Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. +18.

A cabana alpina estava como um segredo à beira do vale, cercada por abetos e pinheiros que estendiam seus galhos como braços naturais ao seu redor. Era um lugar onde o tempo parecia parar, onde as memórias do passado ainda estavam vivas. Para Lena, uma galerista no início dos cinquenta, esse lugar significava um retorno ao passado, a uma época em que sua arte ainda era guiada pela paixão e não pelo comércio. Ela viera para se reencontrar, para deixar de lado por um momento o papel dominante que desempenhava em sua profissão e se entregar àquilo que realmente desejava. Ao entrar na cabana, ela sentiu sua boceta ficar molhada – um calor familiar que se espalhava entre suas pernas. Mal podia esperar que Julian chegasse e finalmente aliviasse essa maldita tensão.
A porta da cabana rangeu quando ela girou a chave. Lá dentro, encontrou tudo exatamente como lembrava – a decoração rústica, as grandes janelas por onde entrava a luz do fim da tarde, e a lareira que ainda exalava o cheiro da última fogueira. Ela largou a bolsa e foi até a janela que dava para o vale. A paisagem era de tirar o fôlego, as montanhas se erguiam como gigantes da terra, e o vale se estendia como uma fita verde abaixo. Ela pensou nele, em Julian, o artista que conhecera muitos anos antes, quando sua galeria começava a estabelecer o nome dele. Ele tinha vinte e poucos anos na época, ela trinta e poucos. A relação deles fora apaixonada e selvagem, mas também marcada por uma intensidade que quase os destruiu. Eles se separaram, cada um seguiu seu caminho, mas a memória daquele tempo, daquele amor selvagem e indomável, nunca desapareceu por completo. Seus dedos deslizaram inconscientemente sobre a saia, acariciando o tecido que cobria sua boceta quente e pulsante. Ela não conseguiu se conter, um gemido baixo escapou enquanto pensava em como ele a fodia naquela época – com força, profundidade, sem piedade.
Foi por acaso que ela o reencontrou, numa vernissage em Viena. Ele estava na casa dos trinta, sua arte havia evoluído, ficado mais madura e complexa. Ela o encarou enquanto ele estava lá, seus olhos ainda com aquela intensidade que tanto a atraíra. Eles conversaram, sobre arte, sobre a vida, e de repente estava de volta – aquela eletricidade no ar, aquela tensão invisível que ambos percebiam. Ele perguntou se ela queria ir com ele para Salzburg, para aquela cabana alpina onde ele trabalhava. Ela hesitou, mas então aceitou. Sabia que era uma segunda chance, uma oportunidade de fazer as coisas direito, de corrigir os erros do passado. E então ela estava ali, naquela cabana, onde os dois escreveram uma história que nunca terminou de verdade.
A noite já tinha caído quando Julian chegou. Estacionou o carro em frente à cabana e desceu, seus olhos procurando por ela. Ela estava na janela, viu ele chegar, e por um momento seus olhares se encontraram. Ele sorriu, e ela sorriu de volta, enquanto um arrepio quente percorria suas costas. A porta se abriu, e ele entrou, envolvendo-a com os braços, seus lábios buscando os dela. Eles se beijaram devagar, hesitantes, como se ambos não soubessem se realmente queriam aquilo, mas seus corpos diziam outra coisa. Diziam que precisavam, que tinham que fazer. Lena sentiu as mãos dele deslizarem por suas costas, empurrando o tecido da blusa para cima até tocarem sua pele nua. Ela tremeu quando os dedos dele se prenderam no sutiã e o abriram, libertando seus peitos pesados. Ela gemeu baixo quando ele pegou seus mamilos endurecidos entre o polegar e o indicador e puxou suavemente. “Você está tão gostosa, Lena”, sussurrou ele, rouco, em seu ouvido. “Senti sua falta, porra.”
Eles foram para o sofá, sentaram-se, e Julian começou a acariciar seus cabelos, suave, carinhoso. Lena fechou os olhos, se entregou, deixou ele dominar, como fazia antigamente. Ele sempre fora quem segurava as rédeas, quem sabia o que ela precisava, como precisava. “Tira a roupa”, ordenou baixo, mas com uma autoridade que não admitia réplica. Ela obedeceu, desabotoou lentamente a blusa, deixou-a escorregar dos ombros, depois abriu o zíper da saia e a deixou cair no chão. Ela ficou diante dele, só de sutiã e uma calcinha fina que mal conseguia esconder sua boceta molhada. Julian sorriu ao ver o tecido escurecido de umidade. “Você já está molhada, né? Mal pode esperar pra ser fodida.” Lena assentiu, os olhos vidrados de desejo. “Sim, Julian, quero seu pau. Quero senti-lo bem fundo em mim.”
Ele se levantou e tirou a camisa, revelando o torso musculoso que ela conhecia tão bem. A calça jeans veio em seguida, e então ele estava diante dela, nu, seu pau ereto e duro saindo dos pelos pubianos. Era longo, grosso, a glande brilhava úmida na luz fraca da cabana. Lena caiu de joelhos, suas mãos envolveram o fuste, os dedos se fechando ao redor. Ela se inclinou e levou a glande à boca, lambendo o líquido que se acumulava ali. Julian gemeu alto, suas mãos agarraram seus cabelos e a empurraram para mais fundo. “Isso, engole tudo, sua putinha”, murmurou ele, enquanto ela empurrava o pau até o fundo da garganta. Ela engasgou, mas amava aquela sensação de tê-lo tão fundo, seu cheiro, seu gosto. Ela o chupou avidamente, a língua brincando com a glande enquanto a mão trabalhava o resto do fuste. Julian empurrava ritmicamente dentro de sua boca, cada vez mais fundo, cada vez mais forte, até ela mal conseguir respirar.
“Para”, ele ofegou finalmente, “senão eu gozo cedo demais.” Ele tirou o pau da boca dela, um fio fino de saliva ainda o ligava aos lábios dela. Lena sorriu, limpou a boca e se levantou. Julian a virou, empurrou-a sobre o encosto do sofá, os braços dela se apoiando nele. Ele arrancou a calcinha dela, revelando sua boceta molhada e pronta. Os lábios vaginais estavam inchados, a fenda brilhava de umidade. Julian se inclinou e lambeu uma vez toda a extensão da fenda, uma lambida profunda e sensual que fez Lena gemer. “Você tem um gosto delicioso”, murmurou, então se ergueu e posicionou a ponta do pau na entrada dela. “Pronta?”
“Sim, Julian, me fode, com força e profundidade”, ela suplicou, a voz rouca de desejo. Ele empurrou
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