Suas pontas dos dedos traçam um rastro ardente sobre a coxa dela, penetrando o tecido vermelho-escuro que brilha na luz trêmula da lareira. Júlia afunda mais nos almofadões de couro, sua respiração prende quando o calor dele atravessa o pano. Tomás sente como, sob seus dedos, os poros da pele dela se abrem, como os músculos da coxa dela cedem. Ela encara as chamas, mas um sorriso trêmulo brinca em seus lábios.

O Toque
“Você está tremendo”, sussurra ele, rouco, embora a própria voz dele soe áspera. As chamas dançam sombras nas paredes, e Júlia vira a cabeça para ele. Suas pupilas estão dilatadas, negras como a noite além das janelas. “Não é de frio”, murmura ela, colocando a mão sobre a dele e empurrando-a suavemente para cima. Tomás explora a curva da coxa dela, o tendão firme por baixo. Seus dedos deslizam sobre o tecido da saia dela, sentindo o calor que irradia da pele dela. Ele se inclina para frente, seus lábios tocam o ombro dela, ali onde o decote largo do pulôver dela expõe a pele. O aroma dela sobe à cabeça dele: fumaça de lenha, um perfume pesado, algo doce por baixo que o deixa bêbado. A ponta da língua dele passa sobre o ombro dela, um traço úmido e quente que a faz estremecer. Júlia vira a cabeça, oferecendo o pescoço a ele. Ele aceita a oferta, chupa suavemente a pele dela enquanto a mão dele continua a vagar.
Os dedos dele sobem mais, sobre o tecido da saia dela que se ajusta aos quadris dela. Júlia fecha os olhos, concentrando-se inteiramente na sensação do toque dele. Ela sente cada dedo individualmente, acariciando suavemente a coxa dela, e um arrepio percorre suas costas. “Eu gosto de como você me toca”, murmura ela, a voz quase inaudível. Tomás sorri, seus lábios demoram-se no ombro dela. “Eu gosto de como você se sente”, retribui ele, a mão deslizando mais para dentro até sentir o calor entre as pernas dela. Seus dedos pressionam suavemente o tecido, sentindo a curva macia da boceta dela. Júlia aperta levemente as coxas, mas não para afastá-lo, e sim para aproveitar a pressão. “Você me enlouquece”, ofega ela, virando a cabeça para procurar a boca dele. O beijo começa suave, um jogo tateante de lábios, depois se torna mais exigente. A língua de Júlia encontra a dele, uma dança úmida e quente que tira o fôlego dela. A mão de Tomás deixa a coxa dela, desliza até o pescoço dela, onde ele sente o pulso que acelera sob seu toque. Ele sente o coração dela bater, rápido e forte, e sabe que ela está tão excitada quanto ele. A mão dele volta, desliza por baixo da saia dela, acaricia a coxa dela, mais alto, até sentir o calor úmido entre as pernas dela. Ele pressiona mais forte, esfrega sobre o tecido, e Júlia geme baixinho na boca dele. “Sim”, sussurra ela contra os lábios dele. “Bem aí.”
Despir
Júlia agarra a barra da camisa dele, puxa-o para perto. O tecido roça o peito dele enquanto ela abre os botões – um por um, devagar, como se saboreasse cada momento. Os dedos dela tocam a pele dele, acariciam os pelos leves no peito dele. Tomás ajoelha-se diante dela, empurra o pulôver sobre a cabeça dela. Os braços dela se erguem para encontrá-lo, e agora ela está só de sutiã, a pele dourada na luz do fogo. Ele desliza as alças dos ombros dela, e ela não faz menção de impedi-lo. O sutiã cai, liberando os seios dela: pesados, quentes, os mamilos já duros e eretos, como se a desejassem. A boca dele encontra um, chupa suavemente, enquanto a mão dele segura o outro. A língua dele circula a ponta dura, chupa, lambe até brilhar de umidade. Júlia geme baixinho, os dedos dela se enterram no cabelo dele. Ela sente a língua dele circular o mamilo dela, chupar suavemente, e uma onda quente de prazer a inunda. “Tomás”, sussurra ela, o quadril se erguendo involuntariamente. A respiração dela acelera, os seios sobem e descem sob a boca dele. Ele muda para o outro seio, dedicando-lhe a mesma atenção, enquanto a mão dele desliza pelas costas dela e abre o fecho do sutiã dela. Júlia respira fundo quando a pressão cessa, e Tomás tira o sutiã completamente, joga-o de lado. As mãos dele envolvem os seios dela, massageiam-nos suavemente, os polegares acariciam as pontas duras. Júlia recosta-se nos almofadões, aproveitando a sensação da pele quente dele sobre a dela. Ela abre ligeiramente as pernas, uma oferta silenciosa.
Ele beija lentamente para baixo, sobre a barriga dela, até a cintura da calça. A ponta da língua dele traça um rastro úmido sobre a pele dela. Júlia ajuda-o a abrir o botão, e ele puxa o zíper. O tecido da calça dela se abre, e ele o empurra sobre os quadris dela, tirando a calça. Ela ergue o quadril, e ele puxa a peça sobre as pernas dela, joga-a no chão. Agora ela está só de calcinha de renda preta diante dele, as pernas ligeiramente abertas. A mancha úmida no tecido revela a excitação dela. Tomás faz uma pausa, observando-a na luz trêmula. A pele dela brilha, a barriga dela sobe e desce rapidamente. “Você é linda”, diz ele baixinho, e Júlia sorri, estende a mão para ele. “Vem cá”, ordena ela, e ele obedece. Ele se inclina sobre ela, beija a barriga dela, os quadris dela, ao longo da linha da calcinha dela. Os dedos dele deslizam sobre o tecido, sentindo o calor e a umidade por baixo. Ele pressiona suavemente, esfrega sobre a fenda dela, e Júlia geme. “Por favor”, sussurra ela. “Tira ela.”
As Preliminares
Ela desliza para trás no sofá e puxa-o consigo. Tomás ajoelha-se sobre ela, passa as mãos sobre a barriga dela, abre o botão da calça dela. Júlia ergue o quadril, ajuda-o a passar o tecido sobre os quadris dela. Renda preta aparece, uma tira estreita que mal cobre algo. Ele se inclina mais, beija o umbigo dela, ao longo da linha da calcinha. Ela estremece sob a boca dele, as pernas se abrem mais. Ele empurra o tecido para o lado e mergulha na umidade dela. Ela está pronta – tão molhada que os dedos dele deslizam sem esforço sobre os lábios dela. A boceta dela está quente e escorregadia, os lábios inchados de desejo. Ele circula o clitóris dela com a ponta da língua, devagar, depois mais rápido, até Júlia erguer os quadris e um primeiro tremor percorrer o corpo dela. Ele lambe ela, chupa a pérola dura, mergulha na fenda úmida dela, prova a excitação doce dela. “Não… ainda não”, ofega ela, a mão dela se fecha em torno do pulso dele. Ela quer senti-lo, por inteiro. Tomás entende, retira os dedos e se inclina sobre ela, beija-a profundamente. A língua dele encontra a dela, e enquanto se beijam, ele tira a calcinha dela. Júlia ajuda-o, desliza para fora do tecido, e agora está nua diante dele. O corpo dela está aberto, as pernas dela escancaradas.
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