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Vinhedos da Toscana

Contos de Voyeurismo · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Ela estava no terraço da vinícola, com o olhar fixo nas colinas suaves da Toscana, sentindo o sol quente em sua pele. O aroma de uvas maduras e grama recém-cortada preenchia o ar, e ela não conseguia deixar de se perder naquele lugar idílico. Como advogada, estava acostumada a navegar pelos casos complicados da lei, mas ali, cercada pela beleza da natureza, sentia-se livre e despreocupada. Estava ali para visitar um velho amigo, um cliente que possuía uma vinícola naquela região deslumbrante. Eles tinham se separado há muitos anos, após um caso curto, mas intenso, e ela nunca pensou que o veria novamente. Mas o destino tinha outros planos, e agora ela estava ali, na soleira de um novo capítulo em sua vida. Seu vestido de verão vibrava levemente com o vento, e as rendas do sutiã se marcavam sob o tecido fino.

Ele se aproximou dela, um copo de vinho na mão, e seguiu seu olhar para o horizonte. Seus olhos ainda eram tão azuis e profundos que ela podia se perder neles, e sentiu sua pele começar a formigar com a proximidade dele. Eles tinham se reencontrado na noite anterior, no casamento do irmão dele, e os velhos sentimentos tinham reacendido imediatamente. Tinham dançado, abraçados apertado, e as lembranças do passado comum tinham voltado. Tinham rido e brincado, como se nunca fossem se separar de novo, e ela se perguntara se talvez teria uma segunda chance. Mas a vida era complicada, e ela sabia que precisava ter cuidado. Não podia se deixar guiar pelos sentimentos, não quando não sabia o que ele realmente queria. Ele falou, e sua voz acariciou seus nervos, quando disse: “Estou tão feliz que você está aqui. Senti sua falta.” Ela se virou para ele, e seus olhares se encontraram, como uma faísca que saltava entre eles. Naquele momento, ela soube que o queria — com cada fibra do seu corpo.

Ela foi com ele pelos vinhedos, as videiras deslizando ao lado deles, e o sol brilhava em suas peles. Sentiam-se como dois velhos amigos que se reencontravam após muito tempo, e as lembranças do passado comum voltavam. Falavam sobre seus sonhos e planos, sobre o que tinham alcançado e o que ainda queriam alcançar. Riam e brincavam, e a tensão entre eles crescia. Ela sentia sua pele começar a formigar quando ele a tocava, e sabia que estava em perigo. Não podia se deixar guiar pelos sentimentos, não quando não sabia o que ele realmente queria. Mas não conseguia evitar se sentir atraída por ele, por sua proximidade, seu calor. Sentia-se como uma borboleta voando em torno de uma chama, e sabia que podia se queimar. Ele pegou sua mão, e ela sentiu uma corrente elétrica percorrer seu corpo. Ela se virou para ele, e seus olhares se encontraram, como uma faísca que saltava entre eles. A mão dele vagou da mão dela para o braço, depois para o ombro, e ela sentiu seus mamilos se eriçarem sob o tecido fino do vestido.

Entraram na casa dele, a porta se fechou atrás deles, e de repente se sentiram sozinhos. O ar estava denso de tensão, e ela sabia que não havia mais volta. Ele a puxou para si, e ela sentiu seus lábios tocarem sua pele. Ela fechou os olhos, e o mundo ao redor desapareceu. Só sentia ele, seu calor, sua proximidade. As mãos dele deslizaram por suas costas, puxando lentamente seu vestido sobre os ombros. O tecido caiu no chão, e ela ficou diante dele de sutiã fino e calcinha. Seus dedos encontraram o fecho do sutiã, e com um movimento hábil, ele o abriu. Seus seios fartos caíram livres, os mamilos duros mostrando claramente sua excitação. Ele se inclinou, sua língua circulou seu mamilo esquerdo, lambeu, chupou suavemente. Ela gemeu, sua cabeça caiu para trás enquanto ele mudava para o outro seio. A mão dele deslizou entre suas pernas, e ela sentiu seus dedos passarem sobre o tecido da calcinha. Já estava úmida, encharcada de sua excitação, e ela se pressionou contra a mão dele, exigindo mais.

Foram para o quarto dele, a porta se fechou atrás deles, e de repente se sentiram em outro mundo. A cama era grande, com lençóis brancos, e a luz do sol poente entrava pelas janelas. Ele se deixou cair na cama, puxando-a consigo. Ela caiu sobre ele, suas pernas se abrindo sobre a calça dele. Sentiu a dureza dele, o pau dele, que se marcava sob o tecido. Ela se inclinou, beijou-o, suas línguas se encontraram, e ela sentiu o gosto do vinho nos lábios dele. Suas mãos foram para o cinto dele, abriram-no, puxaram sua calça para baixo. O pau dele saltou livre, duro e grosso, a glande já úmida de pré-gozo. Ela o envolveu com a mão, deixou seus dedos deslizarem pelo comprimento. Ele estava quente em sua mão, pulsando sob seu toque. Ela se inclinou, colocou a ponta na boca, deixou sua língua circular a glande. Ele gemeu, suas mãos agarraram seus cabelos, e ele a empurrou para mais fundo. Ela o pegou inteiro, o mais fundo que podia, sua garganta relaxando enquanto absorvia o pau dele. Ouviu-o ofegar, sentiu-o tremer em sua boca, e isso a excitou ainda mais. Ela o soltou, olhou nos olhos dele, e soube que estava pronta.

Cairam na cama, abraçados apertado, e o mundo ao redor desapareceu. Só sentia ele, seu calor, sua proximidade. Ele tirou sua calcinha, e ela ficou nua diante dele. Os olhos dele percorreram seu corpo, seus seios, sua barriga lisa, a curva suave de seus quadris. Então ele abriu suas pernas, e ela o viu olhar para sua boceta. Já estava escorregadia, seus lábios vaginais inchados de excitação. Ele se inclinou, sua língua encontrou seu clitóris, lambeu suavemente. Ela estremeceu, um arrepio percorreu seu corpo. Ele não parou, sua língua circulou seu clitóris, mergulhou em sua fenda molhada. Ela gemeu alto, suas mãos agarraram o lençol enquanto ele a lambia, a provava, a devorava. Sentiu seus músculos se tensionarem, a onda subindo dentro dela. Mas queria mais, queria ele dentro dela. Puxou seus cabelos, fazendo-o olhar para cima. “Agora”, sussurrou. “Quero seu pau dentro de mim.”

Ele se ergueu, o rosto molhado da umidade dela. Posicionou seus quadris sobre ela, a glande na abertura dela. Ela sentiu ele se pressionar contra ela, e então, com uma estocada profunda, ele deslizou

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