Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Eu estava sentada na pequena casa geminada em Londres, cercada pelas sombras escuras da noite, esperando meu entrevistado, o conhecido empresário Julian Blackwood. Como jornalista, estava acostumada a entrevistar pessoas, mas algo naquele homem me deixava nervosa. Talvez fosse o jeito como ele me olhava, como se pudesse enxergar diretamente minha alma, ou talvez fosse a maneira como falava, com uma voz profunda e calma que me hipnotizava. Já enquanto esperava, sentia minhas coxas se esfregarem levemente uma na outra, um desejo inconsciente que subia em mim. Minha boceta começava a ficar molhada só de pensar nele, e eu precisava apertar mais minhas pernas para controlar o calor que surgia.
Eu tinha me preparado para esta entrevista lendo tudo o que podia encontrar sobre Julian Blackwood. Ele era um homem na casa dos quarenta e cinco anos, com um sucesso impressionante no mundo dos negócios. Seu nome era sinônimo de poder e sucesso, e eu estava curiosa para saber mais sobre a pessoa por trás da fachada. Quando ouvi que ele estava disposto a falar comigo, fiquei surpresa e animada. Sabia que era uma chance que não podia perder. Havia preparado uma lista de perguntas para questioná-lo sobre sua carreira e experiências, mas sabia que também precisava estar pronta para mergulhar mais fundo em sua alma para descobrir a verdadeira história. Meus dedos tremiam enquanto eu revisava minhas anotações, e eu podia sentir o doce aroma terroso da minha própria excitação se espalhando lentamente pelo ambiente.
A porta se abriu, e Julian Blackwood entrou. Ele era ainda mais impressionante do que eu imaginara. Seus olhos escuros me encararam, e eu me senti como se estivesse me afogando neles. Ele sorriu, e seus dentes brilharam na luz suave do cômodo. Levantei-me para cumprimentá-lo, e quando nossas mãos se tocaram, senti um choque elétrico que disparou diretamente pelo meu braço até minha fenda molhada. Puxei minha mão de volta para me recompor, e ele sorriu novamente, como se soubesse o que eu sentia. Sentamo-nos, e comecei a fazer minhas perguntas. Ele respondia detalhadamente, e eu estava fascinada por sua inteligência e paixão. Quanto mais o conhecia, mais me sentia atraída por ele. Meus mamilos endureceram sob minha blusa, e eu desejava que ele os tocasse.
Conforme a entrevista avançava, senti que a atmosfera no cômodo mudava. O ar estava denso de tensão, e eu sabia que não era a única a perceber. Julian Blackwood me olhou, e senti que ele me hipnotizava. Seus olhos perfuravam os meus, e eu sentia que não podia me esquivar dele. Ele se levantou, e eu o segui até a janela. Ele a abriu, e o ar frio da noite londrina entrou. Virou-se, e vi que seus olhos queimavam com uma intensidade que me deixava sem fôlego. Ele deu um passo em minha direção, e senti que não conseguia me mover. Ele colocou a mão em minha bochecha, e senti que estava em chamas. Seus dedos roçaram meus lábios, e abri ligeiramente a boca para lamber as pontas de seus dedos. O gosto de sal e poder me inundou.
Naquele momento, soube que não podia escapar dele. Senti que pertencia a ele, e que ele me possuiria. Ele me puxou para perto, e nossos lábios se encontraram num beijo faminto. O mundo ao nosso redor desapareceu, e tudo o que importava era o momento em que nos tocávamos. Sua língua invadiu minha boca, exigente e habilidosa, enquanto suas mãos deslizavam pelo meu corpo. Ele agarrou minha blusa e a rasgou num único movimento. Os botões voaram pelo ambiente. Meus peitos caíram livres, e seus dedos envolveram meus mamilos duros, torcendo e beliscando-os até eu gemer. “Você é tão gostosa pra caralho”, murmurou contra minha boca. “Quero te foder agora, aqui e imediatamente.”
Suas mãos deslizaram mais para baixo, sobre minha barriga, até alcançarem a cintura da minha saia. Ele a abriu e a deixou cair no chão. Eu estava só de calcinha, já encharcada pela minha umidade. Ele riu baixinho ao ver a mancha escura no tecido. “Você já está toda molhada por mim, sua putinha”, disse ele, com a voz grave e rouca de desejo. Ele enfiou os dedos por baixo do tecido e acariciou meus lábios molhados. Eu me contraí quando as pontas de seus dedos deslizaram sobre meu clitóris, e um gemido alto escapou de mim. “Sim, bem aí”, ofeguei. “Por favor, Julian.”
Ele puxou minha calcinha num movimento seco e me deixou nua diante dele. Seus olhos percorreram meu corpo, e eu pude ver a luxúria neles. “Agora me mostre o quanto você me quer”, ordenou. Ele se deixou cair na poltrona atrás dele e abriu o cinto. Ajoelhei-me diante dele, minhas mãos tremendo enquanto desabotoava sua calça. Seu pau saltou em minha direção, duro e comprido, com uma cabeça grossa e vermelha que já gotejava de antecipação. Passei a língua pelos lábios ao olhar para ele. “Você tem um pau lindo”, sussurrei, antes de fechar a boca em torno de sua glande.
Comecei a lambê-lo, primeiro devagar, depois cada vez mais rápido. Peguei o máximo que pude em minha boca e senti ele penetrar mais fundo em minha garganta. Seu gosto era salgado e masculino, e eu amava aquilo. Ele gemeu alto enquanto eu o trabalhava e agarrou meu cabelo para guiar minha cabeça. “Sim, engole ele todo, sua putinha”, ofegou ele. “Quero que você chupe meu pau até o talo.” Obedeci, deixando sua glande deslizar fundo em minha garganta, até engasgar. Mas não desisti, chupei e lambi até ele tremer. “Bom, agora para”, disse ele de repente, puxando minha cabeça para longe de seu pau. “Quero te foder por trás agora.”
Ele me virou e me dobrou sobre a escrivaninha. Apoiei-me nos cotovelos e ofereci a ele minha boceta molhada. Eu podia sentir meus lábios se abrindo, esperando para serem preenchidos por ele. Ele colocou as mãos em meus quadris e esfregou a ponta de seu pau sobre minha fenda. “Por favor, Julian”, implorei. “Me fode, com força!” Ele riu baixinho e então penetrou em mim com um único e poderoso empurrão. Gritei quando ele preencheu meu corpo. Ele era tão fundo, tão grosso, que
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