„Então você quer aprender o terceiro estágio da invocação?”, perguntou Lyra, sem desviar o olhar dos símbolos rodopiantes que desenhava no ar. Seus dedos se moviam com uma graça que fascinava Finn toda vez — como se os próprios fios de luz azul lhe obedecessem. O ar crepitava com energia não utilizada, e o cheiro de ozônio se misturava ao perfume de sua pele. Seus seios se erguiam sob o manto branco, e ele podia ver os mamilos endurecidos que se pressionavam contra o tecido, como se implorassem diretamente para que ele os tocasse.

„Sim, Mestra.” A voz de Finn soou mais firme do que ele se sentia. Os fios de luz azul dançavam diante de seus olhos, e o perfume de sálvia e pergaminho antigo o envolvia como um manto. Ele estava em sua biblioteca, cercado por livros mais antigos que qualquer ser vivo. Mas nada disso era tão intenso quanto a presença dela — aquela atração magnética que o dominava toda vez. Suas calças ficaram apertadas, seu pau começou a inchar enquanto ele pensava na pele nua dela sob o manto.
Lyra baixou os braços. Os símbolos se extinguiram como estrelas morrendo, deixando um rastro de calor no ar que fez sua pele formigar. Ela se virou para ele, e seus olhos, daquele violeta profundo que lembrava o céu do entardecer, o examinaram com uma mistura de orgulho e algo mais — um calor que o fez prender a respiração. Em seu olhar havia uma ternura que ele raramente via nela, e isso fez seu coração bater mais rápido. O jeito como seus lábios se entreabriram quando ela o olhou o enlouqueceu. Ele imaginou aqueles lábios se fechando ao redor do seu pau. „O pacto que você precisa fazer não é apenas com os poderes, Finn. É também comigo.”
Ele engoliu em seco. „Eu entendo.” Seu membro pulsava agora, duro em sua calça, um fuste quente e grosso que pressionava contra o tecido. Ele sabia que ela podia ver, como sua excitação se marcava.
„Não, você não entende.” Ela se aproximou até ficar a um palmo de distância. Seu manto branco farfalhava suavemente, o tecido deslizando sobre seus quadris enquanto ela se movia. Ela cheirava a lavanda e algo defumado, como uma fogueira distante, e aquele perfume o fez respirar mais fundo, o fez absorver seu cheiro. „O pacto exige entrega. Não apenas da sua vontade, mas de todo o seu ser. Você está pronto para se abrir para mim, sem reservas?” Sua mão roçou seu peito, e ele sentiu sua pele queimar sob o toque dela.
A boca de Finn estava seca. Ele sentiu o ar vibrar entre eles, como se a própria magia esperasse sua resposta. A tensão era palpável, um laço invisível que se tecia ao redor deles. Seu pau pulsou em sua calça, e ele podia sentir o pré-gozo se acumulando na ponta. „Sim.” Sua voz era pouco mais que um grasnido.
„Então venha.” Ela pegou sua mão, seus dedos se fechando firmes ao redor dos dele, e o conduziu a um divã baixo coberto de almofadas — púrpura e dourado, como as vestes de um rei. O fogo na lareira lançava sombras dançantes nas paredes, fazia os lombos dos livros brilharem, e o calor os envolvia como uma promessa. „Sente-se.”
Ele obedeceu, suas pernas parecendo chumbo enquanto ele se deixava cair nas almofadas macias. Lyra se ajoelhou diante dele, suas mãos repousando em seus joelhos, leves como borboletas. Através do tecido de sua calça, ele sentia o calor das palmas dela, e sua pele começou a queimar. Ela apertou levemente, e seu pau, agora completamente ereto, pressionou contra a mão dela. „O pacto será selado com sangue e corpo. Eu vou te tocar, e você vai me tocar. Cada toque será um selo, cada beijo um juramento. Você entende?” Seus dedos começaram a abrir o zíper de sua calça, lentamente, com deleite.
„Sim”, ele sussurrou, e sua voz soou mais rouca do que pretendia. O desejo queimava nele, o fazia tremer. Ele podia sentir a pressão dos dedos dela em seu membro duro enquanto ela afastava o tecido.
Ela sorriu, um sorriso raro e genuíno que suavizava suas feições e criava pequenas linhas ao redor de seus olhos. „Então vamos começar.” Seus dedos se fecharam ao redor de seu pau, que saltou para fora da calça, grosso e duro, a glande brilhando de pré-gozo. „Oh, você já está pronto”, murmurou ela, e seu polegar deslizou sobre a ponta sensível. Um tremor percorreu seu corpo, e ele gemeu baixinho. A mão dela estava quente, seu toque suave, mas firme. Ela deslizou lentamente para cima e para baixo, e ele sentiu seu membro ficar ainda mais duro sob seus dedos.
„Eu quero te provar”, disse ela, e se inclinou para frente. Sua língua percorreu a glande, um longo e molhado traço que o fez gritar. Sua boca estava quente, seus lábios envolveram a ponta, e ela sugou suavemente enquanto sua mão continuava massageando o fuste. Ele enterrou uma mão em seu cabelo, macio e sedoso, e a pressionou mais contra si. „Sim, Mestra…”, ele gemeu. Ela o levou mais fundo, sua boca deslizando ao longo do fuste até quase engoli-lo por completo. Sua língua rodopiou ao redor dele, e ele sentiu o prazer disparar por seu corpo, quente e implacável.
Lyra o soltou, seus lábios deslizando com um som úmido de seu pau. „Você tem um gosto incrível”, ela sussurrou, e seu hálito era quente em sua pele sensível. „Agora é sua vez.” Ela se ergueu, puxou o manto que caiu de seus ombros. Por baixo, ela não usava nada. Seus seios eram cheios, empinados, os mamilos duros como pedrinhas. Sua pele brilhava à luz do fogo, e entre suas pernas ele viu um brilho úmido — sua boceta já estava molhada, os lábios inchados de desejo.
„Me despir”, ordenou ela, e sua voz estava rouca. Ele obedeceu, suas mãos puxando o manto completamente para baixo, até ela ficar nua diante dele. Seus olhos percorreram seu corpo, as curvas de seus quadris, a planície lisa de seu ventre, a fenda úmida entre suas pernas. Ele se inclinou para frente, sua língua encontrou seu mamilo, e ele sugou enquanto sua mão deslizava sobre seu ventre. Ela gemeu alto, seu quadril se pressionando contra a mão dele. „Sim, assim… me deixe molhada.”
Seus dedos encontraram sua boceta, e ele sentiu o quanto ela estava molhada. Os lábios estavam escorregadios, seu clitóris inchando sob seu toque. Ele mergulhou um dedo nela, e ela gritou, seu corpo estremecendo. „Me fode com seus dedos”, ela ofegou, „me prepare para o seu pau.” Ele obedeceu, adicionou um segundo dedo, e sentiu sua vagina apertada e quente se fechar ao redor dele. Ela estava tão molhada que seus dedos quase escorregavam, e ele a fodeu com estocadas profundas e ritmadas, enquanto
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