O primeiro beijo aconteceu antes que eu entendesse que as regras já estavam quebradas há muito tempo. Lara tinha colocado a garrafa de uísque na mesa de madeira gasta, e seus olhos verdes brilhavam como felinos na penumbra. “Prova de coragem”, disse ela, e a palavra pairou entre nós, pesada como a chuva de verão que tamborilava contra as janelas do prédio antigo. Mira, a morena, recostou-se, seu vestido de verão subiu um pouco sobre as coxas, e eu pude ver o início de sua pele lisa e bronzeada. Eu estava sentado entre elas, a pele ainda formigando com o calor da noite que entrava pela janela entreaberta. O cheiro de asfalto molhado e tílias se misturava com o aroma adocicado do uísque. A voz de Lara cortou o silêncio, exigente e cheia de expectativa. Meu pulso disparou, e eu senti meu pau começar a inchar dentro da calça, só de ver seus lábios cheios e as pernas longas de Mira.

A aposta
“As regras são simples”, explicou Lara, servindo um gole generoso para nós três. O uísque queimou na garganta, aqueceu o estômago e deixou um peso agradável nos membros. “Cada um faz algo que nunca ousou fazer. Um de cada vez. Quem recuar, perde.” Seu olhar se cravou em mim enquanto ela levava o copo aos lábios e dava um gole lento e prazeroso. “Você começa, Leo.” Esvaziei meu copo para ganhar tempo, deixando os pensamentos girarem. O que eu nunca tinha feito? Meu olhar percorreu as pernas nuas de Mira, que brilhavam sob a luz do abajur, subiu até seu sorriso tímido, que fazia seus dentes brilharem. A mão dela brincava com a barra do vestido, um puxão nervoso que prendeu minha atenção. “Eu beijo a Mira”, disse eu, e as palavras saíram mais baixas do que eu queria, quase um sussurro. Mira corou, mas um sorriso tremulou em seus lábios, e ela baixou o olhar. Lara bateu palmas, um som agudo que me fez sobressaltar. “Vai logo!”
Levantei-me, as tábuas do assoalho rangeram sob meus passos, um som familiar no silêncio da sala. Mira também se levantou, hesitante, seus olhos procuraram os meus. Ela cheirava a baunilha e ao sal da noite, uma mistura que me entorpeceu. Seus lábios eram macios, quase hesitantes, quando me inclinei e os toquei. O beijo foi curto, uma amostra, um dar e receber suave. Mas quando me afastei, sua respiração estava mais rápida, suas pupilas dilatadas. Senti seu coração batendo contra meu peito, um ritmo rápido e irregular, e um arrepio percorreu minhas costas, como se uma mão invisível tivesse me tocado. Meus lábios ainda queimavam com o toque, e eu sabia que queria mais. Meu pau estava agora duro como pedra, pressionando dolorosamente contra o zíper da minha calça jeans, e tive que me forçar a não esfregá-lo.
A escalada
“É sua vez, Mira”, disse Lara, que nos observava com as pálpebras semicerradas, seus dedos brincando com a borda do copo. Mira não hesitou. Ela se levantou com um movimento fluido, contornou a mesa e sentou-se no meu colo. Seu peso pressionou minhas coxas, um peso agradável. Desta vez, o beijo foi exigente, sua língua encontrou o caminho para minha boca enquanto sua mão agarrava minha nuca e me puxava para perto. Senti sua bunda firme em minhas coxas, seu calor que penetrava o tecido fino do vestido, os contornos de seu corpo que se aconchegavam a mim. Lara nos observava, bebeu um gole de uísque, seu olhar deslizou sobre nós como se estudasse uma pintura. “Bom”, murmurou ela, e sua voz soou rouca, como papel amassado. Através do tecido, senti os contornos de seu corpo, a curva de seus quadris, a maciez de suas coxas. Meu membro começou a inchar, pressionando contra o zíper da minha calça jeans, um desejo urgente que não conseguia reprimir. Mira sentiu, aproximou-se um pouco mais, esfregando-se quase imperceptivelmente em mim, seus movimentos suaves como os de um gato. Segurei-a pelos quadris, puxei-a mais para perto, senti seu calor através do tecido, a umidade que penetrava o vestido fino. A voz de Lara nos separou, uma ordem que não admitia réplica. “É minha vez. Vou me despir. Toda.” Ela se levantou, num movimento elegante e fluido, agarrou a barra de sua blusa com as duas mãos e a puxou por cima da cabeça. Seus seios eram cheios, os mamilos duros, eriçados como pequenos botões que pediam para ser tocados. Depois, deixou a saia cair, que deslizou silenciosamente pelo chão, e ficou diante de nós apenas em uma minúscula calcinha preta, que mal cobria alguma coisa. “Sua vez, Mira.”
Mira se soltou de mim, devagar, relutantemente, e se colocou diante de Lara. Seus dedos encontraram a cintura da calcinha de Lara, empurrando-a lentamente sobre os quadris, um gesto terno que me fez prender a respiração. Lara saiu dela, completamente nua, e girou uma vez em torno de si mesma, deixando-se admirar, seus movimentos fluindo como água. “Gostou?”, perguntou ela, e sua voz era um sussurro que me tocou lá no fundo. Apenas balancei a cabeça, minha boca estava seca, meu coração martelava contra minhas costelas. A visão de seu corpo, as curvas que se delineavam na penumbra, as sombras suaves entre seus seios, a linha de sua cintura, a curva de suas nádegas – tudo isso me fez estremecer. Seu monte de Vênus era liso, a fenda úmida entre suas pernas brilhava na luz, uma visão que quase me fez perder a cabeça. “Agora você, Leo”, disse Lara, sua voz firme e ainda assim cheia de promessa. “Se despir.” Obedeci, levantei-me, desabotoei minha camisa, deixando os botões deslizarem pelas casas, um som que ecoou alto no silêncio. Deixei cair a calça e a cueca, fiquei nu diante delas, meu corpo tenso de excitação. Ambas as mulheres examinaram meu corpo, seus olhos fixos no meu pau duro, que se erguia como se quisesse capturar sua atenção. “Nada mal”, sussurrou Mira, e um sorriso brincou em seus lábios enquanto seus olhos deslizavam sobre mim. Senti seus olhares como um toque, que provocava arrepios na minha pele, um formigamento que ia do meu pescoço até a virilha. Meu pau estava agora completamente rígido, a glande brilhava úmida, e eu podia sentir a pulsação na minha virilha.
O jogo fica sério
Lara se aproximou, ajoelhou-se diante de mim, seu rosto na altura do meu membro. Seus olhos verdes me olharam enquanto a ponta de sua língua passava sobre o lábio inferior. “Nada mal”, murmurou ela e envolveu meu pau com uma mão. Seus dedos eram frios e firmes enquanto deslizavam pelo tronco, puxando a pele para trás, expondo a glande sensível. Eu gemi baixinho, minha respiração parou. Ela se inclinou, seus lábios se abriram…
Vozes da comunidade
Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.
