O riso dela cortou o barulho do bar como uma faca, e eu soube: eu ia foder essa mulher. Hoje, três meses depois, ela está na minha frente no nosso estúdio — um quarto de couro preto e luz suave, que existe só para as nossas fantasias mais safadas.

“Você está pronta?”, eu pergunto, enquanto meu pau já lateja duro dentro da minha calça. Eu sei a resposta, mas o ritual exige a pergunta. Ela acena, o olhar firme, mas o lábio inferior treme quase imperceptivelmente. Esse tremor eu amo — é a rachadura na fachada dela, por onde a verdadeira entrega escorre.
A Preparação
Eu a conduzo até o centro da sala. Do teto, pende uma viga de madeira maciça, com duas tiras de couro e mosquetões. “Tira a roupa!” Minha voz é baixa, mas carrega toda a minha ganância. Ela obedece sem hesitar: o vestido preto cai, depois o sutiã e a calcinha. A pele dela brilha na luz das velas, arrepios cobrem seus braços. Nua, ela está, mas não vulnerável — forte na sua entrega. Eu vejo os peitos firmes dela, os mamilos morenos que já se endurecem, e entre as pernas, a sombra escura da boceta dela, que já parece molhada.
Eu vou por trás dela, coloco as mãos nos quadris dela. O calor dela flui para as minhas palmas. “Levanta os braços”, sussurro. Ela obedece, e eu fecho as algemas em volta dos pulsos dela. O clique dos mosquetões soa como uma promessa. Ela está fixada, não pode recuar — mas ela quer exatamente estar aqui, amarrada e pronta para ser fodida por mim.
Eu dou um passo para trás e a observo. As tiras estão ajustadas para que os braços dela fiquem ligeiramente acima da cabeça, os peitos esticados, a coluna ereta. Ela fica na ponta dos pés — uma estátua de tensão e expectativa. A bunda dela se projeta perfeitamente, as nádegas firmes e redondas, a fenda convidativa. “Diz a sua palavra.”
“Amaranto”, ela sussurra. A palavra de segurança dela, um nome para algo imperecível. Eu aceno. “E se você disser, eu paro na hora. Você sabe disso.” Ela acena. “Sim, eu sei.” Mas ela não vai dizer — não hoje, não quando eu a pegar de verdade.
O Primeiro Toque
Na mesa, há uma coleção de ferramentas: um chicote de couro fino, um flogger largo com franjas macias, pinças, um vidro de óleo essencial. Eu escolho o flogger, deixo as franjas deslizarem pela minha palma — macias, mas cheias de promessas.
Eu fico ao lado dela e passo as franjas pelo ombro dela. Ela não estremece, mas as pupilas dela se dilatam. Devagar, eu desço as franjas pelas costas dela, entre as omoplatas, ao longo da coluna, até as nádegas dela. A pele dela reage a cada toque, cada pelo parece se eriçar. Eu sinto a boceta dela ficar ainda mais molhada — ela mal pode esperar.
“Você está linda assim”, eu digo. “Bem calma, toda comigo.” Eu levanto o flogger e deixo ele cair com um assobio baixo na nádega esquerda dela. Um baque surdo — a pele dela fica vermelha. Ela inspira fundo, mas o corpo dela fica quieto. Um segundo golpe acerta o outro lado — ela estremece, os peitos balançam. Um terceiro golpe a leva mais perto da beira — os quadris dela empurram levemente para trás, um pedido inconsciente.
Eu mudo o ritmo: golpes mais rápidos, depois mais lentos. As franjas deixam listras vermelhas na pele pálida dela, a cor da entrega. Ela faz um som, um gemido meio abafado que morre na garganta. “Você pode fazer barulho”, eu digo. “Eu quero ouvir. Quero ouvir o quanto você fica com tesão quando eu te trabalho.”
A Intensidade Aumenta
Eu deixo o flogger de lado e pego a vara. Ela é fina e flexível, um instrumento de precisão. Eu toco o mamilo dela com ela, que endurece na hora. Uma pressão leve, um círculo — ela ofega. “Por favor, mais”, sussurra. Eu sorrio. “Ainda não.” Eu passo a vara pela barriga dela, pela parte interna das coxas, perto da fenda molhada dela. Eu posso ver como a boceta dela já está escorrendo — os lábios brilham, o tesão escorre pelas pernas dela.
Eu deixo a vara tocar o clitóris dela — só a ponta, um golpe leve como uma pena. O corpo dela se arqueia, um grito escapa. “Sim!”, ela grita. “Por favor, mais disso!” Eu dou mais. Eu bato uma linha precisa sobre os lábios da boceta dela, direto na boceta molhada e safada dela. Ela estremece, geme alto. Eu bato de novo, mais forte — o clitóris dela fica vermelho, a boceta dela se abre como uma flor. Cada golpe parece levá-la mais alto. A respiração dela fica superficial, a pélvis dela faz círculos contra as algemas. Ela está completa neste momento, nesta entrega, na ganância dela.
A Submissão
Eu solto as algemas das mãos dela e a levo até um banquinho de couro baixo. “Senta!”, eu digo. Ela senta, as pernas abertas, os joelhos separados. Eu posso ver direto na boceta molhada dela — os lábios estão inchados, o clitóris pulsa, tudo brilha de excitação. Eu me ajoelho na frente dela, pego o rosto dela nas minhas mãos. “Me olha!”, eu ordeno. Os olhos dela estão escuros de desejo, as pupilas dilatadas. “Você é minha neste momento. Tudo o que você sente vem através de mim. Você confia em mim?”
“Sim”, ela diz, a voz firme. “Eu confio em você.”
Eu beijo ela — não suave, mas exigente e duro. Minha língua invade a boca dela enquanto minhas mãos encontram os peitos dela. Os mamilos dela estão duros como pedrinhas, eu amasso eles com movimentos firmes e circulares, aperto os peitos dela juntos e esfrego as pontas duras uma na outra. Ela geme na minha boca, as mãos dela agarram minha camisa, me puxam para mais perto. “Seu pau”, ela ofega. “Eu quero sentir seu pau.”
Eu me solto dos lábios dela e desço com beijos pelo pescoço dela, sobre a clavícula, até alcançar os peitos dela. Eu pego um mamilo entre os dentes, mordo de leve, e ela grita — um som entre dor e prazer. Eu chupo ele, chupo a ponta dura bem fundo na minha boca, enquanto torço e aperto o outro mamilo entre o polegar e o indicador. O corpo dela treme debaixo de mim, a pélvis dela se levanta em minha direção, a boceta dela busca meu toque.
“Eu quero te provar”, murmuro. Eu deslizo dos peitos dela para baixo, sobre a barriga, até que meu rosto está entre as pernas dela. O cheiro da excitação dela é intenso, salgado e doce ao mesmo tempo — o perfume mais safado do mundo. Eu lambo devagar sobre os lábios da boceta dela, os separo com a língua, e mergulho no calor dela. O suco dela escorre na minha boca, quente e rico. Ela geme alto, a pélvis dela empurra contra meu rosto. Eu pego o clitóris dela na boca e chupo suavemente, enquanto minha língua esfrega em movimentos circulares sobre o ponto mais sensível.
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