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Os Limites do Jogo

Contos de Corno · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O vinho brilhava âmbar à luz de velas quando Lena ergueu o copo e deu um gole. Ela estava sentada na borda do sofá de couro, pernas cruzadas, deixando o olhar vagar pelo ambiente. Baunilha e cedro a envolviam, uma nuvem pesada e sensual. Felix, seu marido, estava encostado na porta, mãos enfiadas nos bolsos da calça jeans. Seu maxilar trava, e ela reconhecia a tensão nos ombros. O pau dele já estava meio duro na calça, um volume que ela via através do tecido. Na poltrona à sua frente estava Lukas, seu melhor amigo. Ele tinha as pernas relaxadamente cruzadas, um sorriso cúmplice nos lábios, e os olhos dele repousavam nela como se não houvesse mais nada no ambiente. A boceta de Lena começou a pulsar, um desejo profundo e molhado que crescia entre suas coxas.

As Regras da Noite

“Tem certeza?”, perguntou Lukas. A voz dele era grave e calma, mas carregava um tom que acelerava o pulso de Lena. Ele não olhava para Felix, mas para Lena, como se a resposta fosse só dela. Ela assentiu, um lento e consciente inclinar de cabeça. Eles tinham conversado muito sobre aquilo – traçado os limites, estabelecido as regras, escolhido as palavras que definiam o jogo. Felix deveria assistir, apenas assistir. Lena faria o que quisesse com Lukas, e Felix estaria presente, parte do jogo, mas não da ação. Era uma fantasia que Felix mencionara pela primeira vez meses atrás, tímido, quase envergonhado na mesa do café da manhã. E agora era realidade. A rata de Lena ficava molhada só de pensar que Felix assistiria outro homem foder ela.

“Eu quero”, disse Lena. Ela colocou o copo na mesa de centro, um tilintar suave, e se levantou. Seu coração batia forte e rápido, um tamborilar nos ouvidos, mas suas mãos estavam calmas. Ela foi devagar em direção a Lukas, cada passo uma respiração, sentindo o olhar de Felix nas costas, pesado como uma mão. Seus peitos, firmes e redondos sob a fina blusa de seda, subiam e desciam a cada respiração. Lukas também se levantou, pegou o rosto dela nas mãos e a beijou. Não era um beijo suave. Exigia, tomava, não deixava dúvidas sobre o que viria. A língua dele invadiu a boca dela, e ela sentiu o gosto do uísque que ele bebera. Os joelhos de Lena ficaram moles enquanto a língua dele explorava sua boca, e ela ouviu a respiração ofegante de Felix. Ela se afastou por um momento, olhou para o marido. Ele estava encostado na parede, braços cruzados, o rosto uma mistura de excitação e tensão. A mão dele estava agora dentro da calça, e ela viu como ele segurava o pau duro. “Assiste”, sussurrou ela. Lukas riu baixinho, uma vibração quente contra os lábios dela.

O Toque

As mãos de Lukas deslizaram por baixo da blusa fina de seda dela, encontraram a pele quente das costas. Ele puxou a peça de roupa por cima da cabeça dela, deixou cair no chão, um farfalhar suave. Os peitos de Lena se contraíram sob o sutiã preto de renda, e os polegares de Lukas passaram por cima antes de ele abrir o fecho. O sutiã se soltou, caiu. Ela estava nua diante dele, diante dos dois, e pela primeira vez não sentiu vergonha, apenas um calor ardente que irradiava do ventre, subindo pela nuca. Seus mamilos estavam duros, pequenas bagas escuras que pediam toque. Lukas se aproximou, deixou os lábios deslizarem pelo pescoço dela, ombros, enquanto as mãos dele seguravam os peitos dela, rolando as pontas duras entre os dedos. Lena gemeu baixinho, deixou a cabeça cair para trás, olhos fechados. Ela sentiu Felix se mover, se aproximar, mas não muito perto. Ele mantinha distância, como combinado, e ainda assim a presença dele era um peso próprio no ambiente. A boceta dela estava molhada agora, um suco quente escorrendo pelas coxas.

“Mostra pra ele o que você gosta”, murmurou Lukas no ouvido dela, e Lena abriu os olhos. Ela olhou para Felix, que agora estava a apenas dois metros de distância, mãos nos bolsos, calça visivelmente esticada. Com dedos trêmulos, ela pegou o cinto de Lukas, abriu, deixou a calça dele cair no chão. O pau dele já estava duro quando ela o libertou da cueca boxer, grosso e quente na mão dela. Ela deixou os dedos deslizarem por cima, sentindo a pele aveludada sobre a haste dura, e um tremor a percorreu. O pau dele era grande, pelo menos vinte centímetros, com uma cabeça grossa e arroxeada que já estava úmida de desejo. Lukas gemeu, um som profundo que atingiu o estômago dela, e a empurrou para trás até as panturrilhas dela tocarem a borda do sofá. “Senta”, disse ele, e ela se deixou cair, pernas ligeiramente abertas. Ele se ajoelhou diante dela, afastou as pernas dela, e a respiração dele era quente na parte interna da coxa, um sopro que despertava a pele dela.

A Descoberta

A boca dele a encontrou imediatamente, sem hesitação. A língua dele separou as dobras úmidas dela, encontrou o ponto mais sensível, e Lena se arqueou, mãos enterradas no cabelo dele. A língua dele era áspera e habilidosa, circulava o clitóris dela, ora suave, ora exigente. Ela sentiu a própria umidade aumentar, sentiu a boca dele bebendo, sentiu os dedos dele deslizarem para dentro dela, primeiro um, depois dois. Os dedos dele eram longos e grossos, e a preenchiam de um jeito que a fazia gritar. Ela se abriu, o recebeu, sentiu os dedos dele explorarem o canal apertado dela. “Sim”, sussurrou ela, “sim, bem aí.” Pelo canto do olho, ela viu Felix, que agora se tocava, a mão dentro da calça, e a visão a deixava ainda mais molhada. O pau dele estava completamente duro, e ele o puxou para fora, uma haste longa e grossa que ele movia lentamente para cima e para baixo. A língua de Lukas circulava o clitóris dela, ora suave, ora exigente, enquanto os dedos dele dentro dela encontravam um ritmo que a levava ao limite. A tensão crescia no ventre dela, um nó de calor e luz, e ela sentiu que se aproximava do ápice. Mas ele parou, pouco antes de ela gozar, levantou-se e puxou-a para cima.

“Ainda não”, disse ele, a voz rouca. “Quero você na cama.” Ele pegou a mão dela e a conduziu para o quarto, Felix os seguiu, parou na moldura da porta. A cama estava com lençóis frescos, brancos, que brilhavam à luz de velas. Lena se deitou de costas, olhou para Lukas. Ele se despia completamente, a pele brilhava, e quando ele veio sobre ela, ela sentiu o peso dele, o calor. O pau dele roçou as coxas dela, uma promessa quente e pulsante. Ele apertou as pernas dela para abri-las, se posicionou, e então estava dentro dela, com uma única estocada profunda. Lena gritou, não de dor, mas da sensação de plenitude, de distensão. Ele era maior que Felix, e ela precisava se ajustar, envolvê-lo. A boceta dela se contraiu, apertou ele firme, uma prisão molhada e quente. Ele se movia devagar, dando tempo para ela se acostumar, enquanto as mãos dele percorriam

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