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O Silêncio Entre os Filmes

Contos de Amizade · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

O cheiro de pipoca salgada e café fresco pairava no ar. Jonas ouvia o leve estalar dos grãos de milho estourando no micro-ondas. Na sala, a televisão cintilava; um filme antigo que já tinham visto centenas de vezes. Lena estava sentada ao lado dele no sofá, pernas encolhidas, dedos dos pés enfiados em meias grossas. Ela olhava fixamente para a tela, mas Jonas sentia que seus pensamentos estavam longe. O silêncio entre eles era pesado, carregado de algo não dito, uma tensão elétrica que fazia sua pele formigar. Ele observou enquanto ela passava uma mecha do cabelo escuro atrás da orelha, um gesto que vira inúmeras vezes. Mas naquela noite, tudo parecia diferente. Sua respiração era mais superficial, seus seios subiam e desciam sob o tecido fino do suéter. Jonas se aproximou, até que sua coxa roçasse a dela. Um olhar rápido dela, então ela se virou novamente para o filme. Mas não afastou a perna. Em vez disso, ele sentiu ela se inclinar ligeiramente contra ele, um calor trêmulo que penetrava o tecido. A mão dele estava no encosto do sofá, a poucos centímetros do ombro dela. Ele podia sentir o calor do corpo dela, o leve tremor quando ela inspirou fundo. Jonas sentiu um aperto no peito, um desejo que há muito reprimira. Ele se inclinou, pegou a mão dela, que descansava sobre o joelho. Ela deu um pequeno sobressalto, então virou a cabeça para ele. Seus olhos arregalados, questionadores, mas com um olhar que o puxava para mais fundo.

— Jonas? — sussurrou ela, a voz quase inaudível sobre o barulho do filme.

Ele não respondeu, apenas passou o polegar sobre as costas da mão dela, sentindo a penugem fina e a leve umidade da pele. Lena permitiu, sua respiração ficou mais superficial, seus mamilos se marcavam sob o suéter. Então ela virou a mão, entrelaçando os dedos nos dele. Um consentimento silencioso. Ele a puxou suavemente para perto, até que o rosto dela estivesse próximo ao dele. A respiração dela roçou seus lábios, doce da pipoca, misturada ao aroma amargo do café. Ele esperou, dando a ela tempo para recuar. Mas ela não se mexeu. Em vez disso, fechou os olhos e inclinou a cabeça. Um convite. Quando a beijou, foi hesitante, quase tímido. Os lábios dela macios, um pouco secos. Ele sentiu ela se abrir, como a mão dela pousou em sua nuca e o puxou com mais força. O beijo ficou mais profundo, mais exigente. Jonas provou sal e algo doce que era só dela, misturado ao gosto surdo de desejo. Sua mão livre deslizou para o quadril dela, puxando-a para mais perto, até que as coxas se roçassem. Ela cedeu, deixou-se cair contra ele, suas pernas se abriram ligeiramente. Os seios dela se pressionaram contra o peito dele, e através do tecido da camiseta ele sentiu as pontas duras, como pequenos botões pressionando contra ele. Ele deixou a mão deslizar por baixo do suéter dela, sobre a pele quente da barriga, que se arrepiou sob seus dedos. Ela estremeceu quando seus dedos roçaram a parte de baixo do seio dela, a curva macia ainda coberta pelo sutiã.

— Jonas — murmurou ela, a voz um sussurro rouco que foi direto para a virilha dele. Ela ergueu os braços, ajudando-o a tirar o suéter. Ele fez devagar, apreciando a visão de como a cabeça dela surgiu pela gola, como o cabelo dela se despenteou e caiu sobre os ombros nus. Então ela ficou diante dele, só de jeans e um sutiã fino de renda preta, a pele brilhando na luz cintilante da televisão. Ele a puxou novamente para si, beijou seu pescoço, o ponto sensível atrás da orelha, onde o pulso batia descontrolado. Ela inclinou a cabeça para trás, oferecendo a garganta, um gemido escapou dela. Ele chupou suavemente sua pele, sentindo o pulso dela sob seus lábios, acelerando. As mãos dela agarraram seu cabelo, puxando-o com mais força contra si, enquanto ela pressionava os quadris contra os dele. Através da calça, ele sentiu o pau, já duro, pressionando contra a coxa dela.

— Eu quero você — sussurrou ele entre dois beijos, a voz rouca de desejo.

Ela não respondeu, mas o puxou consigo para o chão, para o tapete macio diante do sofá. A televisão lançava sombras tremeluzentes sobre a pele nua dela enquanto ela se deitava de costas, braços esticados sobre a cabeça. O sutiã apertava os seios dela juntos, e Jonas se ajoelhou ao lado dela, suas mãos deslizando sobre as pernas dela, enfiadas no jeans justo.

— O que estamos esperando, afinal? — perguntou ela, a voz rouca, e sem esperar a resposta dele, ela alcançou as costas e abriu o sutiã. As alças deslizaram dos ombros dela, e os seios apareceram, cheios e pesados, com mamilos claros já eriçados, duros como pequenas pedrinhas. Ele se inclinou e pegou um na boca, sentindo o calor dele em sua língua. Ela gemeu baixinho, pressionando a cabeça no tapete, enquanto ele chupava, suavemente, circulava a ponta com a língua, sentindo-a endurecer mais, como se se erguesse sob seus lábios. A mão dele deslizou sobre a barriga lisa dela, por dentro do elástico da calça de moletom. Ela não usava calcinha, e ele sentiu imediatamente o calor úmido entre as pernas dela, uma viscosidade que molhou seus dedos. Ela estremeceu quando ele passou os dedos sobre os lábios da vagina dela, abrindo as dobras macias.

— Por favor — sussurrou ela, e a mão dela agarrou a dele, guiando-o para mais fundo.

Ele seguiu a ordem, deixou os dedos deslizarem para dentro dela, sentindo-a escorregadia e quente, a boceta dela se abrindo como uma flor. Ela abriu mais as pernas, dando-lhe espaço, e ele penetrou com um dedo, depois com dois. Ela o apertou firmemente, os quadris se movendo contra a mão dele enquanto ele estava fundo dentro dela. A respiração dela vinha em arquejos, sons baixos escapavam da garganta dela:

— Sim, aí mesmo, mais fundo.

Ele se inclinou, pegou o mamilo dela novamente na boca, enquanto os dedos trabalhavam dentro dela, esticando-a devagar. Ela arqueou as costas, empurrando-se contra ele, a pélvis batendo contra a mão dele.

— Sim, bem aí — ofegou ela, e ele sentiu os músculos dela se contraírem, como se ela estivesse prestes a gozar. Mas ele não queria que ela gozasse ainda. Ele diminuiu os movimentos, tirou a mão, e um gemido frustrado escapou dela.

— Por que parou? — perguntou ela, os olhos bem abertos e escuros.

Ele sorriu, inclinou-se sobre ela, os lábios roçando a barriga dela.

— Quero provar você direito primeiro.

Ele deslizou para baixo, beijou a barriga dela, o umbigo, a pele dela tinha gosto salgado e doce ao mesmo tempo, com um toque de suor e excitação. Quando chegou entre as pernas dela, hesitou por um instante, observou a fenda úmida dela, brilhando na luz trêmula. Ela olhou para ele, os olhos escuros de desejo, a mão dela passou pelo cabelo dele.

— Por favor — repetiu ela, a voz um rogo rouco.

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