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O Selo da Maga

Contos de Fantástico · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Kael lembra do primeiro dia em que entrou no templo. O ar vibrava com poder, e Elara estava ali, envolta em vestes esvoaçantes, o rosto oculto por uma máscara de sombras. Agora, anos depois, ele se ajoelha diante dela no chão frio de obsidiana, as mãos sobre os joelhos, sentindo o olhar dela como um peso físico. Seu pau já está meio duro, pressionando-se contra a parte interna da coxa, enquanto ele a encara nos olhos. A tensão no ar é palpável, espessa como mel, e ele pode sentir o cheiro do corpo dela – almíscar, misturado ao doce aroma de incenso. Sua respiração fica mais superficial, seu coração martela contra as costelas, quando ela abre sua veste com um único movimento fluido. Debaixo dela, ela está nua, sua pele brilha à luz das velas, seus peitos são pesados e cheios, os mamilos duros como pequenas pedrinhas. A visão faz seu pau inchar completamente, a glande brilhando úmida através do tecido de sua calça.

“Você passou nos testes”, diz ela, e sua voz ecoa pela alta cúpula, cada tom um comando que ressoa em seu sangue. “Mas um pacto exige mais do que conhecimento. Exige devoção.” Sua mão desliza lentamente sobre seu corpo, traçando os contornos de seus peitos, circulando um de seus mamilos duros até que ele se contrai sob seu toque. “Você está pronto para me dar tudo, Kael? Sua mente, sua alma – e seu corpo?” Ela se aproxima, seu cheiro o envolve, almíscar e incenso, e ele pode sentir o calor do corpo dela. Seus dedos descem mais, sobre seu ventre liso, até alcançarem sua boceta. Ela abre ligeiramente seus lábios vaginais, e ele vê o quanto ela está molhada, seu suco brilhando à luz das velas. “Quero sua resposta agora, Kael. Meu corpo espera por você. Minha boceta arde pelo seu pau. Então me diga, você está pronto?”

Kael ergue a cabeça. Ela tirou a máscara. Seu rosto é lindo, mas severo, os traços esculpidos como em alabastro. “Estou pronto”, sussurra ele, e a sala parece respirar. Seu pau fica ainda mais duro quando ele vê seus dedos deslizarem sobre seus mamilos, que se eriçam com o toque. “Mostre-me o que devo fazer. Quero sentir você. Quero enterrar meu pau em você até você gritar.” Ele se inclina para frente, sua língua lambe os lábios, o gosto da excitação dela já está no ar. “Quero beber seu suco, Elara. Quero te foder até você esquecer quem é. É pra isso que estou pronto.”

A Preparação do Ritual

Ela anda ao redor dele, seus passos quase inaudíveis na pedra. “Tire a roupa”, ordena ela, e seu tom não admite contestação. Kael obedece, livra-se da simples túnica de linho até ficar nu diante dela. O frio do templo se instala em sua pele, um arrepio que não vem do frio. Seu pau agora está completamente duro, erguendo-se ereto diante dele, a glande brilhando úmida à luz das velas, uma gota de pré-gozo escorrendo lentamente pela haste. Elara para diante dele, seus dedos tocam seu ombro, deslizam sobre a cicatriz de um ferimento antigo. “Cada pacto é selado com o corpo”, murmura ela. “Seu corpo é seu primeiro sacrifício.” Sua mão desce lentamente por seu peito, sobre o músculo duro, até envolver seu pau. Seus dedos são quentes e firmes enquanto envolve sua haste, esfregando a glande na palma da mão. “E este sacrifício está pronto, pelo que vejo. Seu pau está duro como pedra, Kael. E está úmido. Você quer me foder, não quer? Quer enfiar sua vara quente na minha boceta até eu gozar.” Ela aperta mais forte, e ele geme, seu quadril se contrai involuntariamente para frente. “Sim”, ofega ele, “Sim, Elara. Quero te foder tão fundo que você vai me sentir por uma semana.”

Ela levanta a mão, e um leve brilho dança em torno de suas pontas dos dedos. “Abra sua mente, Kael. Sinta a energia que flui por este templo, através dos séculos.” Enquanto fala, ela massageia seu pau com a mão livre, os dedos deslizam sobre a vara dura, envolvendo-a firmemente e soltando. Ela acaricia a glande inchada, recolhe a gota de pré-gozo e lambe de seu dedo. “Sinta como minha magia te toca, Kael. Não apenas meus dedos – minha vontade.” Ela se inclina, sua língua lambe a parte inferior de seu pau, dos testículos à glande, e ele treme com o toque. “Quero te lamber até você gozar, Kael. Quero sentir seu esperma quente na minha língua. Mas primeiro você tem que me lamber. Você tem que mostrar sua devoção lambendo minha boceta até eu gritar.”

Kael fecha os olhos. Ele sente – uma pulsação, profunda sob a terra, como se o próprio templo tivesse um coração. A proximidade de Elara se torna mais intensa, sua respiração roça seu peito. Quando abre os olhos, ela tirou toda a veste. Seu corpo é esguio e tonificado, a pele coberta de runas prateadas que brilham na penumbra. Seus peitos são cheios, os mamilos duros e eriçados, sua boceta é completamente depilada, os lábios vaginais ligeiramente abertos, brilhando úmidas. Um fio fino de seu suco escorre por sua coxa. “Venha”, diz ela, e o conduz a um altar de mármore negro no centro da sala. Sobre ele, velas tremeluzem em um arranjo de pentagrama, e uma tigela com líquido vermelho-rubi espera. O altar é frio, e quando ele coloca as mãos sobre ele, sente a magia pulsando dentro dele. Elara se posiciona diante dele, sua boceta na altura do rosto dele, seu cheiro o envolve. “Ajoelhe-se”, ordena ela, e ele obedece, seu rosto diretamente diante da fenda úmida dela. “Me lamba, Kael. Mostre sua devoção com sua língua. Lamba minha boceta até eu gozar. E então quero sentir seu pau dentro de mim.”

Ela abre as pernas, e ele se inclina, sua língua mergulhando em sua fenda úmida. Ela tem gosto de sal e doçura, seu suco escorre pelo queixo dele, e ele chupa avidamente. Ele a lambe devagar, saboreando cada gota, sua língua circula seu clitóris, que está duro e inchado, um pequeno nódulo pulsante de prazer. “Sim, assim mesmo”, geme ela, seus dedos se enterram em seus cabelos, pressionando seu rosto mais fundo em sua boceta. “Sinta como eu fico molhada para você. Como meu corpo se abre – para o pacto.” Ele mergulha mais fundo, sua língua penetra em sua abertura apertada, recolhendo seu suco, bebendo como néctar. Ele sente seus músculos se contraírem em torno de sua língua, seu quadril tremer contra seu rosto. “Mais”, ofega ela. “Mais fundo. Quero sentir sua língua dentro de mim quando eu gozar. Me lamba até eu explodir.” Ele obedece, empurrando sua língua o mais fundo que pode dentro dela, enquanto seu nariz pressiona seu clitóris. Ele chupa seu clitóris, lambendo com força, e o gemido dela se transforma em um grito. Seu corpo

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