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Tardes de verão na biblioteca

Contos de Amizade · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com suporte de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Ela estava sentada na biblioteca da universidade, cercada por livros antigos e pelo leve farfalhar de páginas sendo viradas. O sol entrava pelas janelas altas, banhando a sala em uma luz dourada e quente. Era um lugar onde ela sempre se sentira bem, um lugar onde se escondia para se encontrar. Ela estava lendo um livro de história da arte quando, de repente, viu um rosto familiar. Era Sophia, sua ex-amiga, que ela havia perdido de vista há muitos anos. Sophia agora era uma diretora de galeria de sucesso, e ainda estava tão deslumbrante quanto antes. Seus longos cabelos escuros caíam sobre os ombros, e seus olhos verdes brilharam quando a viu. Lena sentiu imediatamente uma onda de calor percorrer seu corpo. Seus mamilos endureceram sob a blusa fina, e entre suas pernas começou a ficar úmido. Ela não conseguia evitar se lembrar das noites que passaram juntas — do jeito que Sophia a tocava, do jeito que ela gemia quando Lena penetrava fundo nela.

Ela se sentiu de repente como uma colegial esperando o primeiro beijo. Seu coração batia mais rápido, e suas mãos ficaram suadas. Ela tentou se acalmar, mas era impossível. Sophia se aproximou, e ela viu a surpresa em seus olhos. “Lena”, disse Sophia baixinho, “que bom te ver de novo.” Elas se abraçaram, e Lena sentiu os seios macios de Sophia pressionarem contra os seus. Suas mãos deslizaram pelas costas de Sophia, e ela sentiu o calor do seu corpo. Sentiu o leve perfume de lavanda e suor que subia do pescoço de Sophia. “Senti tanto a sua falta”, sussurrou Lena, a voz rouca de desejo. Elas se sentaram a uma mesa, e Sophia contou sobre sua vida como diretora de galeria. Lena ouvia, mas seus pensamentos estavam em outro lugar. Ela fitava os lábios de Sophia, que se moviam ao falar, e imaginava como seria sentir aqueles lábios na sua boceta. Sentiu sua buceta ficar cada vez mais molhada e apertou as coxas para esconder a súbita excitação.

“Lembra da nossa última noite juntas?”, perguntou Sophia de repente, a voz num sussurro sujo. Lena assentiu, a boca seca. “Lembro de você em cima de mim”, disse Sophia, “de como enfiou os dedos fundo em mim até eu gritar.” Lena sentiu um arrepio percorrer suas costas. “Lembro do seu gosto”, respondeu Lena, “do seu doce suor escorrendo pelo meu queixo.” Seus olhos se encontraram, e o ar entre elas crepitava de tensão elétrica. Lena sentiu sua boceta pulsar, ansiando por toque. Ela podia ver os mamilos de Sophia endurecerem sob a fina blusa de seda. “Vem comigo”, disse Sophia de repente, “quero te mostrar uma coisa.” Ela se levantou, e Lena a seguiu como em transe.

Elas atravessaram a biblioteca, passando por longas estantes de livros antigos. Lena sentia o coração martelar contra o peito. Suas mãos tremiam de desejo. Chegaram a uma sala usada para exposições. Estava vazia, exceto por algumas mesas e cadeiras empoeiradas. Sophia fechou a porta atrás delas e girou a chave. O clique da fechadura ecoou no silêncio. Elas ficaram de frente uma para a outra, e Lena sentiu a tensão entre elas como uma força física. Sophia se aproximou, e Lena viu seus olhos verdes escurecerem de luxúria. “Eu quero você”, sussurrou Sophia, a voz rouca. “Quero seus dedos dentro de mim, sua língua na minha boceta.” Lena sentiu uma onda de calor percorrer seu corpo. Ela se aproximou até sentir a respiração de Sophia em sua pele.

Sophia tocou sua bochecha, os dedos delicados e ao mesmo tempo exigentes. Lena fechou os olhos e se entregou ao beijo. Seus lábios se encontraram, e foi como se o tempo parasse. A língua de Sophia invadiu sua boca, exigente e habilidosa. Lena gemeu baixinho ao sentir o gosto familiar de Sophia — levemente adocicado, com um toque de café. Suas mãos deslizaram para o cabelo escuro de Sophia, puxando-a para mais perto. O beijo ficou mais profundo, mais intenso, suas línguas se entrelaçando numa dança erótica. Lena sentiu as mãos de Sophia deslizarem por suas costas, mais abaixo, até alcançarem sua bunda. Sophia a apertou contra si, e Lena sentiu o calor entre seus corpos. Ela podia sentir os mamilos duros de Sophia através da blusa fina, pressionando contra os seus. Lena gemeu dentro do beijo ao sentir Sophia empurrar os quadris contra ela, num movimento sugestivo.

“Quero te foder”, sussurrou Lena, rouca, quando se separaram do beijo. “Quero te foder tão forte que você não consiga mais pensar.” Sophia riu baixinho, um som escuro e erótico. “Então me mostre do que é capaz”, desafiou. Lena agarrou a blusa de Sophia e arrancou os botões. O tecido de seda se abriu, revelando os seios nus de Sophia. Eles eram cheios e redondos, com mamilos escuros e duros que imploravam pela língua de Lena. Lena se inclinou e pegou um mamilo na boca. Ela chupou, enquanto sua língua circulava a ponta dura. Sophia gemeu alto, a cabeça caindo para trás. “Sim, assim mesmo”, ofegou. “Chupa meus peitos, sua vadia.” Lena sentiu sua boceta ficar ainda mais molhada com as palavras sujas. Ela mudou para o outro seio, dando-lhe a mesma atenção, enquanto suas mãos seguravam os quadris de Sophia.

Então Lena caiu de joelhos, suas mãos deslizaram pelas pernas de Sophia, subindo pela saia. Ela empurrou o tecido para cima até ver a ponta molhada da calcinha de Sophia. “Você já está tão molhada”, constatou Lena, a voz cheia de desejo. “Quero te provar.” Ela puxou a calcinha para o lado e lambeu cuidadosamente a fenda de Sophia. Sophia estremeceu e gemeu alto. Lena mergulhou mais fundo, sua língua penetrando entre os lábios úmidos. O gosto da excitação de Sophia encheu sua boca — salgado, doce, absolutamente inebriante. Ela lambeu devagar, com prazer, sua língua circulando o clitóris duro de Sophia. “Oh, Deus, Lena”, gemeu Sophia, as mãos se enterrando no cabelo de Lena. “Lambe minha boceta, lambe bem.” Lena obedeceu, sua língua se movendo mais rápido, mais fundo. Ela sentiu Sophia tremer, suas pernas começaram a sacudir. Lena enfiou dois dedos na buceta molhada de Sophia enquanto continuava a lamber seu clitóris. “Goza para mim”, ordenou Lena. “Goza na minha língua.” Sophia gritou alto, seu corpo vibrando num orgasmo violento. Seus fluidos escorreram sobre os dedos e a boca de Lena.

Lena se levantou, seus lábios brilhando com o suco de Sophia.

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