A risada dela me atingiu como um choque elétrico no pau — clara, despreocupada, e de repente era como se eu a visse pela primeira vez completamente nua na minha frente. Uma terça-feira à noite, duas garrafas de vinho tinto vazias, e ela ria de uma piada que eu já tinha esquecido. A cozinha pequena ecoava, e eu olhava fixamente para os lábios dela, que se abriam e fechavam, enquanto meu coração pulava uma batida e meu pau endurecia dentro da calça. Eu imaginava como aqueles lábios se fechariam em volta da minha glande, como ela chuparia e lamberia até eu gozar. Só o pensamento quase me fez gemer.

A Noite de Cozinhar
“Vamos cozinhar de verdade hoje”, ela tinha sugerido, as sobrancelhas levantadas enquanto espiava a geladeira. “Nada de macarrão com molho pronto. Vamos fazer algo decente.” Então ficamos lado a lado na bancada, cortando cebolas e alho. O ombro dela roçava o meu, toda vez que ela pegava o sal. Eu podia sentir o cheiro dela — algo floral, misturado com o suor que se acumulava na pele dela. O vinho corria solto — um Shiraz encorpado que o ex-namorado dela tinha deixado um dia. “Para novos começos”, ela brindou comigo, e eu toquei o copo no dela, o olhar preso nos lábios dela, que se abriram ligeiramente quando ela bebeu. Uma gota de vinho ficou pendurada no lábio inferior dela. Eu queria beijá-la para tirar, mas mais ainda queria que aquela gota caísse no corpo nu dela, sobre os peitos, sobre a barriga, até a boceta, e eu lambesse ela dali.
A comida ficou melhor do que o esperado: um ragù que cozinhou por horas, com massa fresca e parmesão em flocos grossos. Comemos na mesinha da sala, as pernas quase enroscadas, e conversamos sobre tudo e nada. Ela falou da infância dela em Colônia, eu da minha em Munique. A cada história, nos aproximávamos mais. Em algum momento, meus dedos estavam na mesa, a centímetros dos dela. Eu não ousei atravessar a última distância, mas meu pau pulsava debaixo da mesa, pressionando o zíper da minha calça. Em vez disso, eu observava como ela levava o garfo à boca, o jeito como fechava os lábios em volta do metal, e imaginava como ela faria isso com meu pau — aqueles lábios cheios e macios em volta da minha glande, a língua dela lambendo a parte inferior sensível. Meu pulso acelerou, e eu senti a saliva se acumular na minha boca. Tive que me controlar para não baixar a mão e bater uma punheta ali mesmo, na frente dela.
O Ponto de Virada
A terceira garrafa estava pela metade quando ela se levantou para procurar música. Enquanto ela rolava a playlist, eu contemplei a silhueta dela na luz do abajur. A leve curva dos quadris, o balanço da bunda dela dentro da calça jeans justa. Eu imaginava como aquela bunda era nua, como eu a pegaria nas minhas mãos, a abriria e enfiaria minha língua onde o sol não bate. Ela usava uma blusa solta que vivia escorregando do ombro. Minha respiração prendeu. Eu podia ver o formato dos peitos dela por baixo, os mamilos duros que se marcavam no tecido. “Gostou do que viu?”, ela perguntou de repente, sem se virar. O tom era provocador, mas a voz dela soava mais grave que o normal, quase rouca. Eu engoli seco. “Sim.” Não consegui dizer mais nada, mas meu pau deu um pulo dentro da calça, como se respondesse por mim.
Ela se virou devagar, a mão ainda no celular, e me olhou. “Sabe, eu já me perguntei isso há um tempo.” Ela sentou de novo, desta vez mais perto. Os joelhos dela tocaram os meus debaixo da mesa. “Se você também me olha assim quando acha que eu não percebo.” O ar no cômodo parecia ficar mais rarefeito. Eu me inclinei, coloquei a mão na coxa dela. O tecido da calça jeans era macio sob meus dedos, mas eu queria sentir a pele por baixo, o calor das coxas dela. “E o que você vê agora?”, sussurrei. Ela inclinou a cabeça, um sorriso brincando nos lábios. “Que eu estava certa.” O olhar dela me prendeu enquanto ela colocava lentamente a mão dela sobre a minha. Os dedos dela estavam quentes, e ela apertou de leve. “Já te observei tantas vezes”, ela disse baixinho, “quando você sai do banho de manhã, só com aquela toalha. Como seus músculos se movem. Como seu pau se marca debaixo do pano.” O olhar dela desceu para minha virilha, onde meu pau pressionava a calça. “Quer ver ele?”, perguntei, minha voz rouca.
O Primeiro Toque
O beijo veio surpreendentemente suave, mas eu queria mais. Os lábios dela eram macios e quentes, gostavam de vinho e algo doce. Ela passou a ponta da língua no meu lábio inferior, e eu puxei ela para mais perto. Enterrei a mão no cabelo dela. Ela suspirou baixinho quando beijei o pescoço dela, o lugar atrás da orelha que a fazia tremer. “Eu quero você”, ela murmurou contra minha bochecha. A mão dela subiu pela minha coxa, apertou. Eu senti o aperto firme dela através do tecido, bem ao lado do meu pau. “Então tira ele”, sussurrei. Os olhos dela se arregalaram, mas ela não hesitou. Os dedos dela encontraram meu zíper, puxaram devagar. O som foi alto no silêncio do quarto. Ela enfiou a mão na minha cueca, os dedos se fecharam em volta do meu pau, que estava duro e quente na mão dela. “Meu Deus”, ela exalou, “você é enorme.” Ela passou o polegar sobre a glande, que já estava úmida do meu desejo. “Quero sentir ele dentro de mim”, ela disse, a voz quase um sussurro.
Nos levantamos sem nos soltar. As mãos dela deslizaram por baixo da minha camisa, os dedos frios na minha pele. Desabotoei a blusa dela, deixei cair, e fiquei maravilhado com os peitos dela. Firmes, com mamilos escuros que se eriçaram sob meu olhar. Me curvei, peguei um mamilo na boca e chupei com força. Ela gemeu, arqueou as costas. “Sim, mais forte”, ela ofegou. A mão dela ainda apertava meu pau, puxou ele completamente para fora da calça. O ar frio atingiu minha glande molhada, e eu me encolhi. Ela deu um passo para trás, me soltou, e pegou no cinto dela. “Me ajuda”, ela disse, e eu estava lá na hora. Meus dedos tremeram quando desabotoei a calça jeans dela, puxei o zíper para baixo. O tecido deslizou pelos quadris dela, e por baixo apareceu a calcinha dela — um pedaço fino de tecido preto que mal escondia alguma coisa. Eu podia ver o contorno escuro dos lábios da boceta dela através do tecido, a umidade que já tinha atravessado. “Você já está molhada”, eu disse, minha voz rouca. Ela sorriu, desceu a mão e passou os dedos sobre a calcinha. “Por você. Estou molhada a noite toda. Desde que você me olhou enquanto cozinhávamos, quando as cebolas fizeram seus olhos lacrimejarem.”
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