cajado dele e o colocou sobre o altar de obsidiana coberto de runas. Então, segurou as mãos dele. Os dedos dela eram frios, mas a pressão era firme, exigente. „Magia não é abstrata. Ela flui através dos corpos, através do sangue, através do toque. Um pacto é selado quando duas vontades se tornam uma – em todos os níveis.“ A voz dela baixou para um sussurro que fez a pele dele formigar. „Eu quero você, Lukas. Não apenas como aluno. Como parceiro. Igual. Quero sentir seu pau duro dentro de mim, quero que você me foda até eu gritar. Se você aceitar o pacto, nunca mais será o mesmo.“

A Decisão

Seu coração batia forte contra as costelas, uma pancada selvagem e desritmada. Ele já suspeitava que esse momento chegaria – as noites em que ela o ensinava por mais tempo do que o necessário, os olhares dela que demoravam na boca dele, os toques casuais que deixavam um calor elétrico, como uma faísca queimando sob sua pele. „E se eu aceitar?“, perguntou ele, rouco, a voz quase um arranhão.

Isolde sorriu. Um sorriso genuíno, que fez os olhos dela brilharem, dourados como mel líquido. „Então eu abrirei para você os portões do poder. Mas primeiro, eu me abrirei para você.“ Ela soltou as mãos dele e deu um passo para trás. Com um movimento lento e deliberado, puxou o cordão que prendia o vestido nas costas. O tecido deslizou dos ombros dela, sedoso e pesado, caiu sobre os seios dela e se amontoou aos pés dela. Ela ficou nua diante dele, a luz das velas dançando em sua pele e pintando sombras nas cavidades de sua cintura, na curva de seus quadris, no arco suave de suas costas. Um brilho úmido reluzia entre as pernas dela, seus lábios da vagina já inchados e prontos.

Lukas prendeu a respiração. O ar na câmara parecia de repente muito denso, muito quente. Ele já a tinha despido em sua fantasia muitas vezes, mas a realidade superava tudo. Os seios dela eram cheios, pesados, os mamilos escuros e eriçados, duros de desejo, grandes como as unhas dos polegares dele e igualmente sensíveis. A penugem entre as pernas dela era mais clara que o cabelo dela, quase dourada, mas por baixo sua boceta já estava molhada, os lábios úmidos brilhando à luz das velas. Ela não fez nenhum gesto para se cobrir. „Venha aqui“, disse ela suavemente, mas com um tom que não admitia contestação, que percorreu o corpo dele como uma ordem.

Ele se aproximou. Suas mãos tremiam quando tocou o rosto dela, a bochecha, o maxilar. A pele dela era quente, macia, pulsando sob as pontas dos dedos dele. Ela colocou as mãos no peito dele, sentiu as batidas do coração dele, que martelavam contra as palmas dela. „Tire a roupa“, sussurrou ela. „Quero sentir sua pele na minha. Quero sentir você, cada centímetro. Especialmente aquele ali.“ Ela apontou para o volume na calça dele, que mal dava mais para esconder.

A Desnudação

Lukas obedeceu, os movimentos apressados, quase desajeitados. Ele soltou o cinto, deixou a calça cair, tirou a camisa. O ar frio da câmara o envolveu, mas a proximidade de Isolde o aquecia, queimava em sua pele. Seu pau saltou livre, duro e ereto, a glande já úmida de pré-gozo, uma gota grossa escorrendo lentamente pela parte de baixo. Ela o examinou sem vergonha, deixou o olhar percorrer os ombros dele, o peito, a barriga, até descer até a ereção dele, que se pressionava dura e insistente contra a coxa dela. „Você é lindo“, murmurou ela, a voz profunda e rouca. „Seu pau é lindo. Forte. Pronto. Exatamente como eu queria você.“ Ela o envolveu com uma mão, sentiu a dureza, o calor, a pele lisa que esticava sobre as veias.

Ela o guiou para trás, até um divã baixo coberto de veludo preto. „Deite-se.“ Ele obedeceu, e ela montou nele, o quadril sobre o eixo dele, o calor entre as pernas dela como fogo aberto. Ele podia sentir a umidade dela em sua pele, os lábios da vagina dela roçando sua barriga, deixando um rastro molhado. Mas ela não se sentou imediatamente. Em vez disso, inclinou-se para a frente, deixou os mamilos dela deslizarem sobre o peito dele, pontas duras e sensíveis que deixavam um rastro de fogo, enquanto segurava a cabeça dele entre as mãos e o beijava.

O beijo dela era exigente, faminto, a língua dela forçando entrada na boca dele, explorando, sugando o lábio inferior dele até ficar vermelho e inchado. Lukas gemeu na boca dela, um som profundo e gutural, as mãos dele deslizando pelas costas dela, pelas nádegas dela, puxando-a para mais perto. Ela cheirava a magia – a ervas, a fumaça, a algo selvagem e indomado. Ele enterrou os dedos no cabelo dela, que se enroscava sedoso em torno deles, e puxou até a cabeça dela cair para trás e o pescoço dela ficar exposto.

Isolde desfez o beijo e olhou nos olhos dele. „Diga. Diga que você quer o pacto. Diga que você me quer. Diga que você quer me foder, com força e fundo, até eu gozar e a magia fluir através de nós.“

„Eu quero“, ele forçou, as palavras roucas e desesperadas. „Eu quero tudo.“

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi