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A última noite de liberdade

Contos de Ménage · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Baunilha e madeira quente atingiram Simon quando ele abriu a porta do apartamento de Jana. Um perfume familiar, mas naquela noite tinha algo urgente, quase suplicante. Jana estava no corredor, seu vestido de veludo vermelho-escuro esticado sobre os quadris, e seus olhos brilhavam com uma mistura de excitação e nervosismo. Atrás dela, na sala de estar, ele ouviu tilintar de copos e risadas baixas – Lena já estava lá.

“Você chegou cedo”, disse Jana, aproximando-se para pressionar um beijo em sua bochecha. Seus lábios eram macios, mas o beijo foi fugaz, como se ela já estivesse em outro lugar. “Lena trouxe champanhe. Queríamos conversar um pouco antes dos outros chegarem.”

Simon assentiu, tirou o casaco. Conhecia Lena há anos, desde que ela estudava com Jana. Uma mulher de voz rouca e uma risada que preenchia salas. Hoje ela usava uma blusa de renda preta, decotada, e jeans justos. Quando o viu, ergueu o copo.

“Simon! Que bom que você veio. Precisamos de um ponto de vista masculino para os jogos de hoje à noite.”

Ele riu e se deixou cair no sofá. Jana sentou-se ao lado dele, sua mão encontrou sua coxa – um toque leve, mais uma promessa do que carinho. “Pensei que despedidas de solteira fossem livres de homens”, disse ele.

“Não esta”, disse Lena, servindo-lhe um copo. “Decidimos que você é o convidado de honra. Afinal, você vai se casar com nossa Jana em duas semanas.”

Simon bebeu um gole de champanhe, as bolhas fazendo cócegas em sua língua. Ele olhou de uma mulher para a outra. Jana era loira, com traços suaves e um sorriso que ainda o fazia prender a respiração quando ela o usava direito. Lena era o completo oposto – morena, com maçãs do rosto afiadas e um olhar que parecia exigir. Juntas, formavam uma imagem que o deixava estranhamente inquieto.

O jogo começa

“Então”, começou Lena, colocando o copo de lado, “temos uma pequena tradição para noites como esta. Um jogo para quebrar o gelo.” Ela tirou um cartão da bolsa, com perguntas escritas. “Verdade ou desafio, mas com um toque especial. Todos têm que responder à pergunta ou cumprir a tarefa, e os outros podem fazer perguntas.”

Jana riu baixinho e se encostou em Simon. “Estou pronta.”

Simon hesitou. Não era fã desses jogos, mas o jeito que Lena o olhava – desafiadora e curiosa – não lhe deixou escolha. “Ok, manda ver.”

Lena puxou o primeiro cartão. “Jana: Qual é a coisa mais pervertida que você já fez?”

Jana riu e ficou vermelha. “Ah, isso é fácil. Ano passado, na festa da empresa, me diverti com um colega no banheiro enquanto meu chefe me chamava lá fora.”

Simon ergueu uma sobrancelha. Nunca tinha ouvido falar disso. Jana olhou para ele, sua mão subiu mais em sua perna. “Foi antes de estarmos juntos. Não há motivo para ciúmes.”

“Claro que não”, disse ele, mas uma leve pontada de algo que não conseguia nomear o atravessou.

Lena puxou o próximo cartão. “Simon: Qual é a sua fantasia mais secreta?”

Ele engoliu em seco. O champanhe o deixava corajoso, mas a pergunta o pegou desprevenido. Olhou para Jana, que o encarava com expectativa, e depois para Lena, que mal continha um sorriso. “Não tenho fantasias especiais”, mentiu.

“Mentiroso”, disse Lena suavemente. “Todo mundo tem. Vamos, estamos entre amigos.”

Jana apertou sua coxa. “Conta logo. Estou curiosa.”

Simon respirou fundo. “Ok. Às vezes imagino nós três juntos. Eu e duas mulheres.” Ele disse baixo, e imediatamente se arrependeu. O silêncio que se seguiu foi pesado.

Então Lena riu, uma risada profunda e gutural. “Interessante. E você já pensou em quem poderia ser a segunda mulher?”

Antes que ele pudesse responder, Jana se levantou e o puxou para cima. “Vem, vamos para o quarto. O jogo acabou aqui.”

Simon a seguiu, confuso, mas quando viu o olhar de Lena o seguindo, soube que a noite ainda não tinha acabado.

O convite

No quarto, apenas uma vela queimava na cômoda, sua luz vacilante projetando sombras nas paredes. O cheiro de baunilha e madeira quente era ainda mais intenso ali, misturado com um toque de almíscar que dilatou as narinas de Simon. Jana se virou para ele, suas mãos deslizando por baixo de sua camisa. Ela a puxou sobre a cabeça dele, e seus dedos acariciaram seu peito enquanto o olhava. “Você me surpreendeu”, sussurrou. “Não sabia que você tinha essas fantasias.”

“É só uma fantasia”, disse ele, mas sua voz saiu rouca. “Não queria te magoar.”

“Você não me magoou”, disse ela, pressionando-se contra ele. Seus seios se apertaram contra a pele nua dele, e ele sentiu seus mamilos duros através do tecido fino do vestido. “Acho excitante. Mas quero que você seja honesto. Você realmente faria isso? Com outra mulher e eu?”

Simon sentiu seu coração acelerar. As mãos de Jana trabalhavam em seu cinto, e ele a ajudou a abrir a calça. Seu pau já estava duro, pressionando contra o tecido da cueca. “Não sei”, disse ele. “É complicado.”

“Nada é complicado se fizermos juntos”, disse uma voz da porta. Lena estava ali, a blusa de renda preta caída sobre um ombro, seus seios quase nus. Seus mamilos eram escuros e duros, e ela não usava nada por baixo da blusa. “Ouvi o que você disse, Simon. E estou pronta se você estiver.”

Jana se virou, mas não pareceu surpresa. Em vez disso, sorriu, um sorriso cheio de antecipação e escuridão. “Lena e eu conversamos antes”, disse ela. “Pensamos que poderia ser uma boa lembrança para minha última noite de solteira. O que você acha?”

Simon ficou parado, meio nu, entre duas mulheres que o olhavam como se ele fosse a resposta para uma pergunta que elas já haviam feito há muito tempo. O cheiro de baunilha estava mais forte agora, misturado com o perfume das mulheres e o almíscar de sua própria excitação. “Não sei se consigo”, disse ele, mas suas mãos tremiam de desejo, e seu pau estava duro como pedra, a ponta já úmida.

Lena se aproximou, seus dedos roçaram seu braço. “Você não precisa conseguir nada. Só sentir. Se deixe levar.” Ela o beijou – um beijo quente e exigente – sua língua encontrou a boca dele, e ela tinha gosto de champanhe e desejo. Jana se pressionou contra ele por trás, suas mãos deslizaram para dentro de sua cueca e envolveram seu pau duro.

Simon gemeu na boca de Lena enquanto os dedos de Jana envolviam seu eixo e deslizavam lentamente para cima e para baixo. A sensação de sua pele macia

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