Raya ergue a lâmina de ferro pesada do console de pedra desgastado. A alavanca cede com um rangido, e um rugido profundo percorre as antigas muralhas. Poeira chove do teto enquanto uma câmara oculta se abre. Ela não hesita um segundo, adentra a escuridão que cheira a terra úmida e magia esquecida. Atrás dela, o corredor se fecha com um clique surdo. Seu coração dispara, mas sua mão permanece firme no punho da espada. Ela está aqui para renovar o pacto – uma aliança selada há séculos e que agora ameaça esvanecer. Sua boceta úmida já pulsa sob a calça de couro apertada, uma premonição do que está por vir. Ela sente seus lábios vaginais incharem enquanto o templo oculto a chama. O tecido roça contra seu clitóris sensível, já duro e inchado, e ela morde o lábio para não gemer. Cada passo que ela dá mais fundo no corredor faz seu monte de Vênus pressionar contra a costura da calça, e ela sente sua buceta ficar cada vez mais molhada.

A sala em que ela se encontra é um templo além do tempo. Sem janelas, sem saída reconhecível. As paredes de obsidiana negra parecem engolir a luz fraca de um fogo invisível. No centro, há um altar feito de um único cristal branco-leitoso, que parece brilhar por dentro. E lá, nos degraus do altar, está ele – o transformador. Raya sente sua calcinha encharcar de umidade quando o vê. Seu corpo sabe o que sua mente ainda não compreendeu completamente. Um jato quente de seiva jorra de sua boceta, e ela precisa apertar levemente as pernas para não perder o controle. Seus mamilos ficam duros como pedra sob a armadura, roçando contra o couro áspero e enviando pequenos choques elétricos por seu corpo.
Kael está em sua forma humana, mas Raya o reconhece imediatamente. Sua pele tem o brilho escuro de ébano polido, e seus olhos alternam entre âmbar profundo e prata líquida. Seu corpo é esguio e flexível, com uma graça que lembra um felino. Ele usa apenas uma calça folgada de couro macio, assentada baixa em seus quadris. Quando a vê, um sorriso fino nos lábios, ele se levanta. Sua glande se destaca claramente sob o couro macio, dura e pronta. Uma mancha escura de umidade de antecipação já se formou no tecido. Os mamilos de Raya ficam duros sob sua armadura quando ela vê isso. Ela consegue distinguir os contornos de seu pau grosso e comprido, pressionando contra sua perna, e sua buceta contrai de desejo.
“Raya”, diz ele, sua voz grave e áspera como pedra moída. “Eu sabia que você viria. Sua boceta já arde por mim, não é? Consigo sentir o cheiro do seu tesão, doce e úmido, como mel e desejo.” Ele cheira demonstrativamente, suas narinas se dilatam. “Sinto o cheiro do seu molho, Raya. Ele está pingando da sua xana e encharcando sua calça. Mal pode esperar para sentir minha língua dentro de você.”
“O pacto está em perigo”, ela responde, sua voz firme, embora sua boceta pulse de desejo. “As fronteiras entre os mundos estão se rasgando. Preciso da sua força.” Seus dedos apertam o punho da espada com mais força para não rasgar a armadura imediatamente e se jogar aos pés dele. Outra onda de umidade escorre por suas coxas, e ela sente seus lábios vaginais se abrirem como pétalas.
Ele se aproxima, circulando-a lentamente. Sua presença é avassaladora, uma mistura de selvageria e controle. “Você sabe o que o pacto exige. Não apenas sangue, mas uma conexão mais profunda. Uma fusão de essências. Eu preciso gozar dentro de você, fundo na sua xana, até meu sêmen encharcar a magia. Seu molho precisa fluir neste altar, se misturar com o cristal. Eu vou te foder até você não saber mais onde você termina e eu começo.”
Raya engole em seco. Ela ouviu falar disso, mas os detalhes permaneceram obscuros. “Explique para mim”, ela sussurra, enquanto sua calcinha já está completamente encharcada. Ela pode sentir a umidade através da calça em sua pele, uma sensação fria e molhada que a deixa ainda mais com tesão.
Kael para na frente dela, a apenas um palmo de distância. Ele levanta a mão e coloca a ponta dos dedos suavemente em sua bochecha. Seu toque é quente, surpreendentemente macio. “A magia que sela nossa aliança é antiga. Ela exige que nos demos um ao outro o que é mais precioso: nossa força vital. E o caminho para transferi-la é íntimo. Vou enfiar minha língua na sua fenda molhada até você gritar. Vou lamber seu clitóris até você gozar na minha cara. Então vou enfiar meu pau duro na sua boceta apertada até você gozar. Sua gozada fará os cristais brilharem. Vamos nos unir neste altar, e sua boceta vai absorver meu esperma até ele escorrer de você.”
Seus olhos a prendem. Ela entende. Sua respiração prende, e entre suas pernas fica ainda mais úmido. “Você quer dizer…”
“Sim”, ele sussurra, seu polegar deslizando sobre o lábio inferior dela. “O pacto será selado neste templo através da carne. Cada toque, cada respiração, cada fusão de nossos corpos alimentará a magia. Precisamos nos entregar completamente, Raya. Sem reservas. Vou foder sua boceta até você não conseguir mais ficar de pé. E então vou pegar seu cu. Vou penetrar seu cu apertado e quente e te possuir tão fundo como você nunca experimentou.”
Por um batimento cardíaco, ela hesita. Mas ela é uma guerreira, acostumada à determinação. Este é seu caminho para cumprir seu propósito. Ela coloca a mão sobre a dele, apertando seus dedos com mais força contra sua bochecha. Sua boceta contrai de antecipação. “Então vamos começar. Quero sentir seu pau duro dentro de mim. Quero sentir seu sêmen fundo na minha boceta. Me fode, Kael. Me fode até eu gritar.”
Kael sorri, desta vez mais amplamente, e em seus olhos brilha uma luz dourada. Ele pega a mão dela e a leva até o altar. O cristal pulsa suavemente enquanto eles se aproximam. “Deposite suas armas”, ele diz baixinho. “Aqui você não precisa delas. Apenas seu corpo nu e sua boceta molhada. Vou lamber cada centímetro de você antes de te possuir.”
Ela solta o cinto da espada, coloca a espada no chão. Depois as braçadeiras, a placa peitoral de couro endurecido. Peça por peça, ela se livra de sua armadura, até ficar apenas com uma camisa fina de linho sem mangas e uma calça de couro. Sua pele brilha sob o olhar dele. Seus seios, firmes e cheios, se destacam sob o tecido fino. Os mamilos estão duros como pequenos seixos. A camisa gruda em sua pele, transparente pela umidade que vaporiza de seu corpo.
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