L Lorotica O portal erótico multilíngue

A Cor do Desejo

Contos de Caso · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Quando entrei na galeria, o cheiro de terebintina e jasmim pairava no ar — não o aroma adocicado de sprays baratos, mas a resina verdadeira, misturada com a fumaça de incensos e a umidade fresca do prédio antigo. Na verdade, odeio vernissages: aqueles sorrisos forçados, o tilintar de taças de champanhe, os elogios vazios. Mas Marlene tinha implorado para eu acompanhá-la nesta exposição. O sobrinho dela, o pintor. A grande chance. Eu era apenas o apêndice, a esposa obediente fazendo seu papel.

Meu marido tinha ficado em casa, mergulhado em seus papéis. “Não tenho cabeça para isso”, ele disse, dando-me um beijo rápido na testa. Eu concordei com a cabeça. Era mais fácil não insistir. O casamento com Thomas era como um rio calmo — constante, previsível, sem redemoinhos. Ele era um bom homem. Confiável. Mas às vezes, em noites silenciosas, eu me perguntava se algum dia sentiria de novo aquela batida selvagem no coração que me lembrava da minha própria vitalidade.

Eu me esgueirava entre os convidados, com um sorriso fixo no rosto que não alcançava meus olhos. As pinturas nas paredes eram grandes, abstratas, em tons terrosos. Não eram ruins, mas me deixavam fria. Procurava Marlene quando de repente parei. Um homem estava diante de um dos quadros, de costas para mim. Seus ombros, o jeito como inclinava levemente a cabeça, as mãos largas segurando uma taça de champanhe — meu coração deu uma batida falha. Eu conhecia aquela postura. A tinha amado anos atrás.

“Lena?”, ele disse, sem se virar. Sua voz mal tinha mudado, talvez mais grave, mais rouca. Engoli seco. “Jakob.”

Ele se virou. E ali estava ele, meu amigo de juventude, o homem que havia ido para a Austrália dez anos antes, sem uma palavra. Seu rosto era marcado por linhas finas, a pele curtida pelo sol. Os olhos cinzentos ainda eram tão penetrantes quanto eu lembrava. Só que agora eles sabiam algo que eu desconhecia.

“Você está incrível”, ele disse, e eu senti os anos entre nós derreterem. Seu olhar percorreu meu rosto, demorou-se nos meus lábios, e eu me senti nua, embora estivesse usando um vestido preto simples. “Senti sua falta”, acrescentou baixinho, só para mim.

Eu sabia que precisava dizer algo. Perguntar por Marlene, conversar educadamente, depois ir embora. Em vez disso, fiquei parada, os pés como pregados no chão, deixando-o me olhar. Minha pulsação batia no meu pescoço, nos meus pulsos, entre minhas pernas. Eu senti minha boceta ficar molhada, só pelo olhar dele, uma pulsação quente se espalhando pelo meu ventre.

“Eu também”, ouvi-me dizer. As palavras saíram baixas, mas claras. Era a verdade.

Ele sorriu, e aquele sorriso abriu uma porta em mim que eu achava há muito fechada. “Estou na cidade só por algumas semanas. Moro num apartamento pequeno lá em cima, sublocado. Um ateliê. Quer ver?”

A pergunta pairou entre nós, carregada de possibilidades não ditas. Olhei em volta: Marlene não estava à vista, os convidados voavam como mariposas em volta dos quadros. Ninguém nos notava. “Sim”, eu disse. “Agora.”

Ele pegou minha mão, e seus dedos se fecharam firmes em volta dos meus. Saímos por uma porta lateral, subindo uma escada estreita. Os degraus rangiam sob nossos passos. O cheiro de terebintina ficou mais forte, misturado com outra coisa — tinta, tela, e o aroma almiscarado do corpo dele. O apartamento era um único cômodo grande: uma cama no canto, cavaletes, quadros por toda parte, tubos de tinta, panos. A janela estava escancarada, o ar fresco da noite entrava e fazia as cortinas ondularem.

Assim que a porta se fechou, ele se virou para mim. Suas mãos pousaram nos meus ombros, e ele me olhou como se estudasse uma pintura que quisesse criar. “Pensei muito em você”, ele disse. “Na sua pele, na sua boca. Em como você ri. E em como você geme quando eu te fodo.”

Não consegui responder. Minha respiração era superficial. A última frase dele me atingiu como um golpe, direto na minha boceta, que agora estava encharcada. Ele passou o polegar sobre minha clavícula, e sob seu toque, meu corpo inteiro se abriu, como se só tivesse esperado por isso. “Me beija”, sussurrei. “E depois me fode. Com força.”

Seus lábios encontraram os meus, e foi como voltar para casa. O beijo dele era exigente, mas não rude. Tinha gosto de champanhe e sal e algo escuro que não conseguia nomear. Me deixei cair, minhas mãos agarraram sua camisa, puxando o tecido, querendo senti-lo. Ele riu baixinho contra minha boca, soltou meus dedos e abriu lentamente os botões. Seu corpo era quente sob minhas mãos, a pele lisa, os músculos firmes. Deixei minhas palmas deslizarem sobre seu peito, sobre os pelos leves, descendo até sua barriga, onde a pele era ainda mais macia. Meus dedos vagaram mais para baixo, sobre o cós da calça dele, e senti seu pau, duro e grosso, através do tecido.

“Você é tão safada”, ele murmurou contra minha boca. “Tão maldita safada. Quero te foder até você gritar.”

Ele empurrou as alças do meu vestido para baixo dos meus ombros. O tecido deslizou sobre meus seios, e eu fiquei diante dele, só de calcinha fina. Meus seios eram firmes, os mamilos duros e eriçados, e ele os encarou como se fossem obras de arte. Ele deu um passo para trás para me olhar. “Você é mais bonita do que na minha memória”, ele disse. A voz dele estava rouca. “Vira.”

Obedeci. Virei-me lentamente, oferecendo-lhe minhas costas, minha bunda, que era carnuda e redonda na calcinha justa. Ouvi ele prender a respiração. Seus dedos percorreram minhas costas, descendo a curva da minha cintura, traçando um caminho que queimava. Então ele se ajoelhou atrás de mim, e seus lábios tocaram o lugar bem acima da minha bunda. Um beijo, depois outro, sua língua desenhando círculos na minha pele. Eu gemi baixinho, recostando-me contra ele, sentindo sua dureza através da calça contra minha nádega. Seu pau pressionava minha fenda da bunda, e eu me apertei contra ele, querendo sentir mais.

“Vem cá”, ele disse, levantando-se e me levando até a cama. Era só um colchão fino no chão, mas estava coberto com lençóis brancos. Ele me deitou ali, com cuidado, como se eu fosse preciosa. Então se ajoelhou ao meu lado, os olhos escuros de desejo. Ele se inclinou e pegou meu mamilo na boca. Arqueei as costas quando sua língua circulou em volta dele, ora suave, ora com pressão firme. Seus dentes mordiscaram levemente, e um arrepio percorreu meu corpo, direto para minha boceta, que agora estava pingando.

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi