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A última sessão

Contos de Dominação · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

O primeiro dia de trabalho não termina com o balanço – termina comigo de joelhos diante de sua mesa, os olhos fixos na cerejeira polida, enquanto seus saltos estalam no parquete num ritmo que vibra pela minha espinha e dispara direto para o meu pau. Ela tinha me chamado, supostamente para revisarmos os números. Mas a voz dela soava diferente: mais grave, mais exigente, como veludo raspando em granito. Eu, o novato, o júnior, o que precisa se provar – mas isso aqui? Isso não estava nos meus planos. Meu coração martelava contra as costelas, e eu sentia meu pau começando a se mexer dentro da calça, um primeiro interesse descarado no que estava por vir.

O Convite

“Vem cá”, disse ela, sem erguer os olhos. O dedo dela batia na pilha de papéis como um metrônomo que marcava o ritmo do meu membro pulsante. Eu fui, parei diante da mesa dela, as mãos enterradas nos bolsos para esconder o tremor que percorria meu corpo inteiro. Ela vestia um conjunto preto, a blusa aberta até o terceiro botão, um pingente de prata fino entre os seios, que brilhava sob a luz do teto e atraía meus olhares. Os peitos dela eram cheios, redondos, e eu podia ver o começo do sutiã preto que os sustentava. “Você está tremendo”, constatou ela, e meu pulso disparou enquanto meu pau pressionava o zíper. “Não se preocupe. Eu gosto de homens assustados.” Ela se recostou, o couro da cadeira rangendo baixinho como um gato se preparando para o bote. “Tire a camisa.”

Eu hesitei. Um segundo. O olhar dela endureceu, os olhos se estreitaram em fendas. “Já.” Então desabotoei, deixei a camisa cair no chão. O ar condicionado envolveu minha pele nua, mas meu rosto queimava de vergonha e excitação. Ela se levantou, contornou a mesa; as unhas dela, pintadas de um vermelho profundo, roçaram meu peito, deixando arrepios que se espalharam por todo o meu torso. “Bom. Você aprende rápido.” O hálito dela passou quente pelo meu ombro, então ela recuou, a saia esticando sobre a bunda perfeita enquanto se movia. Eu podia sentir o perfume dela, misturado com algo mais profundo, mais animal, que disparava direto para minha virilha.

O Pacto

Ela me levou até uma cadeira no canto, apontou para o assento. Eu me sentei, os joelhos tremendo, meu pau agora duro e pressionando o tecido da calça. Da gaveta, ela tirou um chicote de couro fino – mais brinquedo que ferramenta, com franjas que tremulavam como asas. O couro cheirava pesado e doce, uma promessa de dor e prazer. “Vamos tornar isso oficial”, disse ela, parando diante de mim, as pernas levemente afastadas, de modo que eu pudesse ver o começo das coxas dela. “Eu digo o que você deve fazer. Você faz. Sem resistência, sem questionamentos. Se você parar, o jogo acaba. Mas eu quero que você continue, mesmo quando for difícil. Entendido?”

Eu assenti, a boca seca como lixa, a língua pesada. Ela sorriu – um sorriso frio, calculado, que expôs os dentes. “Diga.” “Sim, eu entendo.” A mão dela agarrou meu cabelo, puxou uma mecha, inclinou minha cabeça para trás até meu pescoço esticar e eu olhar diretamente nos olhos dela. O gesto era doloroso, mas deixou meu pau ainda mais duro. “Sim, o quê?” “Sim… Chefe.” Ela me soltou, quase acariciou minha cabeça, as pontas dos dedos fazendo cócegas no meu couro cabeludo. “Bom. Então vamos começar.”

A Negociação

Ela me fez ajoelhar, bem diante da cadeira dela. O carpete era macio sob mim, mas eu sentia cada fibra através do tecido fino da minha calça. Então ela se sentou, cruzou as pernas. A saia subiu, revelando a renda fina das meias, uma faixa estreita de pele nua que me atingiu como um choque elétrico. Eu podia ver a calcinha dela se desenhando sob o tecido, uma mancha escura que me encarava. “Você vai me satisfazer com a boca agora”, disse ela, com naturalidade, como se estivéssemos falando de números trimestrais. “Mas não simplesmente. Você vai esperar até eu mandar. Vai seguir minhas instruções. E não vai gozar – ainda não.”

Minhas mãos tremiam quando me inclinei, meu rosto a apenas centímetros da virilha dela. Eu podia sentir o calor que irradiava do corpo dela, uma promessa úmida e terrosa. O tecido da calcinha era finíssimo, quase transparente, e eu podia ver os contornos escuros dos lábios da vagina através do tecido. O calor atravessava, convidativo e exigente. “Devagar”, sussurrou ela. “Aproveite.” Eu obedeci. Com a língua, percorri o tecido, sentindo o leve sabor salgado do suor dela, o perfume misturado ao cheiro natural, um odor que me deixava tonto. Ela respirou fundo, um tremor leve nas coxas, mas a voz permaneceu calma. “Continue. Não pare.”

Afastei a calcinha para o lado, o tecido deslizando sobre a pele úmida dela. A boceta dela era nua, lisa, apenas um leve penugem cobrindo os lábios, que já estavam inchados e brilhantes de excitação. A pele era lisa, molhada, abrindo-se sob minha língua. Lambi com cuidado, uma primeira passada hesitante sobre os lábios externos, depois com mais ousadia, quando os dedos dela passaram pelo meu cabelo, me empurrando mais fundo. O gosto dela explodiu na minha língua – salgado, doce, um pouco metálico, o gosto de prazer puro e sem filtros. “Sim… assim é bom. Mas não tão rápido. Você precisa aprender a se controlar.” O clitóris dela era pequeno e duro, uma pérola sob minha língua, e eu o circulei com a ponta, sentindo-o inchar sob meu toque. Eu sentia meu próprio corpo reagindo, o aperto na calça se tornando doloroso, meu pau pulsando contra o tecido, uma dor surda e constante de excitação. Mas eu me concentrava nela, nos suspiros baixos, no tremor leve das coxas, no jeito que ela se pressionava contra a cadeira, empurrando a saia para cima para me dar mais acesso.

“Sim, bem aí”, ofegou ela, a voz agora mais rouca, a mão mais firme no meu cabelo. “Não pare, seu bastardo. Me lamba até eu gozar.” Obedeci, mergulhando a língua na fenda molhada dela, lambendo os fluidos que agora corriam em abundância. O gosto ficava mais intenso, a respiração dela mais rápida, e eu sentia os músculos se tensionando ao redor da minha língua. “Já… já…”, gemeu ela, e então gozou, o corpo estremecendo sob mim, uma onda de umidade atingindo minha língua enquanto ela se pressionava contra meu rosto. Lambi durante o orgasmo, sugando o clitóris, até ela estremecer e me empurrar para longe, sem fôlego, e

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