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Vinho tinto, sal e dois homens

Contos de Corno · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Abro a porta, ainda com o cheiro do corredor no nariz, e ele está ali. Felix, o homem que conheci há dois meses na praia de Creta. Ao lado dele, meu namorado David, que me olha com aquele olhar que conheço — uma mistura de excitação e tesão puro. Felix sorri, ergue uma garrafa de vinho tinto. “Espero não estar atrapalhando.” A voz dele é mais grave do que eu lembrava, e me atravessa como um choque elétrico, direto entre minhas pernas. David pega a garrafa dele, leva-o para a sala de estar. Eu sigo, com os joelhos moles, sentindo meu coração martelar contra as costelas, enquanto minha buceta já fica molhada, só de ver os olhos dele. Conversamos sobre isso, David e eu, nas noites depois das férias. Sobre Felix, sobre o formigamento que sentia toda vez que Felix deitava ao meu lado na praia. David teve a ideia. “Convida ele”, disse, com os dedos enterrados no meu cabelo, enquanto enfiava o pau duro em mim, por trás, fundo e forte. “Quero ver ele te foder. Quero ver o pau dele dentro da sua boceta.” Eu ri, achei que fosse um dos jogos de fantasia dele. Mas então escrevi para Felix, e ele disse sim, sem hesitar.

Agora estamos sentados no sofá, David e eu lado a lado, Felix na poltrona em frente. O vinho queima na minha barriga, deixando um calor gostoso que se mistura com o tesão desenfreado. David fala sobre o trabalho dele, sobre um novo software, mas a mão dele está na minha coxa, os dedos desenhando círculos que ficam cada vez mais apertados, mais perto da minha fenda molhada. Felix bebe, os olhos dele percorrem meu rosto, meu pescoço, descendo até meus peitos sob o tecido fino. Sinto meus mamilos endurecerem, como se ele tivesse tocado neles diretamente com a boca, e uma pulsação úmida começa entre minhas pernas, uma onda quente que encharca minha calcinha. A conversa segue, mas mal escuto. Estou presa nesse triângulo de olhares e pensamentos safados, cada respiração carregada de desejo não dito que me tira o fôlego.

O Primeiro Sinal

“Fala sobre Creta”, diz David, e a voz dele tem um tom que me arrepia a espinha. Felix se recosta, o copo entre os dedos, os lábios levemente úmidos, os olhos queimando no meu colo. “A última noite de vocês. Na praia, quando você dormiu.” Eu lembro. David tinha ido para a água, eu fechei os olhos, as ondas rugiam como uma canção de ninar. Felix sentou ao meu lado, a mão dele na minha barriga, bem leve, como uma pluma. Eu congelei, não abri os olhos, meu corpo inteiro era uma corda esticada e cheia de tesão. Os dedos dele desceram, por baixo da alça do meu biquíni, deslizando sobre a curva suave do meu monte de Vênus. Prendi a respiração, deixei acontecer, enquanto meu coração batia tão alto que achei que ele ouviria. Ele me tocou, só um instante, dois dedos que passaram pela minha fenda molhada e quente, direto sobre meu clitóris, que já estava duro, antes de ele recuar, quando David saiu da água.

“Eu vi tudo”, diz David agora, a voz calma, mas a mão aperta mais forte, os dedos se cravam na minha carne. “Voltei de propósito mais cedo. Queria saber se você deixaria, se sentiria os dedos dele na sua buceta.” Ele se vira para mim, os lábios roçam minha orelha, o hálito quente me faz tremer. “Sei que você queria ele. Eu também quero, quero ver o pau dele dentro de você, até você gritar.” As palavras dele entram em mim como óleo, pesadas e lisas, e outra onda de umidade se acumula entre minhas pernas.

Felix larga o copo, se inclina para a frente, os cotovelos nos joelhos. “O que exatamente você quer, David? Quer que eu foda ela? Quer que eu coma ela com força, até ela gozar?”

“Sim”, sibila David. “Quero que você pegue ela. Na minha frente. Quero ver ela te pegar, ver seu pau desaparecer dentro dela.” A mão de David aperta minha coxa, os dedos cravam na carne macia, e sinto meu corpo tremer.

Felix me olha, os olhos escuros e investigativos. “E você? O que você quer, sua putinha?”

Minha boca está seca, passo a língua nos lábios, sentindo o calor entre minhas pernas. “Quero que você me pegue. Quero seu pau dentro de mim, fundo na minha boceta. Quero vocês dois, quero sentir vocês me fodendo.” As palavras pairam no ar, pesadas e quentes, e vejo o peito de David se erguer, o pau dele inchar dentro da calça.

O Acordo

Felix se levanta, devagar, como se tivesse todo o tempo do mundo. Ele contorna a mesa, ajoelha na minha frente, as mãos dele nos meus joelhos, o calor atravessa o tecido, direto na minha pele em chamas. “Vira para mim”, diz ele, a voz rouca e autoritária. Obedeço, me solto de David, me movimento para a frente até meus joelhos tocarem os dele. Felix abre o primeiro botão da minha blusa, depois o segundo, os dedos dele são calmos, não hesitam, mas vejo o brilho nos olhos dele. David respira atrás de mim, ouço ele engolir, um som baixo e seco, e sei que ele já está com o pau na mão, por baixo do tecido. Felix empurra o tecido dos meus ombros, meus peitos ficam expostos, a pele formiga sob o olhar ardente dele. Ele se inclina, pega um mamilo entre os lábios. A língua circula, chupa suavemente, e um arrepio percorre meu corpo, direto para meu clitóris pulsante. Eu gemo, jogo a cabeça para trás, enterro os dedos no cabelo dele, pressiono a língua dele mais forte contra minha ponta dura. “Gostou disso, seu pedaço de tesão?”, pergunta Felix, com a boca ainda na minha pele, a voz abafada, mas cheia de desejo.

“Sim”, sussurro, “me pega, Felix. Me fode logo.”

A mão dele desliza por baixo da minha saia, encontra o tecido molhado da minha calcinha, rasga para o lado. Os dedos dele mergulham direto na minha buceta molhada e quente, deslizam pelos lábios, encontram meu clitóris latejante. Eu me contraio quando ele toca, uma pontada de prazer, e sinto meus fluidos grudarem nos dedos dele. “Você está tão molhada”, murmura ele, “tão molhada pra caralho. Você estava esperando por isso a semana toda, sua putinha.”

David desliza atrás de mim, as mãos dele nos meus ombros, o hálito quente no meu pescoço. “Diz pra ela o que você vai fazer com ela, Felix. Diz bem alto.”

Felix tira os dedos, lambe devagar, a língua dele circula cada dedo, como se estivesse provando o melhor vinho do mundo. “Vou te deitar nesse sofá”, diz ele, a voz grossa e rouca, “e vou enfiar meu pau tão fundo na sua boceta…”

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