Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

O sol queimava impiedosamente sobre os campos da fazenda da Estíria quando eu, Capitão Alexander, pousei o Cessna na pista de pouso improvisada. A fuselagem saltitou sobre a grama irregular antes de pararmos. Meu amigo, o filho do fazendeiro, Lukas, tinha me convidado para visitar seu casamento — não apenas como convidado, mas como padrinho. Ao meu lado estava Sophia, minha melhor amiga e comissária de bordo, com quem eu havia feito inúmeros voos. Ela foi convidada como dama de honra, e seu vestido vermelho esticava sobre suas pernas longas quando ela saiu.
— Meu Deus, que lugar lindo — ela sussurrou, girando em torno de si mesma. O vento brincava com seus cabelos loiros, e eu podia ver o início de seus seios quando o tecido do vestido se ajustava às suas curvas. Um arrepio quente percorreu minhas costas. Ajudamos nos preparativos, decoramos o salão com flores e amarramos laços. Lukas sorria de orelha a orelha, e sua noiva, uma morena deslumbrante chamada Marie, o beijava repetidamente. Sophia e eu trocamos olhares cúmplices — ambos tínhamos relacionamentos suficientes para saber que essa magia não duraria para sempre. Mas hoje não era dia para esses pensamentos.
A festa começou quando o sol se pôs. O céu ficou laranja e vermelho, e o ar estava pesado com o perfume do feno e das flores. Sophia usava um vestido de seda vermelha que deslizava sobre seus quadris a cada movimento. Seus seios eram firmes e redondos, os mamilos se marcavam sob o tecido fino. Eu não conseguia tirar os olhos dela. Ela percebeu quando estávamos sentados lado a lado à mesa e sorriu para mim — um sorriso que deixou minhas bolas pesadas.
— Você está me encarando, Alex — ela sussurrou, colocando a mão na minha coxa. Seus dedos subiram lentamente até quase tocarem minha virilha. Senti meu pau endurecer sob a calça, um fio grosso e pulsante que pressionava contra o tecido.
— Não consigo evitar — murmurei, colocando minha mão sobre a dela. — Você está incrível esta noite.
Ela riu baixinho, um som aveludado que foi direto para minha virilha. — Talvez a gente devesse fazer uma pausa mais tarde. Só nós dois.
Meu coração batia forte. A música tocava, os convidados dançavam, mas eu só ouvia o zumbido do meu sangue. Quando a primeira dança lenta começou, puxei Sophia para a pista. Nossos corpos se pressionaram, seus seios contra meu peito, e seus quadris se moviam no ritmo da melodia. Eu sentia seu calor através do tecido fino, e meu pau ficou tão duro que temi que a calça rasgasse. Sua mão deslizou do meu ombro para minha nuca, e ela me puxou para mais perto.
— Eu quero você — ela sussurrou diretamente no meu ouvido, sua língua roçando meu lóbulo. — Eu quero você agora.
Agarrei sua mão e a tirei da pista. Nós nos esgueiramos pela multidão, passando pelos convidados rindo, até o jardim escuro. As estrelas cintilavam sobre nós, e a lua lançava luz prateada sobre os canteiros de flores. Sophia riu quando a puxei para trás de um grande arbusto de sebe que nos protegia de olhares.
— Aqui? — ela perguntou sem fôlego, seus olhos brilhando de excitação.
— Aqui — disse eu, pressionando-a contra o tronco de uma velha macieira. Minhas mãos encontraram sua cintura, deslizando sobre a seda do vestido enquanto me inclinava sobre ela. Nosso beijo foi selvagem, exigente — nossas línguas se encontraram, lutaram uma contra a outra, e eu provei o vinho doce em seus lábios. Suas mãos agarraram meu cabelo, puxando-me mais para baixo, enquanto eu levantava seu vestido com uma mão. O tecido sussurrou, e então senti sua pele nua — quente, macia, lisa.
— Eu desejei isso por tanto tempo — ela gemeu contra minha boca. — Em cada voo, quando você estava na cabine, eu imaginava você me fodendo.
Deixei minha mão deslizar entre suas pernas. Suas coxas se abriram imediatamente, e senti o calor que irradiava de sua boceta. Através do tecido fino da calcinha, senti o quanto ela já estava molhada — o pano grudava em seus lábios, e eu podia sentir a umidade através do tecido.
— Porra, Sophia, você já está pingando — ofeguei, afastando a calcinha para o lado. Meus dedos deslizaram sobre sua boceta nua, através dos lábios úmidos, até encontrar seu clitóris — uma pequena pérola dura que inchava sob meu toque. Ela estremeceu, gemeu alto quando passei o polegar sobre ele.
— Sim, sim, bem aí — ela arfou, mordendo o lábio. Suas mãos puxaram meu cinto, e eu a ajudei a abrir a calça. Meu pau saltou para fora — longo, grosso, a glande brilhando úmida à luz da lua. Ela o agarrou, seus dedos envolvendo a haste dura, e eu gemi quando ela puxou a pele para trás.
— Que peça gostosa — ela sussurrou, deixando sua língua deslizar sobre a ponta. O arrepio que percorreu minhas costas foi elétrico. Ela lambeu o suor do meu fuste, levou a glande à boca, e senti sua língua circular no ponto mais sensível. Agarrei seu cabelo, segurando-a firme enquanto ela me mimava com a boca.
— Não, ainda não — forcei, puxando-a para cima. — Eu quero gozar dentro de você, não na sua boca.
Ela riu, uma risada profunda e rouca, e se virou. Suas mãos se apoiaram no tronco da árvore enquanto ela esticava o bumbum na minha direção. Levantei seu vestido até que suas nádegas nuas ficassem expostas — duas metades redondas e firmes que se destacavam à luz da lua. Minhas mãos agarraram sua carne, afastaram as nádegas, e vi sua boceta — molhada, aberta, pronta.
— Me fode, Alex — ela implorou. — Me fode com força, como você sempre quis.
Não precisei de segundo pedido. Minha glande pressionou contra sua abertura, e senti o calor que irradiava de sua xota. Com uma estocada, penetrei — fundo, num único movimento, até minhas bolas baterem contra seus lábios. Ela gritou, um som abafado que se perdeu na noite. Sua boceta me envolvia como um punho, quente e apertada, e tive que me forçar a não gozar imediatamente.
— Oh, Deus, você é tão apertada — gemi, começando a empurrar. Cada estocada levava meu pau mais fundo nela, até eu sentir seu útero. Ela se pressionava contra mim, seus quadris se movendo em círculos enquanto eu batia nela. O som de pele molhada se chocando enchia a noite. Seus gemidos ficaram mais altos, mais selvagens, e senti suas paredes se contraindo ao meu redor.
— Sim, sim, me fode, me faz go…
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