„Só consegui um quarto“, diz Jonas, erguendo a chave. Seu sorriso é torto, quase de desculpa, mas seus olhos percorrem meu corpo, grudam nas curvas sob minha camiseta.

Lena está encostada na recepção do motel, a mochila ainda nas costas. Lá fora, o crepúsculo tingiu o céu de um laranja profundo, as árvores na beira da estrada projetam sombras longas. Ela sente que o último posto de gasolina ficou para trás há uma eternidade, e suas pernas estão pesadas depois de seis horas no banco do carona. Mas não é isso que ela pensa. O que ela pensa é: Agora ele vai me foder. Agora o pau duro dele vai estar dentro de mim.
„Um quarto?“, ela repete, sentindo o coração pular uma batida. „Com uma cama?“ A boceta dela já se contrai, um calor úmido se espalha.
„Sim, com uma cama. Desculpa. Devia ter reservado antes.“ Ele coça a nuca, um gesto que ela aprendeu a amar nos últimos três dias dessa viagem. Envergonhado, mas de alguma forma sincero. E com tesão. Porra, com muito tesão, do jeito que ele está ali, ombros largos, as mãos que vão estar em todo lugar.
Ela encolhe os ombros. „Ok.“ Nada mais. É absurdo, mas ela está com tesão demais para procurar outro motel. E sinceramente? Uma parte dela quer isso. Quer a proximidade, quer o pau dele, quer essa noite.
O quarto é pequeno, o papel de parede azul claro com um padrão que lembra os anos setenta amarelados. A cama domina o espaço, um colchão largo com uma colcha bege. Jonas coloca a mochila dela ao lado da dele e se deixa cair na borda da cama. As molas gemem. Eu encaro a virilha dele, o volume na calça jeans. Duro. Ele já está duro.
„Posso dormir no chão“, ele oferece, mas a voz não soa convincente. Ele me quer. Ele quer estar dentro de mim.
„Besteira“, diz Lena, sentando-se ao lado dele. O colchão cede, os ombros deles quase se tocam. Ela sente o cheiro do desodorante dele, uma nota fresca misturada com o cheiro de gasolina e asfalto. E por baixo: o cheiro com tesão dele, que sobe direto no nariz dela. „Somos velhos o suficiente para dividir uma cama sem esperar nada.“ Ela mente. Ela espera tudo.
Ele olha para ela, os olhos escuros na luz fraca do abajur da mesa de cabeceira. „Tem certeza?“ A voz dele está rouca, cheia de desejo.
„Sim.“ Mas o pulso dela dispara, e ela sente o calor que emana do corpo dele, mesmo através dos poucos centímetros de ar. A boceta dela já está molhada, a calcinha gruda nos lábios da vagina.
Eles se trocam, constrangidos no banheiro. Lena veste uma camiseta fina e uma short de pijama, enquanto ele espera lá fora. Ela tira a calcinha – está encharcada, uma mancha molhada testemunha o tesão dela. Ela deixa a calcinha no banheiro, volta nua por baixo do tecido fino. Quando volta, ele já está na cama, o lençol puxado até o peito, o olhar fixo no teto. Mas ela vê: a mão dele, que se esfrega no pau por baixo do lençol. Ele já está se preparando para ela.
Ela rasteja para debaixo das cobertas do lado dela, a distância entre eles é de uma boa palma de mão. O cheiro de sexo já está no ar.
A luz se apaga. Silêncio. Apenas o zumbido baixo do ar-condicionado e a própria respiração dela, que parece mais alta que o normal. E a respiração dele, pesada, irregular.
„Lena?“ A voz dele é um sussurro no escuro.
„Sim?“ O coração dela bate forte. Ela sabe o que vem. Ela quer.
„Obrigado. Por hoje. Por tudo. Pela viagem, por dividir, pela confiança.“ A mão dele tateia até ela debaixo das cobertas. Ela sente os dedos dele, que acariciam o quadril dela, deslizam por baixo da camiseta dela.
„De nada, Jonas. É bom estar com você.“ Ela se vira, a mão dele agora está na barriga nua dela. Sem calcinha. Ele sente na hora.
„Você não está de calcinha“, ele sussurra, a voz cheia de surpresa e tesão.
„Achei que você gostava do acesso direto“, ela sussurra de volta. A mão dele desce mais, passa pelos pelos pubianos dela, encontra a fenda molhada. Os dedos dele deslizam sobre os lábios molhados da vagina dela, e ela geme baixinho.
„Você já está toda molhada“, ele diz, a voz agora rouca. „Tão com tesão, Lena? Tão com tesão por mim?“
„Sim“, ela ofega. „Eu quero o seu pau. Quero sentir ele fundo dentro de mim.“
Ele a vira de costas e se inclina sobre ela. Os lábios dele encontram os dela, o beijo é selvagem, ganancioso. A língua dele invade a boca dela, enquanto os dedos continuam explorando a boceta dela. Ele circula o clitóris dela, e ela estremece, uma onda de umidade escorre pelas coxas dela.
„Tão molhada“, ele murmura contra a boca dela. „Porra, tão molhada. Quero te lamber.“
„Sim, me lambe“, ela implora. „Lambe a minha boceta, deixa ela molhada para o seu pau.“
Ele desce, empurra a camiseta dela para cima e mergulha a cabeça entre as pernas dela. A língua dele encontra a fenda dela, sobe de baixo para cima, recolhendo a umidade dela. Lena geme alto, as mãos dela se enterram no cabelo dele, ela pressiona o rosto dele contra a boceta dela.
„Ai, sim, bem aí“, ela ofega. „Lambe a minha boceta gostosa, me deixa pronta.“
A língua dele circula o clitóris dela, rápido, exigente, enquanto um dedo penetra nela. Ela sente ele dentro dela, sente ele esticando ela, sente a boceta dela se contraindo em volta do dedo dele. Um segundo dedo se junta, e ela geme mais alto, os quadris dela se levantam contra o rosto dele.
„Eu vou gozar“, ela grita de repente. „Eu vou gozar, Jonas!“ Um orgasmo a inunda, a boceta dela pulsa em volta dos dedos dele, o corpo dela treme. Ela sente ele lambendo a umidade dela, aproveitando cada gota.
„Gostoso“, ele diz, quando se endireita. O pau dele está ereto, a glande brilhando úmida na luz fraca. „Agora quero estar dentro de você.“
Ele se posiciona sobre ela, a glande pressiona contra a abertura molhada dela. Ela sente ele, o calor, a dureza. Ele desliza para dentro devagar, milímetro por milímetro, a boceta dela se estica em volta da grossura dele.
„Porra“, ele geme. „Você é tão apertada. Tão apertada e quente pra caralho.“
Ela sente cada centímetro, enquanto ele desliza para dentro dela, as paredes dela o agarram. Quando ele está totalmente dentro dela, ele fica parado, a testa dele encostada na dela, a respiração pesada.
„Se mexe“, ela sussurra. „Me fode, Jonas. Com força.“
Ele começa a bombar, devagar no começo, depois mais rápido. Cada estocada o leva mais fundo, a boceta dela suga o pau dele. Ela sente as bolas dele batendo contra o períneo dela, sente a pélvis dele batendo nela.
„Sim, assim mesmo“, ela ofega. „Me fode assim, me faz de puta sua.“
Ele geme, as estocadas ficam mais fortes, mais descontroladas. „Você é tão gostosa, Lena. Sua boceta é tão gostosa pra caralho. Eu quero gozar dentro de você.“
„Goza“, ela grita. „Go
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