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A noite sobre Frankfurt

Contos de Estranhos · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

A cidade estava abaixo dela, um mar de luzes, e ela sentia o calor da noite de verão em sua pele nua. Ela estava no terraço, uma taça de vinho tinto na mão, e o vento da noite fazia seu vestido ondular levemente sobre suas coxas. O perfume de lavanda e a umidade abafada da cidade se misturavam no ar. Ela se sentia infinitamente livre, mas sob essa superfície, algo fervia. O relacionamento dela com ele era um jogo de poder, de desejo, de confiança e do controle que ambos tanto amavam. Eles nunca tinham dito que pertenciam um ao outro. Em vez disso, existia essa regra não dita: você faz o que quiser, mas volta para mim. Ela respirou fundo e deixou seus pensamentos vagarem.

Ela pensou nele, em suas mãos calejadas, nas cicatrizes em seus nós dos dedos do trabalho com os cavalos. Ele era dono de um haras, na casa dos 30 anos, com ombros largos e uma barriga de músculos firmes que se destacavam sob uma camiseta branca. Ela era veterinária e o conhecera em sua fazenda, quando tratava de uma égua ferida. Desde então, eram inseparáveis, mas a atração nunca foi suave. Era selvagem, crua, como os animais que os cercavam. Ela adorava quando ele a tomava, sem pedir. Mas ele era ciumento. Possessivo. Se ela olhasse para outro homem, seu olhar escurecia. E ela sabia que aquela noite traria uma decisão.

Ela bebericou seu vinho, seco e amargo, escorrendo por sua língua, e olhou para as luzes de Frankfurt. A noite anterior passou como um filme em sua mente. Ela tinha encontrado um estranho. Em uma boate, onde a música era tão alta que mal se ouviam os passos. Ele era alto, de cabelos escuros e mãos que sabiam o que queriam. Eles dançaram, colados, seus quadris contra a virilha dele. Ela sentiu o pau duro dele através do tecido da calça, pressionando sua barriga. Ela riu, depois o puxou para o canto silencioso dos banheiros. Os lábios dele eram rudes, sua língua na boca dela, enquanto a mão dele deslizava por baixo da saia dela. Ele afastou a calcinha dela para o lado, sem pedir. Seus dedos, ásperos e exigentes, penetraram sua boceta molhada. Ela já estava molhada, escorrendo de desejo. Ele a pressionou contra o azulejo frio, ergueu a perna dela e a penetrou. Suas estocadas eram duras, profundas, implacáveis. Ela sentiu o pau dele dentro dela, esticando e preenchendo, enquanto se agarrava aos ombros dele. Os gemidos eram sujos, baixos, sussurrados. Ela gozou quando ele mordeu seu pescoço, as contrações percorrendo seu corpo, enquanto ele gozava dentro dela, quente e grosso. Ela nunca soube o nome dele.

Quando ela voltou para casa, ele estava sentado na cama. Seus olhos estavam vermelhos, não de choro, mas de uma raiva silenciosa e ardente. Ela contou a ele, diretamente, sem rodeios. Ela contou como o estranho a tinha fodido, quão fundo, quão forte. Ela entregou cada detalhe, enquanto a mandíbula dele rangia. E agora ela estava aqui, sobre a cidade, sentindo sua boceta ficar molhada novamente com a lembrança da noite anterior.

Ela colocou o copo vazio de lado e voltou para o apartamento. O cômodo estava mal iluminado, apenas um único abajur projetava sombras nas paredes. Ele estava deitado na cama, um livro na mão, mas seus olhos estavam vazios, fixos em um ponto no teto. Seu corpo estava tenso, os tendões do pescoço saltados. Ela fechou a porta atrás de si, o clique suave ecoando no quarto. Ela sentou na cama, sua mão encontrou a dele. A pele dele era quente, áspera.

“Precisamos conversar”, disse ela, sua voz baixa, mas exigente. “Sobre nós. Sobre o que aconteceu.” Ele deixou o livro cair, que bateu no chão com um baque surdo. Seus olhos encontraram os dela, e ela viu a mistura de desejo e dor neles.

“Não tenho certeza se estou pronto para ouvir isso”, disse ele, sua voz rouca. “Mas não consigo evitar.”

Ela jogou uma perna sobre o colo dele, montando nele, seu vestido subiu, expondo suas coxas nuas. Ela sentiu o calor do corpo dele sob ela, o começo duro do pau dele através da calça. “Você vai ouvir”, sussurrou ela, seus lábios perto da orelha dele. “E então você vai me tomar. Tão forte quanto puder.”

Ele agarrou a nuca dela, puxou-a para si, seu beijo foi rude, exigente. Sua língua penetrou a boca dela, enquanto suas mãos puxavam o vestido dela por cima da cabeça. Caiu no chão, e ela estava nua sob ele, seus seios pesados e redondos, os mamilos duros com o ar frio. Ele a empurrou para trás, ela deitou na cama, de pernas abertas, enquanto ele se erguia sobre ela. Seus olhos percorreram o corpo dela, pararam na mancha molhada entre as pernas dela.

“Você já está molhada”, constatou ele, sua voz profunda, ressonante. “Por ele? Ou por mim?”

“Por ambos”, disse ela, deslizando uma mão entre as pernas, passando os dedos pelos lábios molhados. “Mas agora eu quero você.”

Ele tirou a calça, seu pau saltou, longo e grosso, a glande brilhando. Ela lambeu os lábios, sentindo sua boceta se contrair ao vê-lo. Ele se inclinou sobre ela, sua língua encontrou o mamilo dela, circulou-o, mordeu de leve. Ela gemeu, suas costas se arqueando. “Me toma”, sussurrou ela. “Agora.”

Ele se ergueu, sua mão envolveu seu pau duro, guiou a ponta até a abertura molhada dela. Ele esfregou a glande sobre os lábios da vagina dela, mergulhou, mas só a ponta. Ela rangeu os dentes, o desejo queimando dentro dela. “Por favor”, ofegou ela. “Me fode.”

Ele enfiou. Com uma única estocada forte, ele a penetrou. Ela gritou, um som agudo, enquanto o comprimento dele a preenchia, suas paredes se contraindo em torno dele. Ele se moveu devagar no começo, mas fundo, cada estocada fazia a cama ranger. Ela agarrou seus ombros, suas unhas arranhando a pele dele. “Mais forte”, exigiu ela. “Tão forte quanto você quiser.”

Ele acelerou, seus quadris batendo contra ela, o som de pele molhada ecoando alto no quarto. Ela sentiu o suor dele em seus seios, sua respiração quente em seu ouvido. “Você é minha”, rosnou ele. “Você gosta quando outros te fodem, mas você sempre volta para mim.”

“Sim”, gemeu ela, as palavras dele a deixando ainda mais molhada. “Sempre para você.”

Ele a virou de lado, ergueu a perna dela sobre o ombro dele. Essa posição o fez penetrá-la ainda mais fundo, suas bolas batendo contra a bunda dela. Ela sentiu a onda subir dentro dela, cada fibra de seu corpo se tensio

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