L Lorotica O portal erótico multilíngue

A Governanta

Contos de Dominação · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Um sócio júnior de um escritório de advocacia, sua supervisora, uma quinta-feira à noite no escritório dela. Cenário de D/s com consentimento claro. Explícito para maiores de 18 anos.

A Dra. Hoffmann era sócia sênior do escritório, cinquenta e três anos, divorciada, uma mulher que havia conquistado seu lugar em um domínio puramente masculino e sabia como defendê-lo. Eu era seu júnior há três anos — trinta e quatro anos, ambicioso, com um passado como triatleta que me ajudava a sobreviver à sua carga horária. Ela era uma figura de presença impressionante: magra, traços faciais afiados, cabelos grisalhos que usava presos para trás com rigor, e olhos que podiam perfurar você. Sob o terno azul-marinho, eu intuía um corpo firme e treinado — ela era uma mulher que se disciplinava antes de disciplinar os outros.

Tínhamos uma relação profissional. Ela era justa, era exigente, era uma advogada melhor do que eu jamais seria. E eu havia me apaixonado por ela seis meses atrás — não romanticamente, mas de uma forma que não consegui entender por muito tempo, até perceber que era a autoridade dela que me atraía. Era um desejo profundo e visceral de estar sob o controle dela, de seguir suas ordens, de me perder em seu poder. Toda vez que ela me chamava em seu escritório, eu sentia um arrepio de excitação que me tirava o fôlego. E hoje à noite, eu sabia que algo iria mudar.

Numa quinta-feira de novembro, fiquei no escritório depois de uma rodada com clientes. Estava arrumando a sala de reuniões, porque é o que os juniores fazem. Ela voltou, pouco antes das dez, depois de ter acompanhado o cliente até o elevador. O ar estava pesado de perfume e tensão.

“Maximilian.” A voz dela era baixa, mas cortava o espaço como um bisturi.

“Doutora.” Meu coração batia forte contra as costelas.

“Meu escritório. Um minuto.”

Eu a segui. O escritório dela era grande, com uma pesada porta de carvalho que ela fechou atrás de mim. Ela contornou a mesa, mas não se sentou. Ficou de pé, com as mãos apoiadas na superfície. A luz era suave, apenas o abajur da mesa lançava um brilho quente sobre seus traços.

“Você corrigiu o cliente hoje.”

“Ele estava errado.”

“Clientes podem estar errados. Você não pode corrigi-los sem me consultar antes.”

“Peço desculpas.”

“Você se desculpa quando eu mandar você se desculpar.” A voz dela era um rosnado baixo e controlado que secou minha garganta.

Eu assenti. Ela me olhou, longamente, examinando. Era um olhar que eu conhecia nela — o mesmo olhar com que avaliava clientes antes de lhes dizer a verdade. Mas hoje havia algo diferente: um brilho nos olhos dela, uma ganância mal disfarçada que me excitou até a ponta dos dedos dos pés.

“Maximilian.”

“Sim.”

“Tranque a porta.”

Eu girei a chave. O clique ecoou pela sala como um tiro. Meu coração batia rápido. Eu não estava surpreso — algo em mim esperava por esse momento há seis meses —, mas estava nervoso de uma forma que era nova para mim. Meu pau já estava duro dentro da calça, pressionando o tecido, e eu mal conseguia respirar.

“Venha aqui.”

Eu fui. Ela estava agora na minha frente. Ela ergueu a mão. Colocou-a no meu queixo. Levantou meu rosto um pouco. Os dedos dela eram frios, o toque firme.

“O que você quer aqui, Maximilian?”

“Não sei exatamente.”

“Sabe sim. Diga.” Ela apertou levemente, as unhas cravando na minha pele.

Pensei. Disse: “Eu quero que você me diga o que fazer. Quero pertencer a você. Quero que você me use.” As palavras saíram roucas, quase sufocadas, e senti meu rosto queimar.

Ela assentiu uma vez, secamente. Um sorriso fino brincou em seus lábios — um sorriso que eu nunca tinha visto nela. Era o sorriso de uma mulher que tinha conseguido exatamente o que queria.

“Isso serve. Antes de começarmos — uma regra: ‘Pare’ é ‘Pare’. Sem explicação. Se você disser ‘Pare’, eu paro. Se eu disser ‘Pare’, você para. Entendido?”

“Entendido.”

“Segunda regra: Isso acontece aqui. Não em casa, não fora destas salas. Quando sairmos por esta porta, voltamos a ser advogada e júnior. Claro?”

“Claro.”

“Terceira: Você não é meu relacionamento. Eu não sou seu relacionamento. Somos o que você acabou de descrever. Claro?”

“Claro.” As palavras dela gravaram-se no meu cérebro. Nada de romance, apenas poder puro e nu.

“Então vamos começar. Tire o paletó.”

Tirei o paletó. Coloquei-o sobre o encosto da cadeira de conferência dela. Minhas mãos tremiam.

“A camisa também.”

Desabotoei a camisa, devagar, porque minhas mãos tremiam levemente. Tirei-a. Fiquei de torso nu diante dela. Ela me olhou — precisa, profissional, quase como uma perita. Os olhos dela percorreram meu peito, as linhas duras dos meus abdominais, marcados por anos de triatlo. Ela não teve pressa, e eu senti o olhar dela me despir, mais fundo que minha roupa.

“Ajoelhe-se.”

Ajoelhei diante dela. O carpete era grosso, macio sob meus joelhos. Olhei para cima. Ela era grande daqui de baixo, uma estátua de poder e desejo. Meu pau pulsava dentro da calça, uma pressão dura e dolorosa que gritava por libertação.

Naquela noite, ela estava com um terno azul-marinho. Abriu o zíper da saia — não a tirou completamente, mas até as coxas, de modo que a saia ficou aberta. O tecido caiu para os lados, revelando suas pernas, cobertas por uma meia-calça preta e lisa. Ela não a tirou. Com um dedo, afastou a calcinha fio dental por baixo — preta, um pedaço pequeno de tecido —, deixando-a exposta. A boceta dela estava depilada, lisa e úmida, os lábios ligeiramente abertos, como se estivessem me esperando. Uma fina camada de umidade brilhava em sua pele.

“Maximilian.” A voz dela era uma ordem.

“Sim.”

“Quero que você me sirva com sua língua. Sem pressa. Com a atenção que você nem sempre me dá. Me lamba até eu gozar. E depois continue me lambendo.”

Eu me inclinei. Ela colocou a mão no meu cabelo, não com força, mas como quem guia. Pousei minha língua nela — ela já estava molhada, um gosto discreto, salgado e doce ao mesmo tempo — e comecei a lambê-la. Devagar, em movimentos longos, como ela havia exigido. Ela gemeu baixinho, um som que me deixou mais duro na hora. A mão dela no meu cabelo apertou mais quando encontrei o ritmo. Enfiei minha língua entre os lábios úmidos dela, senti o calor aveludado, a

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi