Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir dos 18 anos.

Ela vestia um vestido de linho fino, que o vento da noite pressionava contra as suas coxas, e o cheiro a cloro e sal pairava tão pesado no ar que ela o conseguia saborear na língua. No bar do hotel, ela rodava o copo, o cocktail estava morno, e quando o homem se sentou ao lado dela, sentiu-o de imediato: uma pulsação profunda no seu ventre, que nada tinha a ver com o álcool. Markus estava sentado no outro extremo do terraço, com a cerveja na mão, e o seu olhar não era invejoso, nem desconfiado, mas sim atento e calmo. Ele tinha-a observado durante toda a semana, tal como a observava agora, e ela sabia que ele absorvia cada detalhe, cada respiração, cada movimento. Nas noites anteriores, tinham falado sobre isso, em sussurros, enquanto o calor do quarto os envolvia. “E se fosse?”, perguntara ele, e ela respondera: “Então tu ficarias a ver.” As palavras ainda lhe queimavam na língua quando o estranho lhe dirigiu a palavra.
Chamava-se Lukas, pouco mais de trinta anos, com mãos ásperas de cordas e sol. Os seus dedos eram fibrosos, os nós dos dedos ligeiramente marcados por cicatrizes, e quando pediu o whisky, movia-se com uma naturalidade que a fascinava. “Já viste o sol sobre o mar?”, perguntou ele, e o seu olhar deslizou sobre o vestido dela, detendo-se no ponto onde o tecido envolvia os seus seios. Ela abanou a cabeça. “Ainda não.” “Então devemos recuperar isso amanhã de manhã”, disse ele, e ela sentiu os seus mamilos erguerem-se sob o tecido fino, duros e exigentes. O vento trazia o perfume de jasmim, e ela bebericou a sua bebida, deixando o frio do copo acalmar os seus pensamentos. Os lábios dele eram cheios, ligeiramente gretados pelo sol, e ela apanhou-se a observá-los enquanto ele falava. A sua voz tinha um tom rouco que despertava nela uma saudade que não sentia há dias. Uma pulsação, bem no fundo, entre as suas coxas, começou a latejar.
Mais tarde, quando o bar ficou mais vazio, Markus sentou-se junto deles. Estendeu a mão e disse: „Já ouvi falar de ti. És o surfista.“ Lukas sorriu, os dentes brilharam na luz fraca. „E tu és o fotógrafo. Vi a tua câmara.“ Conversaram sobre ondas e viagens, enquanto, debaixo da mesa, o pé dela procurou o de Markus e o encontrou. Apertou, um sinal. Ele apertou de volta. O ar estava pesado de sal e suor, e cada riso de Lukas fazia-a estremecer por dentro. A mão de Markus descansava tranquila sobre a mesa, os dedos ligeiramente afastados, uma oferta silenciosa. Ela observou como os olhos dele vagueavam entre ela e Lukas, e sabia que ele absorvia cada detalhe, o modo como ela humedecia os lábios, como a sua respiração acelerava.
„Temos uma ideia“, disse ela por fim, e o olhar de Lukas tornou-se vigilante, mas não rejeitador. „Estamos curiosos. Sobre ti. Sobre o que poderia acontecer.“ Deixou a frase pairar, bebeu um gole. O líquido deslizou fresco pela garganta, mas o corpo dela ardia. Markus acrescentou: „Eu gostaria de ver. Como a tomas. Se ela quiser.“ As palavras pairaram entre eles, pesadas e perfumadas como o ar da noite. Lukas recostou-se, examinou-os a ambos. A língua passou pelo lábio inferior, um gesto pensativo. „Vocês falam a sério.“ „Sim“, disse ela, e o pulso martelava. „Esta noite. No nosso quarto.“ Lukas hesitou por um momento, depois esvaziou o uísque de um só gole. „Então está bem.“ A decisão pairou no ar, crua e inegociável.
Atravessaram o átrio do hotel, o chão de mármore fresco sob os pés nus nas sandálias. Markus segurava a mão dela, os dedos entrelaçados, enquanto Lukas caminhava ao lado deles, as mãos nos bolsos das calças. O elevador era apertado, e ela sentiu o calor dos dois homens na sua pele, um ardor que vinha de dentro. Quando as portas se abriram, ela conduziu o caminho ao longo do corredor, que cheirava a roupa de cama fresca e a mar. Abriu a porta do quarto, e a lua brilhava através da grande janela, pintando riscas prateadas no chão. O coração batia tão alto que ela tinha a certeza de que ambos o ouviriam.
O quarto de hotel era espaçoso, com uma cama larga e uma poltrona, que Markus agora ocupava. Ela estava ao lado da cama, o vestido farfalhando quando o puxou por cima da cabeça. O tecido deslizou sobre os ombros, os seios, o ventre e caiu no chão. Ela ficou ali, apenas de calcinha fina, a pele brilhando à luz do luar. Lukas estava sentado na borda da cama, ainda vestido, e a olhava. Os olhos dele percorreram as curvas dela, detiveram-se nos bicos endurecidos dos seios, que se eriçaram sob o olhar dele. “Você é linda”, disse ele, e ela sorriu, porque não soou como um clichê, mas como uma constatação. Markus soltou o ar audivelmente. Ela foi até Lukas, pegou as mãos dele e as colocou nos próprios quadris. “Mostra a ele o que você sabe fazer.” A voz dela estava rouca, cheia de desejo.
As mãos de Lukas eram quentes e ásperas quando deslizaram pelas laterais do corpo dela, tateando o elástico da calcinha. Ele a puxou lentamente para baixo, deixando-a escorrer pelas pernas dela, até que ela ficou nua diante dele. Ela ouviu Markus se mexer na poltrona, o couro rangendo. Lukas se inclinou e levou o mamilo dela aos lábios. Um arrepio percorreu-a, não como um choque elétrico, mas como uma onda que subia do fundo do ventre. Ela gemeu baixinho e enfiou os dedos no cabelo dele. Ele sugou suavemente, depois com mais força, enquanto a mão massageava o outro seio. Ela sentiu o sangue correr para o ventre, as coxas se abrirem, convidativas. A boca dele era quente, a língua brincava com o bico endurecido, e ela arqueou as costas, pressionando-se contra ele. A respiração de Markus ficou pesada, e ela ouviu o som baixo quando ele se inclinou na poltrona.
Lukas afastou-se do seu peito e beijou um caminho para baixo: sobre o ventre, o umbigo, até ao monte de Vénus. O seu hálito estava quente na pele dela. “Deita-te”, disse ele, e ela obedeceu, deixando-se afundar no lençol. O tecido estava fresco sob as suas costas, um contraste com a brasa no seu corpo. Markus aproximou-se, a poltrona estava agora mesmo ao lado da cama. Ela olhou para ele, como ele se inclinava para a frente, as mãos nos joelhos. “Quero que a lambas”, disse Markus. A sua voz soava comprimida, cheia de controlo. A boca de Lukas encontrou o centro dela. A sua língua penetrou-a, exigente e profunda. Ela gritou, um som que oscilava entre o prazer e a surpresa. A língua circulava, ora suave, ora dura, enquanto o olhar de Markus pousava sobre ela. Ela sentiu os músculos a tensionarem-se, o calor a subir dentro dela. As mãos de Lukas cravaram-se nas suas coxas, empurrando-as mais para o lado, abrindo-as por completo. “Sim”, ofegou ela, “mesmo aí.” A sua língua encontrou o clitóris dela, rodeando-o com estocadas curtas e precisas, e ela perdeu-se na sensação, um círculo que a impelia em direção ao limite. A respiração de Markus tornou-se superficial, e ela ouviu-o abrir o fecho das calças.
Lukas ergueu a cabeça, os lábios brilhantes de humidade. “Quero fodê-la”, disse ele, e as palavras atingiram-na como um golpe. Markus assentiu lentamente. “Despe-te.” Lukas levantou-se, tirou a camisa e as calças, e o seu corpo era esguio e musculado, a pele bronzeada, o pénis duro e grosso, a glande vermelho-escura e brilhante. Ela fitou-o enquanto ele se aproximava, e a sua boca secou. Ele ajoelhou-se entre as pernas dela, afastou-as com as mãos, e ela sentiu o calor do seu corpo antes de ele a tocar. “Olha para ele”, disse Markus em voz baixa, e ela ergueu o olhar. “Vê-o a tomar-te.” Lukas posicionou-se, a ponta do seu pénis a pressionar contra a abertura húmida dela, e ela sentiu-o deslizar lentamente para dentro – centímetro a centímetro, uma sensação de plenitude que a fez gemer. Ele era maior do que Markus, e a distensão era doce e dolorosa ao mesmo tempo. “Sim”, sussurrou ela, “toma-me.” Lukas começou a empurrar, primeiro devagar, depois com mais força, a sua pélvis a bater contra a dela, e ela sentiu o seu corpo a absorver cada movimento. A mão de Markus pousou agora no seu próprio pénis, movendo-se para cima e para baixo, enquanto observava. A visão deixou-a ainda mais húmida, a ideia de que ele a observava enquanto outro homem a tomava levou-a mais alto. “Fode-a com mais força”, disse Markus, e a sua voz estava rouca. Lukas obedeceu, as suas estocadas tornaram-se mais profundas, mais poderosas, e ela agarrou-se ao lençol, enquanto as ondas de prazer ameaçavam submergi-la.
Ela sentiu algo se acumulando dentro de si, uma tensão que não conseguia mais controlar. “Estou chegando”, ofegou ela, e soou como uma súplica. Lukas continuou empurrando, sem parar, e quando o orgasmo a atingiu, ela gritou, um som que ecoou pelo quarto. Seu corpo arqueou-se, os músculos contraíram-se em volta do seu pênis, e ela sentiu Lukas gemer, perdendo-se dentro dela. Ele empurrou mais algumas vezes, depois se retirou, seu membro brilhando, molhado. Ela ficou deitada, sem fôlego, e olhou para Markus. A mão dele ainda se movia, seu olhar fixo nela, escuro e faminto. “Vem até mim”, disse ela, e sua voz era pouco mais que um sussurro. Markus levantou-se, aproximou-se da cama, e ela o tomou na boca, sentindo o gosto de sal e pele, enquanto Lukas deitava ao lado dela, acariciando seus seios. Ela o levou fundo, até ele gemer e se derramar em sua boca, e ela engoliu, sem quebrar o contato visual. Então ela o puxou para a cama, e os três corpos se entrelaçaram sob a luz fraca da lua, uma teia de respiração e calor.
Quando ela se levantou mais tarde, foi até a janela e olhou para o mar. As ondas brilhavam na prata da lua, e ela ainda sentia os resquícios do prazer, um puxão entre as coxas. Markus veio até ela, colocou as mãos sobre seus ombros. “E então?”, perguntou ele, e sua voz estava calma. Ela se virou, olhou para ele, e depois para Lukas, que estava deitado na cama, os olhos semicerrados. “Quero de novo”, disse ela. Markus sorriu, um sorriso lento e cúmplice. “Eu sei.” Ele beijou seu pescoço, e ela sentiu seu corpo se tensionar novamente. Lukas levantou-se, aproximou-se, e sua mão encontrou seu quadril. Os três ficaram à janela, o mar diante deles, e a noite ainda era jovem.
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