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Adultério em Brooklyn

Contos de Infidelidade · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

Eu estava em pé junto à janela do meu loft no Brooklyn, com a testa pressionada contra o vidro frio, enquanto olhava para o brilhante horizonte de Manhattan. Lá embaixo, o trânsito rugia, mas dentro de mim havia apenas silêncio. Um vazio oco e profundo. Minha vida era uma fachada perfeita de sucessos brilhantes e sorrisos educados. Como maestro da Orquestra Sinfônica de Nova York, eu dominava o palco, controlava cada nota, cada entrada. Minhas mãos desenhavam a música no ar e os músicos obedeciam. Mas na minha vida privada, eu me sentia como uma marionete, cujos fios eram puxados por uma rotina entediante. Meu casamento era amoroso, mas previsível — um crescendo lento e constante que nunca chegava a um clímax. Eu ansiava por algo que fizesse meu sangue ferver, por algo proibido que me trouxesse de volta à vida. Meu pau, que há meses penetrava apenas mecanicamente e por obrigação no calor familiar da minha esposa, começou a pulsar na minha calça quando pensei nela.

Pensei na jovem violinista de concerto que havia entrado recentemente para a nossa orquestra. Ela era de tirar o fôlego. Cabelos longos, negros como a noite, que caíam sobre os ombros, e olhos que brilhavam como dois lagos escuros e profundos na escuridão. Sua música era diferente — selvagem, apaixonada, um canto que penetrava diretamente nas minhas entranhas e deixava meu pau duro antes mesmo de ela tocar a primeira corda. Eu a observava no palco, o violino sob o queixo, os olhos fechados, mergulhada em êxtase. Eu me perguntava se ela também era tão apaixonada e selvagem na cama, se seu corpo tremia tão lindamente quando ela gozava, como seus dedos dançavam sobre as cordas. Eu sabia que ela era proibida. Eu era casado. Ela era minha funcionária. Mas meu desejo queimava como fogo no meu ventre, e eu não conseguia parar de alimentá-lo.

Os dias se passaram. Eu a via em todos os ensaios, em todas as apresentações. Observava o jeito como seu traseiro se movia na calça preta justa quando ela ia até a estante de partituras. Observava as finas gotas de suor em seu lábio superior quando ela tocava concentrada. Meu membro ficava duro como pedra toda vez que eu pensava no nome dela: Elena. Comecei a procurar desculpas para falar com ela. Depois dos ensaios, nos corredores vazios da sala de concertos. Descobri que ela não era apenas talentosa, mas também inteligente e espirituosa. Compartilhávamos uma profunda paixão pela música, mas o que eu realmente queria era a paixão dela por mim. Eu queria fodê-la. Mais selvagem e mais forte do que eu fazia há anos. Queria ouvir seus gritos, sentir seu corpo molhado e apertado sob o meu.

Uma noite, depois de um ensaio intenso do Concerto para Violino de Tchaikovsky, o cheiro de suor subiu ao meu nariz, misturado com seu perfume. Meu coração batia forte contra as costelas. Fui até ela enquanto ela guardava o violino. “Elena”, disse eu, minha voz mais rouca do que pretendia. “Quer tomar um drinque comigo? Conheço um lugar perto daqui.” Ela hesitou. Por um instante, pensei que ela recusaria. Então ela assentiu, um leve sorriso nos lábios cheios. “Claro, Maestro.” Seu olhar me encontrou, e eu senti minhas bolas ficarem pesadas. Aquilo não era um sorriso inocente.

Fomos a um pequeno restaurante com luzes baixas no Lower East Side. Sentamo-nos numa mesa nos fundos, longe dos poucos outros clientes. Pedi uma garrafa de Barolo. Falamos sobre música, sobre a interpretação do concerto, mas meus pensamentos estavam apenas no corpo dela. Observava sua língua lamber a borda da taça de vinho, seus dedos brincando com a haste. Meu pau pressionava dolorosamente contra o zíper da minha calça. Ela usava um vestido preto simples que realçava seu decote. Eu podia ver a suave curvatura dos seios dela e imaginava como os mamilos escuros e duros teriam gosto.

“Está tarde”, disse ela finalmente, sua voz um sussurro. “Eu deveria ir.” Mas ela não fez menção de se levantar. Em vez disso, inclinou-se para a frente, e sua mão pousou sobre a minha. O toque foi eletrizante. Um arrepio percorreu minhas costas. “Ou talvez você também não queira me deixar ir, Maestro?” Seus olhos estavam escuros de desejo, sua respiração curta e rápida. Aquele era o convite que eu esperava.

“Venha comigo”, disse eu, minha voz um grasnido rouco. Puxei-a para cima. Deixamos dinheiro pago sobre a mesa e saímos. O ar frio da noite nos atingiu, mas eu sentia apenas o calor que emanava do corpo dela. No táxi, ficamos em silêncio, mas a mão dela pousou na minha coxa, os dedos subindo mais alto até roçarem o volume na minha calça. Ela sorriu, um sorriso cúmplice e sujo. Apertei os dentes. Meu pau era uma pedra.

No meu loft, não acendi nenhuma luz. As luzes do horizonte banhavam o ambiente numa penumbra azulada. Assim que a porta se fechou, eu a girei e a pressionei de frente contra a parede. “Você não faz ideia do que faz comigo”, ofeguei em seu ouvido, enquanto empurrava seu vestido para baixo dos quadris. Ela usava uma calcinha fio dental preta minúscula que se perdia entre as curvas cheias do traseiro. Rasguei-a com um puxão. “Eu quero você agora. Aqui. Com força.”

“Faça”, sussurrou ela, a voz trêmula de excitação. “Me foda, Maestro. Me mostre o que você sabe fazer.”

Ajoelhei-me atrás dela, afastei suas nádegas com as duas mãos e mergulhei o rosto entre suas pernas. Sua boceta já estava úmida, os lábios brilhando de molhados. Passei a língua por sua fenda e ela gemeu alto. “Oh, Deus, sim!”, gritou ela. Lambi e chupei seu clitóris enquanto meus dedos deslizavam para dentro de sua abertura molhada e quente. Ela era tão apertada, tão malditamente quente. Ela tremia o corpo inteiro, pressionando o traseiro contra meu rosto. “Mais”, ela gemeu. “Por favor, não me faça esperar.”

Levantei-me, abri minha calça e deixei-a cair no chão. Meu pau saltou para fora, duro, grosso, a glande úmida de pré-gozo. Pressionei a ponta contra seus lábios molhados, esfregando para cima e para baixo. Ela gemeu e empurrou o traseiro contra mim. “Me fode logo!”, gritou ela. “Fode a minha buceta!”

Agarrei seus quadris e mergulhei nela com uma única estocada forte. Ela gritou, um som agudo e excitado, quando meu membro penetrou fundo em sua boceta apertada e molhada. Ela era tão quente que quase me derrubou. As paredes de sua vagina se fecharam ao meu redor como um punho. Comecei a empurrar, lentamente

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