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A noite com a plateia de Lena

Contos de Corno · aprox. 10 min de leitura · Maiores de 18

„Você realmente o convidou?“ A voz de Lena soa sem fôlego, seus dedos tamborilam na mesa. Alex acena, um sorriso fino brinca em seus lábios. „Ele foi o melhor em Maiorca, não foi? O cara que te fez rir tanto na piscina.“ Ele pega a mão dela, aperta suavemente. „Quero que você se sinta bem. E quero ver ele te foder.“

A Chegada

Marco está na porta, bronzeado, o cabelo ainda molhado da chuva. Ele usa uma camisa preta, os botões de cima abertos, e cheira a sal e madeira de cedro. Lena engole em seco. Seu olhar percorre seu peito largo, os músculos visíveis sob o tecido. O olhar dele vai dela para Alex, que se apoia despreocupadamente na parede. „Bom vê-los de novo“, diz Marco, a voz grave e calma. Alex dá um passo para trás. „Vou preparar algo para beber. Sintam-se em casa.“

Lena fica parada, as mãos nos bolsos da calça jeans. Marco se aproxima, levanta seu queixo. „Seu marido me disse que você gosta quando eu te beijo enquanto ele observa.“ Ela acena, um leve tremor nos joelhos. Os lábios dele são macios, mas exigentes. Ele tem gosto de hortelã e algo defumado. As mãos de Lena encontram sua nuca, puxam-no para mais fundo no beijo. A língua dele desliza sobre os dentes dela, e ela se abre completamente para ele. Um gemido baixo escapa dela quando Alex sai da sala para pegar as bebidas. A mão de Marco vai do queixo dela ao peito dela, aperta suavemente. Ela sente seus mamilos endurecerem sob o tecido da camiseta.

Marco se afasta lentamente, seus dedos acariciam sua bochecha. „Pensei em você“, ele diz. Lena cora. „Eu também.“ Ela sente o sorriso dele antes de ele beijá-la novamente, desta vez mais fundo, mais exigente. A mão dele desce pelas costas dela, puxando-a para mais perto. Ela pode sentir as batidas do coração dele, fortes e rápidas. A outra mão dele desce mais, sobre a bunda dela, aperta firme. Ela sente o pau duro dele pressionando contra sua barriga, e um arrepio quente percorre suas costas.

As Preliminares

Alex volta com três taças de vinho tinto. Ele as coloca na mesa de centro e se senta na poltrona, a taça na mão. Marco já empurrou Lena para o sofá, ajoelhado entre as pernas dela. „Continua“, diz Alex baixinho, a voz rouca de excitação. Marco abre o botão da calça jeans de Lena, o zíper desce. Ela levanta o quadril, ajudando-o a tirar a calça. Suas coxas são pálidas na luz do abajur, os pelos eriçados. Marco se inclina, sua língua traça uma linha do joelho dela para cima. Lena se apoia nos cotovelos, sua respiração acelera.

Alex toma um gole, os olhos fixos nas bocas deles. Os lábios de Marco alcançam a borda da calcinha dela, uma fina tira de renda preta. Ele a empurra para o lado com os dentes, Lena geme baixinho. A primeira lambida dele a atinge diretamente, quente e molhada. Ela se agarra ao estofado, a cabeça cai para trás. Alex vê o corpo dela se tensionar, como ela se pressiona contra o rosto de Marco. „Isso, exatamente assim, lambe ela gostoso“, ele sussurra. Marco grunhe em concordância, mergulha mais fundo em sua fenda molhada.

Marco toma seu tempo, explora cada dobra, cada sensação. Sua língua circula lentamente em torno do clitóris dela antes de sugar suavemente. Lena treme, suas mãos se enterram no cabelo dele. „Não para“, ela sussurra. Ele ri baixinho, a respiração faz cócegas em sua boceta molhada. „Nunca.“ Ele muda o ritmo, ora rápido, ora devagar, até que ela se contorce debaixo dele. Alex observa o corpo dela se arquear e coloca uma mão sobre a virilha. Ele abre o zíper, tira o pau duro e começa a esfregá-lo lentamente.

Então Marco para. „Ainda não“, ele murmura, endireitando-se. Lena ofega, seu quadril busca por ele em vão. Sua boceta está molhada, seus lábios vaginais inchados. „Por favor“, ela implora baixinho, „quero seu pau.“ Mas Marco balança a cabeça, um brilho astuto nos olhos. „Ainda não, você me terá quando eu quiser te pegar.“

O Desenrolar

Ele tira a camisa, a pele dourada na luz do abajur. Lena observa enquanto ele abre o cinto, deixa a calça cair. Seu membro está duro, a glande brilhando úmida, um pau grosso e comprido que pulsa de tesão. Ela abre a boca, quer pegá-lo, mas ele balança a cabeça. „Seu marido quer ver o show. Você fica embaixo. Você me mete na sua boceta.“ Ele se ajoelha novamente, desta vez com a cabeça voltada para os pés dela, levanta o quadril dela e se pressiona dentro dela. A ponta da glande dele desliza através dos lábios vaginais molhados dela, uma estocada profunda e redonda. Lena ofega, suas costas se arqueiam. Ele a preenche completamente, o corpo dela precisa se ajustar ao tamanho dele. Alex se inclina para a frente na poltrona, a mão em torno do próprio membro. „Devagar“, ele diz, a voz rouca. „Aproveite como ele fode sua boceta.“

Marco começa a se mover, cada estocada é controlada, direcionada. Lena sente ele a preenchendo, o atrito exatamente certo. A glande dele roça o ponto G dela a cada estocada. Ela fecha os olhos, se deixa levar. As mãos dele seguram seus quadris com firmeza, guiando-a. „Olhe para mim“, ele ordena baixinho. Ela obedece, olha nos olhos escuros dele. „Você é tão linda assim, sua boceta é tão gostosa.“ As palavras dele a atingem fundo. Ela levanta as mãos, puxa-o para baixo, beija-o selvagemente, suas línguas se entrelaçam.

Alex observa o jogo dos músculos nas costas de Marco, ouve os sons abafados de Lena. Ele se levanta, se aproxima, senta-se no braço do sofá. Sua mão acaricia a bochecha de Lena. „Você está sentindo ele?“, ele pergunta. Ela acena, os olhos vidrados. „Ele está fundo em você, como é o pau dele na sua buceta?“ Marco empurra mais forte, e Lena grita. „Ele é tão grande, ele me preenche“, ela ofega. „Segura ela firme“, diz Alex. Marco obedece, agarra os quadris dela, pressiona-a contra o sofá. Suas estocadas ficam mais rápidas, mais profundas, cada uma penetrando até o fim dentro dela.

O ar no quarto está quente, cheio do cheiro de suor e sexo. Lena sente o saco escrotal de Marco batendo contra sua fenda molhada. Cada penetração do pau duro dele a leva mais alto. Alex observa como os peitos dela se delineiam sob a camiseta, como os mamilos pressionam o tecido.

A União

Lena perde a noção do tempo. Só existe o corpo de Marco sobre ela, seu ritmo, a voz de Alex a guiando. „Você é nossa agora“, sussurra Alex. Marco se inclina, chupa o pescoço dela enquanto continua. „Você é tão gostosa, sua boceta é tão apertada quanto a de uma virgem“, ele sussurra. Lena geme, seu quadril gira contra ele. Ela quer senti-lo, por inteiro. A mão dele desliza entre os corpos deles, seus dedos encontram o clitóris dela, esfregam-no no ritmo das estocadas dele. A sensação é avassaladora. Ela morde o lábio, as unhas cravam nas costas dele. „Vou gozar“, ela avisa, a voz trêmula. „Goza“, ordena Marco, „goza no meu pau.“ E ela obedece. As ondas a atingem, violentas, enquanto ele continua a foder, prolongando o orgasmo dela. Ela grita, o corpo todo se contraindo em espasmos. Ele a observa, os olhos fixos nos dela, e então, com um grunhido profundo, ele se derrama dentro dela, jorros quentes de porra enchendo sua boceta. Lena sente cada pulsação, cada onda de calor que a preenche por dentro.

Alex se levanta, a mão ainda em seu pau. „Ajoelhe-se“, ele diz a Lena. Ela obedece, ainda trêmula, o corpo marcado pelo sexo. Marco se afasta, seu pau ainda duro e escorregadio. Alex se posiciona na frente dela, o membro ereto. „Agora você vai chupar ele, enquanto eu vejo“, ele diz, a voz grave. Lena abre a boca, envolve a glande de Alex com os lábios. O gosto é salgado, misturado ao sabor dela mesma. Ela chupa, a língua circulando a ponta, enquanto sente o olhar de Marco nas costas. Alex geme, as mãos em seu cabelo. „Isso, chupa gostoso.“ Ele começa a empurrar, guiando a cabeça dela para cima e para baixo em seu pau. Ela deixa, a boca cheia, a respiração ofegante. Marco se aproxima, acaricia a bunda dela, os dedos deslizando pela fenda molhada. „Você é uma puta perfeita“, ele sussurra, e Lena geme em torno do pau de Alex.

Alex a puxa para cima, a beija, o gosto de porra e saliva misturado. „Agora de quatro“, ele ordena. Ela se vira, apoia as mãos no sofá, oferecendo a boceta molhada e o cu. Marco se posiciona atrás dela, o pau apontado para sua entrada. „Quem você quer primeiro?“, pergunta Alex, a voz um sussurro quente em seu ouvido. „Você“, ela ofega, „quero você no meu cu.“ Alex sorri, passa a mão pelo pau, e então o pressiona contra o ânus dela. Lena prende a respiração enquanto ele entra, devagar, o anel se abrindo para ele. É apertado, quase doloroso, mas o prazer é intenso. Marco se ajoelha na frente dela, oferecendo o pau molhado para a boca dela. Ela o pega, chupa enquanto Alex a fode por trás. O ritmo é sincronizado, cada estocada de Alex empurra a boca dela mais fundo no pau de Marco. O quarto está cheio dos sons de corpos se chocando, gemidos e respiração pesada.

Lena está num estado de puro êxtase, cada nervo em chamas. Ela sente o orgasmo se aproximar novamente, uma onda que cresce no ventre. „Vou gozar“, ela geme em torno do pau de Marco. „Goza“, ambos dizem em uníssono. E ela se desfaz, o corpo convulsionando enquanto Alex a fode mais forte, enquanto Marco derrama sua porra quente em sua boca. Ela engole, o gosto salgado e espesso, enquanto sente Alex gozar dentro dela, o calor se espalhando em seu cu. Eles caem juntos, um emaranhado de membros suados e respiração ofegante. Lena está no meio, o corpo marcado, a pele brilhando. Ela sorri, os olhos fechados, sentindo os dois homens que a possuíram, que a fizeram sentir-se viva.

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