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Noite Londrina

Contos de Estranhos · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Ele estava parado na janela de sua casa geminada em Londres, a testa pressionada contra o vidro frio, olhando para a noite enevoada. A cidade pulsava abaixo dele, um organismo vivo de luz e sombra, mas ele estava preso em sua própria e sufocante solidão. Os postes de luz lançavam cones alaranjados sobre os paralelepípedos molhados, e as sombras dançavam uma valsa provocante nos muros de tijolos. Era uma noite como tantas outras, e ainda assim uma coceira inexplicável queimava em seu peito, um desejo selvagem e indomado que corroía seu caminho por suas veias. Ele era um professor de escrita, um homem de palavras, e normalmente encontrava consolo na precisão da linguagem. Mas esta noite, as palavras estavam mortas. Elas jaziam pesadas em sua cabeça, as frases vazias e sem força. Ele não conseguia encontrar nem o começo de uma nova ideia. Seus pensamentos giravam sempre em torno da mesma coisa: dela.

Ela era uma de suas alunas, uma mulher no início dos trinta com um sorriso que o atingia até a medula toda vez. Seus lábios, cheios e úmidos, formavam palavras que viajavam diretamente para sua virilha. Ele a vira pela primeira vez em seu curso e, embora se esforçasse ao máximo para ser profissional, não conseguia evitar que seu olhar ficasse preso no decote dela, na curva suave de seus seios sob a blusa fina. Ela escrevia com uma paixão crua e áspera, suas palavras fluíam como um rio caudaloso, e ele se pegava lendo os trabalhos dela, não pela história, mas para encontrar o rastro de sua voz nas entrelinhas. Hoje à noite, no entanto, ela não estava em seu curso. A sala parecia vazia, fria e incompleta. A inquietação dentro dele cresceu até se tornar uma pulsação dolorosa em seu pau, que se pressionava duro contra o tecido da calça. Ele imaginou como ela estaria agora, no silêncio da noite, talvez em um vestido fino de seda, com as pernas cruzadas, sua boceta molhada escondida sob o tecido. A imagem era tão clara, tão intensa, que ele quase podia sentir o calor da pele dela. Ele pegou seu celular, os dedos tremendo de desejo, e digitou uma mensagem sem pensar. Apenas algumas palavras, um convite, um gesto de desespero.

A resposta veio mais rápido do que ele ousara esperar. Um simples “Sim. O pequeno café na esquina. Em uma hora.” Ele não hesitou um segundo. Os limites que ele havia estabelecido para si mesmo, a distância profissional, a ética — tudo isso queimou até virar cinzas no braseiro de sua ganância. Ele se vestiu, arrancou a camisa pela cabeça, a calça, sem se importar com a ordem. O ar frio da noite o envolveu quando abriu a porta, um choque que o deixou ainda mais duro. Ele se sentia vivo. Selvagem. O café estava quase vazio, apenas um casal mais velho sentado num canto. E ela. Ela estava sentada numa mesa no fundo, com um livro na mão, e quando o viu, um sorriso se espalhou em seu rosto que lhe roubou o fôlego. Ela usava um vestido preto e justo que realçava cada centímetro de seu corpo, a barriga lisa, os quadris cheios. Seu cabelo caía em cachos sobre os ombros. Eles beberam café, falaram sobre livros e frases, mas as palavras eram apenas um véu fino sobre o que realmente fervilhava entre eles. Toda vez que ela inclinava a cabeça para tomar um gole, ele via a pele delicada em seu pescoço, um lugar que ele imaginava tocar com sua língua. A cada frase, ele se sentia mais próximo dela, seus joelhos se tocavam debaixo da mesa, um choque elétrico que percorria todo o seu corpo. O tempo derreteu, e antes que ele percebesse, o café fechou. Eles estavam parados em frente à porta, a noite era fresca, e ela hesitou em se despedir.

Ela olhou para cima, seus olhos, escuros e profundos, procuraram os dele. Ele viu a fome nua ali, o mesmo desejo selvagem que também queimava dentro dele. A faísca saltou, uma descarga que fez o ar entre eles crepitar. Sem uma palavra, ele pegou a mão dela, seus dedos se entrelaçaram, e ela permitiu, seguindo-o pelas ruas vazias iluminadas por postes até sua casa geminada. A noite os envolvia, uma casca protetora de escuridão e silêncio. Eles se moviam dentro dela como se fossem os únicos no mundo. Quando ele destrancou a porta de sua casa, ouviu a respiração dela, superficial e rápida. O cheiro de livros, papel velho e couro os atingiu, misturado com seu doce perfume feminino que subia direto em seu nariz. Ele se virou para ela, e seus olhares se encontraram. Não havia mais hesitação. Ele a agarrou, puxou-a para si, sua boca encontrou a dela. Não foi um beijo suave. Foi um ataque bruto e faminto, um devorar. Sua língua invadiu a boca dela, explorando-a, desafiando-a. Ela gemeu em sua boca, um som abafado e safado que fez seu pau pressionar dolorosamente contra o zíper de sua calça. Suas mãos deslizaram pelas costas dela, descendo até sua bunda firme, que ele agarrou através do tecido fino do vestido e apertou. Ela se pressionou contra ele, sua vulva procurando a dele, e ele sentiu o calor que emanava dela.

“Eu quero você”, ele ofegou contra os lábios dela, sua voz rouca de desejo. “Eu quero você agora. Aqui.”

“Sim”, ela sussurrou, seus olhos vidrados de desejo. “Me fode. Com força.”

Isso foi tudo que ele precisou. Ele puxou o vestido dela, o tecido fino cedeu, e caiu no chão, revelando seu corpo. Ela usava um sutiã preto de renda que mal cobria seus seios fartos, e uma calcinha fio dental minúscula que se perdia entre suas nádegas. Sua pele era pálida e brilhava na luz fraca do corredor. Ele a encarou, seus olhos queimando. Ele deu um passo para trás, apenas para vê-la, seu corpo nu se oferecendo a ele. Seus mamilos estavam duros, pequenas bagas escuras pressionando contra a renda. Entre suas pernas, através do tecido fino da calcinha, desenhava-se a fenda molhada e quente de sua boceta, uma mancha escura e úmida que só aumentava seu desejo.

“Você é tão gostosa pra caralho”, ele rosnou, e se aproximou dela novamente. Ele arrancou o sutiã dos ombros dela, e seus seios saltaram livres, cheios e pesados, com mamilos firmes e rosados. Ele se inclinou e pegou um na boca, chupando com avidez, sua língua circulando a ponta dura. Ela gemeu alto, jogou a cabeça para trás e cravou os dedos no cabelo dele. “Sim, me toca”, ela ofegou, seu corpo tremendo sob o toque dele. Ele trocou de lado, dedicando-se ao outro seio com a mesma devoção selvagem, enquanto sua mão deslizava entre as pernas dela. Ele sentiu o calor da…

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Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi