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Quando Tom observa

Contos de Corno · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

“Você tem certeza?”, perguntou Elisa. Sua voz era pouco mais que um sussurro enquanto ela abria a porta uma fresta. O corredor estava escuro, apenas a luz fraca da lâmpada da escada desenhava uma silhueta. Tom estava atrás dela, a mão levemente apoiada em seu quadril, e assentiu. “Sim. Eu quero. Quero te ver sendo fodida.” Suas palavras a atingiram como um choque elétrico, e ela sentiu sua boceta ficar molhada, só de pensar que ele estaria assistindo.

O Estranho

O homem na porta se chamava Lukas. Alto, ombros largos, uma barba que deixava seu rosto anguloso. Seu olhar vagou de Elisa para Tom, depois de volta. “Estou nervoso”, confessou com um sorriso torto. Tom deu um passo para trás, deixando o espaço para Elisa. “Entra”, disse ela, sua voz agora mais grave, cheia de expectativa. Ela já conseguia ver o contorno de sua ereção na calça, e seu coração batia mais rápido.

O apartamento estava quente. A luz suave de um abajur banhava os cantos em âmbar. Na mesa de centro havia um vinho tinto, duas taças — na verdade três, mas Tom dissera que não beberia nada. Elisa levou Lukas até o sofá, enquanto Tom se sentava na poltrona perto da janela, braços cruzados, pernas ligeiramente abertas. Ele observava. Ela sabia que ele já estava com o pau na mão, esfregando-o pelo tecido da calça.

Lukas sentou-se, pegou a taça que Elisa lhe ofereceu. Seus dedos roçaram os dela, e um tremor percorreu seu braço. Ela sentou ao lado dele, não muito perto, mas perto o suficiente para sentir o cheiro de seu pós-barba — cedro e algo apimentado. “Sinceramente, não acreditei que isso realmente fosse acontecer”, disse Lukas, dando um gole. Tom riu baixinho. “Eu também não. Mas a Elisa me convenceu. Ela queria muito — ser fodida por um estranho enquanto eu assisto.” As bochechas de Elisa queimaram, mas ela assentiu. “Sim. Eu quero. Quero sentir seu pau dentro de mim enquanto Tom assiste.”

Aproximação

A conversa se arrastou. Hesitante no início, depois mais fluida. Lukas contou sobre seu trabalho como designer gráfico, sobre uma viagem ao Marrocos. Elisa ouvia, sentindo o olhar de Tom sobre ela. Sabia que ele via cada um de seus movimentos — como ela cruzava as pernas, como passava a mão no cabelo. Lentamente, ela se aproximou de Lukas, até que seus joelhos quase se tocassem. O tecido de sua calça farfalhava baixinho, e o cheiro do pós-barba dele se misturava ao próprio perfume dela — uma nota doce e floral que ela escolhera especialmente para aquela noite.

“Me conta mais sobre aquela noite no deserto”, disse ela, a voz mais grave que o normal. Lukas inclinou a cabeça. “Estava frio, mas as estrelas — dava para pegá-las. Sentamos ao redor de uma fogueira, e uma mulher tocava oud. Soava como uma língua antiga.” Elisa se inclinou, a mão pousando na coxa dele. “Você também toca algum instrumento?”, perguntou, os dedos desenhando círculos lentos no jeans. Ela sentia o calor do corpo dele através do tecido grosso, e as pontas dos dedos massageavam suavemente a parte interna da coxa. Lukas engoliu em seco. “Não. Mas adoraria aprender algo com você.” A mão dele pousou sobre a dela, o calor da palma atravessando o tecido, e ele apertou de leve.

“Eu poderia te ensinar como fazer uma mulher gemer”, sussurrou Elisa, os lábios perto da orelha dele. Sua respiração era quente e úmida, e ela sentiu ele estremecer sob seu toque. A mão dela subiu mais, roçando o contorno duro do pênis dele através da calça. “Ah, você já está pronto”, murmurou, e seus dedos o envolveram pelo tecido, massageando o comprimento do pau duro. Lukas gemeu baixinho, o quadril se pressionando contra a mão dela.

Tom pigarreou, levantou-se e foi para a cozinha. O tilintar de cubos de gelo, o chiado da água da torneira. Elisa sabia que ele estava dando espaço a eles. Ela aproveitou. Sua mão subiu mais, abriu o botão da calça dele, puxou o zíper para baixo. “Você está tremendo”, sussurrou ela. “Eu também”, respondeu Lukas, colocando a mão sobre a dela. “Vamos…?” Ela assentiu. Seus dedos se entrelaçaram, e eles se levantaram juntos.

Antes de saírem do quarto, Elisa olhou para Tom, que estava na porta da cozinha, copo na mão. Um pequeno sorriso brincava em seus lábios. Ela retribuiu, então se virou e seguiu Lukas até o quarto. Sentiu o olhar de Tom em suas costas, e uma onda de excitação a inundou.

Desenfreado

Eles se levantaram. Elisa o conduziu até o quarto. A porta ficou aberta — um convite silencioso para Tom. A cama estava com lençóis frescos, brancos, dois travesseiros. Elisa se virou para Lukas, puxou-o pelo cinto. Seu beijo foi exigente, explorador, a língua dele encontrou a dela, e ela sentiu seu corpo se tensionar. As mãos dele deslizaram pelas costas dela, puxando-a para mais perto. Ela agarrou a camisa dele, desabotoou-a, deixou os dedos deslizarem sobre o peito dele — músculos firmes, uma cicatriz fina abaixo da clavícula. As pontas dos dedos traçaram a linha, enquanto a respiração dele falhava. Ela sentiu os mamilos dele se enrijecerem sob seus toques, e esfregou-os suavemente antes de colocar os lábios em sua pele, pegar o mamilo entre os dentes e mordiscar de leve.

Tom apareceu na porta, um copo d’água na mão. Encostou-se no batente, observando. Elisa o notou pelo canto do olho, e uma onda de excitação a percorreu. Ela tirou a camisa de Lukas, depois a sua. Seu sutiã era preto, simples, mas o tecido esticava sobre os seios, os mamilos marcando o pano. A respiração de Lukas falhou. “Você é linda”, disse ele, e as mãos encontraram as costas dela, soltando o fecho. O sutiã caiu, e as palmas das mãos dele pousaram sobre os seios dela, quentes e ásperas. Os polegares roçaram os mamilos, que imediatamente se enrijeceram, e ele os apertou, moldando-os com as mãos.

Elisa gemeu baixinho, deixou a cabeça cair para trás. Sentiu os lábios dele em sua pele, no pescoço, no ombro, enquanto os polegares acariciavam seus mamilos, torcendo-os entre os dedos, beliscando-os suavemente. A língua dele seguiu o caminho que os dedos haviam traçado, e ela sentiu a leve mordida dos dentes, que provocou um arrepio em suas costas. Seus quadris se pressionaram contra ele, e ela sentiu o quanto ele estava duro sob a calça. Podia sentir o calor do pau dele através do tecido, via a ponta úmida que se marcava no pano. Ela abriu o cinto dele, deixou a calça cair, depois a cueca. O pênis dele estava ereto, a glande brilhando, úmida, um pau grosso e comprido que pulsava de desejo. Ela o envolveu com a mão, sentiu a pulsação sob seus dedos, a

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