A taça de champanhe na mão de Jonas brilhava sob a luz do abajur enquanto ele observava o conteúdo borbulhante — uma saudação deslocada para uma noite que parecia estranha. Quem, diabos, comemora sua despedida de solteiro na própria sala de estar com três caras que mal via desde a faculdade? Finn estava sentado à sua frente no sofá de couro branco, o olhar perdido, tão deslocado quanto ele. E então havia Lukas, o anfitrião, que saiu da cozinha — uma garrafa de uísque na mão, um sorriso no rosto, como se tivesse bolado um plano genial.

Uma proposta inesperada
“Então, rapazes”, começou Lukas, colocando a garrafa com um baque surdo na mesa de vidro. “Pensei em fazer algo diferente hoje. Nada de strippers, nada de bebedeira sem sentido. Organizei algo especial.” Ele tirou o celular do bolso, digitou uma mensagem rapidamente. “Minha namorada Lara vai passar aqui com a colega dela. Ela disse que estão a fim de um pouco de diversão.”
Jonas sentiu o estômago se contrair — uma sensação de vazio, misturada com curiosidade. Estava solteiro há dois anos, mas esse tipo de coisa não era pra ele. Ou era? Finn pigarreou, a voz levemente rouca. “Hm, o que exatamente você está planejando? Quer dizer, estamos aqui por sua causa, por causa do seu casamento.”
“Ah, besteira”, acenou Lukas. “Só quero uma noite do caralho. E com nós quatro aqui parados, é entediante. Além disso — Lara é aberta a experimentos. Ela me contou que ela e a amiga já fizeram um ménage algumas vezes.”
Jonas engoliu em seco. Três homens e duas mulheres? Soava como um sexo a três, mas de algum jeito diferente — uma imagem borrada se formando na sua cabeça. Antes que pudesse dizer algo, a campainha tocou — um som agudo que rasgou o silêncio.
Lukas pulou e abriu a porta. Duas mulheres entraram: Lara, que Jonas conhecia de fotos — cabelos loiros longos, um sorriso atrevido — e uma morena de cabelo curto e jaqueta de couro. “Essa é a Marie”, apresentou Lara. “Trabalhamos juntas.”
Marie deixou o olhar percorrer o grupo — devagar, avaliando — e parou em Jonas. “Nossa, vocês parecem que nunca viram uma mulher”, disse ela com voz rouca e riu — um som grave, gutural, que ecoou na barriga dele.
Finn se levantou e estendeu a mão. “Finn. E esse é o Jonas. Estudamos com o Lukas.”
“Ah, os velhos amigos”, disse Marie, sentando-se ao lado de Jonas no sofá. A coxa dela roçou a dele — um contato breve e eletrizante. “E o que vocês fazem?”
A conversa fluía enquanto Lukas preparava drinks — cubos de gelo tilintavam no copo. Depois de um tempo, Lara sugeriu um jogo: “Verdade ou consequência, mas com um detalhe. Quem escolher consequência tem que fazer algo com alguém aqui — sob comando.”
O coração de Jonas disparou — um ritmo surdo no peito. Ele olhou para Finn, que ergueu as sobrancelhas com ceticismo, mas Lukas acenou com entusiasmo.
O começo da curiosidade
A primeira rodada começou inofensiva. Finn teve que dar um beijo na bochecha de Lara — um momento fugaz. Lukas teve que fazer um elogio a Marie — ele disse que o sorriso dela era como luz do sol. Mas então chegou a vez de Jonas. “Verdade ou consequência?”, perguntou Lara, olhando para ele com desafio — um brilho nos olhos.
“Consequência”, ele disse sem pensar — a palavra escapou dos lábios antes que a mente pudesse intervir.
“Bem.” Lara se levantou e foi até ele, os quadris balançando sob o vestido justo. “Você tem que beijar a Marie por cinco minutos. E direito.”
Jonas sentiu o calor subir ao rosto — um formigamento quente sob a pele. Ele olhou para Marie, que o encarava com um meio sorriso, os olhos semi-cerrados. “Vamos lá, não tem coragem?”, perguntou ela baixinho — um convite, não uma provocação.
Ele se inclinou — devagar, como se o tempo esticasse — e os lábios deles se encontraram. A princípio hesitante, um toque cauteloso. Mas então o beijo ficou mais exigente. A língua de Marie encontrou a boca dele — quente e macia — e ele sentiu a mão dela na nuca, puxando-o para mais fundo. Ela tinha gosto de uísque e hortelã — uma mistura forte e revigorante. O tempo passou, se dissolveu numa névoa de sensações, até Lara gritar “Pare”. Jonas se afastou dela, ofegante — o coração acelerado.
“Isso foi quente”, murmurou Finn, e Lukas riu — um som libertador.
O jogo continuou, mas o clima tinha mudado. Os olhares se alongaram, se prenderam uns nos outros, os toques ficaram mais intencionais — uma roçada no braço, uma perna casual. Quando chegou a vez do próprio Lukas, ele escolheu verdade. “Qual é a sua fantasia mais secreta?”, perguntou Marie — a voz um sussurro.
Lukas hesitou por um instante — uma respiração longa. “Um sexo a três. Com a Lara e mais um homem.”
Lara sorriu — um sorriso cúmplice, sensual. “Isso não é mais fantasia, querido. Podemos ter isso hoje.” Ela olhou para Jonas e Finn. “Se vocês quiserem.”
A respiração de Jonas falhou — o ar parecia denso. Seu olhar encontrou o de Finn, e nos olhos de Finn ele leu a mesma mistura de excitação e incerteza. “Estou dentro”, disse Finn baixinho — um tom decidido.
Jonas apenas acenou — um consentimento mudo.
O primeiro toque a três
Lara se levantou e puxou Marie consigo — as mãos delas se entrelaçaram. “Venham para o quarto. Precisamos nos trocar primeiro.” As duas mulheres desapareceram — um farfalhar de tecido, uma risada baixa — e os homens ficaram sentados em silêncio. Lukas respirou fundo, os ombros subindo e descendo. “Rapazes, isso vai ser loucura. Mas eu quero isso. Vamos fazer juntos, ok? Nada de ciúmes, nada de regras — só aproveitar.”
Jonas acenou — embora sua mente ainda lutasse com a realidade. O uísque no copo já tinha acabado, mas ele se sentia atordoado, como se tivesse bebido um litro inteiro. Os minutos se esticaram, até a porta do quarto ranger e as duas mulheres reaparecerem.
Elas agora usavam apenas sutiã e calcinha — Lara de vermelho, Marie de preto. Os corpos eram lisos e firmes, os seios pressionando contra o tecido fino, os mamilos marcados, duros. O pau de Jonas ficou duro na hora, pressionando contra o zíper da calça jeans. Ele sentiu o calor subir na virilha, uma pulsação incontrolável.
“Gostaram do que viram?”, perguntou Lara, girando devagar em círculo, balançando os quadris. Marie veio direto para Jonas e sentou no colo dele — os braços dela se enlaçaram no pescoço dele, as pernas se abriram, para que ele sentisse o calor entre as coxas dela.
“Você está
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