Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

A cidade de Milão pulsava abaixo de mim, um mar de luzes e noites quentes de verão. Eu, a chef, sentia o ar ficar pesado de desejo enquanto percorria o longo corredor até a suíte do hotel. Meu colega, o sommelier, e eu não nos víamos há meses — desde aquela noite louca em Barcelona, onde quase nos beijamos. Desta vez era diferente. A ocasião: uma exposição de arte exclusiva de um colecionador, um amigo em comum. Mas eu sabia que era mais do que arte. Era sobre o que estava no ar, aquela tensão elétrica que me fazia formigar entre as pernas.
Quando abri a porta de madeira maciça da suíte, eu o vi imediatamente. Ele estava junto à janela, com uma taça de Barolo na mão, a luz vermelha do sol poente contornando sua silhueta. Ele se virou ao me ouvir, e nossos olhares se encontraram. Naquele momento, eu soube: esta noite eu ia fodê-lo. Não apenas beijá-lo, nem acariciá-lo — eu ia senti-lo dentro de mim, fundo e duro. Meu coração disparou, minha buceta ficou molhada só de pensar no que estava por vir.
O colecionador, um homem no final dos quarenta, com têmporas grisalhas e olhos penetrantes, veio até nós. “Bem-vindos, vocês dois”, disse ele sorrindo, enquanto beijava minha mão. Seus lábios queimaram minha pele. “Senti sua falta. De ambos.” O sommelier largou a taça e se aproximou, seu olhar percorrendo meu corpo, o vestido vermelho justo que realçava minhas curvas. Senti seus olhos presos aos meus seios, firmes sob o tecido.
“Eu também”, sussurrei, minha voz rouca de desejo.
A noite se arrastou. Falamos sobre arte, sobre vinhos, sobre tudo e nada. Mas, debaixo da mesa, senti o pé do sommelier subindo lentamente pela minha perna. O colecionador nos observava, um sorriso cúmplice nos lábios. “Vocês estão tão tensos”, disse ele de repente, levantando-se e tirando o paletó. “Vamos mudar isso.”
Ele contornou a mesa, ajoelhou-se entre nós e colocou uma mão na minha coxa, a outra na do sommelier. “Eu vi como vocês se olham. Como seus corpos gritam por toque. Quero ver isso. Quero participar.” Seu olhar era firme, exigente. O sommelier me encarou, seus olhos escuros de luxúria. Eu assenti lentamente, meu coração batendo forte contra o peito.
“Mostre-me o que você quer”, sussurrou o sommelier, e sua mão deslizou por baixo do meu vestido, direto entre minhas pernas. Senti seus dedos deslizarem sobre o tecido molhado da minha calcinha, e um gemido escapou de mim. O colecionador nos observava enquanto sua mão abria o zíper do meu vestido. O tecido caiu dos meus ombros, e meus seios apareceram, firmes, com mamilos duros que imploravam por sua língua.
“Chupa eles”, ordenou o sommelier, e o colecionador obedeceu sem hesitar. Sua língua circulou meu mamilo direito enquanto seus dedos afastavam minha calcinha. Senti seus dedos deslizarem para dentro da minha buceta molhada — primeiro um, depois dois. “Tão molhada”, murmurou ele, enquanto continuava a amassar meu seio. “Você esperou tanto para ser fodida, não esperou?”
“Sim”, ofeguei, enquanto o sommelier se posicionava atrás de mim e afastava meu cabelo para beijar minha nuca. Suas mãos seguraram meus quadris, me pressionando contra seu pau duro que eu sentia através da calça. “Quero vocês dois. Agora.”
O colecionador se levantou, tirou a camisa e abriu a calça. Seu pau saltou — longo, grosso, com uma cabeça inchada que brilhava de desejo. “Vira”, ele disse, e eu obedeci, me curvando sobre a mesa, com a bunda para o alto. O sommelier atrás de mim tirou meu vestido completamente, até eu ficar nua. O colecionador veio para a minha frente, seu pau bem na minha cara.
“Abre a boca”, ele disse, e eu obedeci, deixando sua cabeça deslizar sobre meus lábios antes de engoli-lo fundo na garganta. Senti ele pressionar meu céu da boca, e eu engoli para levá-lo ainda mais fundo. Seu gemido foi profundo quando ele começou a se mover na minha boca. Ao mesmo tempo, senti as mãos do sommelier na minha bunda, seus dedos afastando minhas nádegas, e então sua língua penetrando minha boceta molhada.
“Porra, sim”, gemi em volta do pau do colecionador, enquanto a língua do sommelier penetrava fundo em mim. Ele me lambeu até eu tremer, e então senti seu dedo no meu cu, sondando devagar. O colecionador segurou minha cabeça com as duas mãos e fodeu minha boca cada vez mais fundo. “Engole ele todo”, sussurrou. “Você consegue.” Eu o engoli até meu nariz pressionar seu púbis, e senti seu pau pulsando na minha garganta.
De repente, ouvi o sommelier se levantar. “Quero te foder”, ele disse, a voz rouca. Ele me puxou para cima, longe da mesa, e me pressionou contra a parede. O colecionador me virou de costas para a parede. Senti o sommelier pegar seu pau, pressionar a ponta molhada contra minha buceta. “Está pronta?”
“Sim, me fode com força”, gemi, e ele cravou o pau dentro de mim com uma única estocada profunda. Eu gritei — um grito de prazer e dor. Ele era tão grosso, tão comprido, que eu o sentia até no estômago. Ele começou a foder, forte e rápido, cada estocada me jogando contra a parede. Suas mãos apertaram meus quadris, seus dedos cravados na minha pele.
O colecionador veio para minha frente, seu pau ainda molhado da minha saliva. “Abre a boca”, ele disse, e eu obedeci enquanto o sommelier continuava a me penetrar. Peguei o pau do colecionador de volta na boca, desta vez mais fundo, mais selvagem. Senti meu corpo sendo rasgado entre os dois homens — um fodendo minha buceta, o outro minha boca. O som das estocadas, o chupar da minha boceta molhada sob o pau do sommelier, seus gemidos e meu ofegar abafado preenchiam o quarto.
“Vou gozar”, ofegou o sommelier, e senti seu pau pulsar dentro de mim. Suas estocadas ficaram mais descontroladas, mais profundas. Ele deu uma última estocada, e senti jatos de esperma quente invadindo minha buceta enquanto ele gemia alto. Mas ele não se retirou — continuou dentro de mim, duro, enquanto o colecionador tirava o pau da minha boca.
“Agora você”, disse o sommelier para mim, e ele se afastou lentamente, enquanto chamava o colecionador. “Deita”, ele disse, e eu me deixei cair no chão, no tapete macio. Abri bem as pernas, minha buceta
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