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Turno Tardio

Contos de Escritório · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Eu paro, os dedos pairando sobre o teclado, quando sinto seu olhar – ardente e exigente. Lena está encostada na copiadora, braços cruzados, queixo levemente erguido. Ao nosso redor, o relógio de parede tiquetaqueia, mas o tempo parece se esticar, cada fração de segundo incha como uma batida de coração. Estamos sozinhos no escritório aberto, os últimos colegas se despediram há uma hora. O prazo de amanhã cedo pesa, mas neste momento está esquecido – só nós dois e o silêncio. Meu pau já pulsa dentro da calça, inchado e duro, só de ver seus peitos cheios sob a blusa fina e o balanço atrevido da bunda enquanto ela cruza os braços e empurra os peitos para cima.

“Encontrou alguma coisa?”, pergunto, apontando para a pilha de papéis na mão dela. Minha voz sai mais grave que o normal, rouca de desejo reprimido. Ela balança a cabeça, uma mecha solta caindo no rosto – brilhando sob a luz de neon. “Só e-mails antigos. Os números do trimestre não batem.” A voz dela é rouca, cansada, mas por baixo vibra algo – um tom que me agarra o corpo inteiro e dispara direto pro meu pau. Eu imagino como a boceta molhada dela está me esperando debaixo da saia.

Eu levanto, me espreguiço, e vou até a mesa dela. Cada passo parece pesado, carregado de tensão excitante. “Deixa eu ver.” Quando chego perto, sinto o cheiro dela – uma mistura de café com um perfume floral que embriaga meus sentidos e deixa meu pau ainda mais duro. Ela me entrega as folhas, nossas pontas dos dedos se tocam. Um momento curto, elétrico – uma faísca que faz minha pele formigar e minhas bolas ficarem pesadas.

“Aqui”, digo, apontando para uma coluna. Minha voz está rouca. “O imposto foi lançado duas vezes. Viu?” Ela se inclina, o cabelo roça minha bochecha – macio, sedoso. “Porra, sim. Obrigada.” O sorriso dela é genuíno, mas os olhos continuam inquietos – escuros, investigativos, como se ela visse mais. Ela vê exatamente como meu pau se marca na calça, e o olhar dela demora um segundo a mais ali.

Trabalhamos em silêncio, mas o silêncio é carregado – uma corrente invisível entre nós. Sinto a presença dela como uma fonte de calor, cada farfalhar do blazer, cada suspiro baixo. Quando ela se inclina sobre a mesa para pegar uma pasta, as costas se desenham sob a blusa fina – cada curva, cada linha. Engulo seco, minha boca seca. Olho fixo pra bunda dela, como o tecido da saia estica, e imagino pegá-la na mão, enfiar meus dedos na boceta molhada dela.

“Café?”, pergunto, pra quebrar a tensão. Minha voz sai arranhada. Ela acena. “Com prazer.” Na copa, as luzes estão baixas – um brilho íntimo. Preparo duas xícaras, quando ela aparece de repente atrás de mim. O calor dela queima nas minhas costas. “Deixa”, ela diz, pegando a jarra da minha mão. O peito dela roça meu braço – de propósito? Um arrepio desce pela minha espinha, e meu pau pulsa na calça. Eu poderia agarrá-la agora, apertá-la contra o balcão e levantar a saia dela.

Ficamos de frente um para o outro, só centímetros nos separam. Os lábios dela estão entreabertos, úmidos na luz suave. Vejo as linhas finas ao redor da boca dela – marcas de cansaço e algo proibido. “O que foi, Lena?”, sussurro. Ela dá de ombros. “Nada. Só… a tensão.” As palavras dela são uma casca que envolve outra coisa – algo que leio direto no olhar dela: Ela quer ser fodida.

Eu coloco minha xícara devagar, pausadamente – o tilintar ecoa no silêncio. “Talvez a gente devesse fazer uma pausa.” Ela acena, mas os olhos dela dizem outra coisa – eles brilham. Quando me afasto, ela me segue, o passo leve no carpete – um predador no crepúsculo. O olhar dela gruda na minha virilha, onde meu pau aperta contra o tecido.

Paro na minha mesa. Ela chega mais perto, tão perto que sinto o calor do corpo dela – um calor que faz minha pele formigar. “Você tem medo?”, ela pergunta. Eu balanço a cabeça. “De quê?” Ela ri baixinho, um som escuro. “De que não seja só o trabalho.” A mão dela desce e passa pela minha coxa, se aproximando da minha virilha.

A mão dela desliza pelo meu braço – um toque suave que deixa arrepios. Eu me viro, seguro o pulso dela – o pulso dela dispara sob meus dedos. “O que você quer, Lena?” Ela me olha direto nos olhos – fundo, insondável. “O que você também quer. Quero que você me foda. Aqui. Agora.” A voz dela é um sussurro que ecoa na minha cabeça e dispara direto pro meu pau. Ele fica tão duro que quase dói, a cabeça pulsando contra a braguilha.

O beijo vem de surpresa – suave a princípio, depois mais exigente. Os lábios dela têm gosto de café e algo doce – um sabor que me embriaga. Minhas mãos vão para o pescoço dela, puxando-a para perto. Ela geme baixinho, se aperta contra mim – o corpo dela macio e firme ao mesmo tempo. Sinto os peitos dela no meu peito, os mamilos duros sob a blusa. “Aqui?”, murmuro entre dois beijos. “O escritório…” Minha voz falha. Ela ri – um som selvagem, livre. “Não tem ninguém. E mesmo se tivesse – quero que você me foda até eu não conseguir mais ficar de pé.”

Os dedos dela desabotoam minha blusa – um movimento que ela já praticou bastante, seguro e ousado. Eu ajudo, tiro o tecido dos ombros – o ar frio toca minha pele. Ela usa um sutiã preto de renda que molda os peitos dela perfeitamente – cada redondeza, cada curva. Beijo as clavículas dela, o pescoço, enquanto ela abre meu sutiã – um clique, uma queda. Os peitos dela saltam livres, pesados e cheios, os mamilos duros como pedrinhas.

“Deus, você é linda”, murmuro, pegando um dos peitos dela na boca. Ela geme alto quando eu chupo a ponta dura, prendendo-a entre os dentes e mordendo de leve. “Isso, exatamente assim”, ela ofega. As mãos dela são ousadas. Ela me empurra pra trás contra a mesa, papel farfalhando sob minha bunda – um barulhinho no silêncio. “Vira”, ela ordena, a voz firme como aço. “Quero te comer por trás.”

Eu obedeço, apoio as mãos na mesa – a madeira é fria sob meus dedos. Ela se aperta contra mim por trás, os peitos dela nas minhas costas, a respiração quente no meu ouvido – um sopro que me faz tremer. “Quero te sentir”, ela sussurra, e a mão dela desce por baixo da minha saia – um toque que me atravessa. Ela puxa minha meia-calça e calcinha pra baixo, até ficarem nos meus tornozelos. Eu

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