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O jogo na suíte 407

Contos de Corno · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

A cama do hotel era macia demais, os travesseiros fofos demais, e ainda assim eu estava ali como em brasas. O melhor amigo do meu marido entraria a qualquer momento, e eu tinha implorado por isso – em noites sussurradas, depois que Tom dormia e eu ficava acordada, esfregando as coxas até os lençóis ficarem molhados da minha boceta tesuda.

Tudo começou numa terça-feira à noite, há três semanas. Lukas estava na nossa cozinha, garrafa de cerveja na mão, suas piadas sobre monogamia ficando cada vez mais afiadas. “Uma hora fica chato”, disse ele, olhando direto nos meus olhos, tão fundo que não consegui desviar o olhar. “Uma hora você conhece cada ponto, cada movimento, cada gemido. Aí precisa de algo novo.” Tom, meu marido, apenas sorriu. Aquele sorriso calmo e sabido que eu conhecia tão bem. “Talvez você tenha razão”, disse ele baixinho. E então, virando-se para mim: “O que você acha, Lara? Devíamos tentar com o Lukas?” Eu ri na época – uma risada nervosa, apressada, que ficou presa na garganta, enquanto minha putaria já ficava molhada só de pensar.

Mas a risada morreu quando Tom trouxe o assunto à tona nas noites seguintes. Na cama, depois de termos transado, ele sussurrava no meu ouvido: “Imagina ele te olhando. Do jeito que eu te olho. Imagina as mãos dele te tocando. Imagina o pau dele dentro de você.” Eu sentia a excitação na ideia, e me odiava por isso. Mas o pensamento não me largava mais. Se aninhou, cresceu nos meus sonhos, até que uma noite eu disse ao Tom: “Talvez a gente deva mesmo fazer. Quero sentir o pau dele.”

A Chegada

O hotel foi escolhido pelo Tom. Uma casa antiga e elegante nos arredores, com móveis de madeira escura e cortinas de veludo pesado. Suíte 407, no quarto andar, com vista para o parque. Eu estava na janela quando Lukas chegou. Ele usava um casaco escuro, por baixo uma camisa clara aberta no colarinho. Seus movimentos eram despretensiosos quando jogou a mala na cama. “Então, prontos para o nosso joguinho?”, perguntou. Havia um calor na voz dele que me fez arrepiar, e senti minha boceta ficar molhada na hora.

Tom veio por trás de mim, colocou as mãos nos meus ombros. “A Lara está pronta”, disse ele. “Combinamos as regras. Você sabe o que pode fazer.” Lukas assentiu. Tirou o casaco e se jogou numa poltrona. “Então me mostre ela”, disse baixinho. “Do jeito que ela é quando estão sozinhos. Nua. Tesuda. Pronta pra ser fodida.” Tom me virou para ele. Seus olhos procuraram os meus, e vi a excitação neles, misturada com uma ternura que me comoveu. “Confia em mim?”, perguntou. Eu assenti. Então ele começou a me despir.

Seus dedos estavam calmos enquanto abria os botões da minha blusa, um por um. O tecido escorregou dos meus ombros, caiu no chão. Eu fiquei ali, só de sutiã de renda preta e calcinha combinando, e senti o olhar do Lukas na minha pele. Era um olhar diferente do do Tom. Mais investigativo. Cheio de desejo. Fez meu sangue correr mais rápido, e meus mamilos endureceram sob o tecido.

Tom se ajoelhou na minha frente, abriu o fecho do sutiã, deixou-o cair também. Então passou as mãos sobre meus seios, devagar, quase com devoção. “Viu”, disse ele ao Lukas, “como a pele dela é macia? Como ela se sente? Como os bicos dela estão tão duros?” Lukas não respondeu. Estava sentado, mãos nos braços da poltrona, observando. Sua respiração era superficial, mas eu vi o volume crescer na calça dele.

Fechei os olhos e me concentrei nos toques do Tom. As pontas dos dedos dele roçaram meus mamilos, que endureceram sob o toque na hora. Um gemido baixo escapou de mim. O olhar do Lukas queimava na minha pele, e eu sentia minha pele começar a arder sob aquele olhar. Tom se inclinou e pegou um mamilo na boca, brincou com a língua enquanto a mão dele massageava o outro. Eu agarrei o cabelo dele e o puxei mais para perto. “Sim”, sussurrei. “Assim mesmo. Lambe meus peitos.”

Lukas pigarreou. “Posso chegar mais perto?”, perguntou. Tom se soltou de mim, olhou para ele. “Ainda não”, disse. “Quero que você olhe. Só quando eu disser, você pode tocar nela. Só olhar enquanto eu a deixo tesuda.” Lukas assentiu, recostou-se, mas os olhos dele seguiam cada movimento, cada curva do meu corpo.

Tom se levantou e me puxou para a cama. Me deitou no cobertor macio e se ajoelhou entre minhas pernas. As mãos dele deslizaram pelas minhas coxas para cima, empurraram a calcinha para o lado. “Olha aqui”, disse ele ao Lukas. “Olha como a boceta dela está molhada. Como está pingando de tesão.” Os dedos dele mergulharam em mim, e me arqueci. “Ai, Deus, Tom”, ofeguei. “Por favor… me fode!” Ele sorriu, tirou os dedos e lambeu. “Tem um gosto bom”, constatou. “Gosto de mulher tesuda. Mas esta noite você não vai gozar comigo. Esta noite você vai ser fodida pelo pau do Lukas.”

O Toque

Tom tirou minha calcinha completamente, me ajudou a sair dos sapatos. Então se levantou e me beijou – um beijo longo, investigativo, que tinha gosto de sal e promessa. “Agora senta no colo do Lukas”, disse ele. “Deixa ele te tocar do jeito que quiser. Mostra a sua buceta molhada pra ele.” Fui até a poltrona onde Lukas estava, hesitei um segundo, então sentei no colo dele. As mãos dele encontraram minhas costas na hora, me puxaram para perto. “Você cheira bem”, murmurou ele. “Cheiro de baunilha e de algo pesado – cheiro de boceta tesuda.” Fechei os olhos e senti os lábios dele no meu pescoço, a respiração quente. A mão dele deslizou pelas minhas costas, mais para baixo, agarrou minha bunda. Ele me apertou contra si, e eu senti a ereção dele através do tecido da calça – um pau duro e grosso pressionando minhas coxas.

Tom sentou na beirada da cama e nos observou. A mão dele descansava solta no colo, mas eu sabia que ele também estava duro. Vi o volume na calça dele. “Me conta como é”, pediu ele baixinho. “Quando o Lukas te toca. Como os dedos dele acariciam sua boceta.” Os dedos de Lukas encontraram a fenda molhada entre minhas pernas e passaram por cima, ainda hesitantes. “Ela já está molhada”, disse Lukas. “Bem molhada para alguém que ainda estava duvidando há uma hora. Sua buceta está escorrendo, Lara.” Senti o rubor subir no meu rosto, mas a vergonha era doce, se misturava com o prazer.

O polegar de Lukas circulou meu clitóris, e eu me contraí. “Ah, sim”, gemi. “Bem aí.” Ele riu baixinho, um som escuro, gutural. “Você gosta disso? Gosta de ser tocada por outro homem enquanto seu marido olha? Você é uma putinha, Lara?”

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