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Chuva de verão sobre a varanda

Contos de Voyeurismo · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Ele se debruçou sobre o corrimão da varanda no quarto andar, as mãos firmes em volta do metal frio. O ar era ameno, quase morno, e trazia até ele o perfume de chuva de verão e asfalto molhado. Seu pau já estava duro, uma pulsação urgente em sua calça, enquanto pensava em Lena. Atrás dele, dentro do quarto, ele ouvia o leve sussurro do chuveiro. A água caía sobre a pele nua dela, e ele imaginava vividamente: as gotas escorrendo sobre os seios cheios e redondos, sobre os mamilos duros e rosados, descendo pelo ventre liso até o triângulo escuro e úmido entre as coxas. A boceta dela, pensou ele, como ela se lavava agora, como seus dedos deslizavam sobre os lábios, talvez até mais fundo, em sua fenda úmida. O pensamento o fez respirar mais fundo, seu pau pulsou na calça, um aperto no baixo-ventre que o excitava quase dolorosamente. Quando a porta do banheiro se abriu, ele se virou.

Ela estava na moldura da porta, nua exceto por uma camisola de seda finíssima que mal cobria os seios. O cabelo molhado colava em mechas escuras e pesadas nos ombros, e algumas gotas ainda perolavam na pele, brilhando como pequenos diamantes na luz fraca do quarto. Os seios dela eram cheios e firmes, os mamilos já duros, marcando-se claramente sob o tecido sedoso. “Gostou?”, perguntou ela, a voz um sussurro aveludado. Ela girou lentamente, um convite, um desafio. A camisola balançava levemente, revelando alternadamente os mamilos, duros e pontiagudos, e a curva suave e redonda da bunda. Ela sabia exatamente o que fazia, como o incendiada. Seu sorriso era ciente, provocador. Eu quero te foder, pensou ele, aqui, agora, nesta varanda, enquanto a cidade inteira pode nos ver.

“Vem cá”, disse ele, a voz mais grave que o normal, uma ordem que pairou no ar. Ela pisou na varanda, o ar frio da noite a envolvendo imediatamente. Os mamilos ficaram ainda mais duros sob o tecido fino, quase dolorosamente, um arrepio visível percorrendo seu corpo. Ele colocou as mãos nos quadris dela, o calor da pele atravessando o tecido fino, e a puxou para perto. O tecido de seda era liso e frio sob seus dedos, mas por baixo ela ardia. O calor dela atravessava suas roupas, o corpo dela se pressionando contra o dele. “Tive uma ideia”, sussurrou ele, a boca perto da orelha dela, a respiração quente. “Vamos ficar aqui.”

Ela franziu a testa por um instante. “Aqui? Na varanda? Mas lá embaixo…” Ela apontou para a rua, onde pessoas passavam, para as janelas dos quartos de hotel em frente, algumas bem iluminadas. Um casal passeava de braços dados, e lá do outro lado, no terceiro andar, uma silhueta indistinta se movia atrás de uma cortina. A voz dela tremia, uma mistura de vergonha e excitação pura.

“Exatamente por isso”, disse ele, a voz um sussurro rouco. “Imagina se eles nos veem. Um casal desconhecido ao longe, se amando. Eles não vão reconhecer exatamente quem somos, mas vão sentir. Talvez eles mesmos fiquem excitados ao nos ver, e depois, em suas próprias camas, pensem em nós enquanto se masturbam.” A mão dele deslizou mais para baixo, sobre a curva suave do ventre dela, e ele sentiu ela tremer.

Um tremor percorreu o corpo dela, mas não era o frio. A boceta dela ardia, uma pulsação úmida e urgente entre as coxas. “Você quer que alguém nos assista?”, perguntou ela, a voz sem fôlego, o peito subindo e descendo mais rápido. Os mamilos se marcavam claramente, quase dolorosamente, sob a camisola. “Você quer que vejam minha buceta molhada? Que vejam você me fodendo?”

“Quero que você sinta os olhares deles sobre você”, disse ele, enquanto as mãos deslizavam sob a fina camisola de seda, sobre a curva suave do ventre, a pele lisa e quente dos quadris. Os dedos acariciaram a cova macia acima do púbis, e ela suspirou baixinho, um som que o levou ainda mais fundo. “Quero ver como isso te excita, como você se abre enquanto estranhos assistem. Quero que você goze enquanto eles te encaram e imaginam seu gosto, o quão apertada sua buceta é.”

Ela não respondeu, mas o corpo dela respondeu por ela. Ela se pressionou contra ele, o quadril buscando o dele, e ele sentiu o calor que emanava dela, mesmo através do tecido da calça. O púbis dela roçava contra o pau duro dele, uma promessa, um convite. Ele empurrou o tecido fino para baixo dos ombros dela, deixando-o cair descuidadamente. A camisola afundou numa poça cintilante de seda, e agora ela estava completamente nua na varanda, envolta apenas pela escuridão e pelas luzes distantes. O corpo dela era desenhado na meia-sombra: as curvas dos seios, a linha suave da cintura, o triângulo escuro e úmido entre as coxas. A boceta dela já estava molhada, um brilho úmido nas coxas internas. Ela parecia brilhar, um presente para a noite, uma oferenda para os olhares dos estranhos.

“Vira”, ordenou ele baixinho. Ela obedeceu, apoiando as mãos no corrimão, as costas numa curva suave e convidativa que se transformava na perfeita redondeza da bunda. A bunda dela era firme e redonda, um convite, duas metades perfeitas que se ofereciam a ele. O metal era frio sob as palmas das mãos dela, um contraste agudo com o calor que subia dentro dela. A boceta dela agora estava completamente exposta, os lábios inchados e úmidos, uma fenda escura e molhada esperando para ser preenchida. Ele se aproximou por trás, as mãos deslizando dos quadris para os seios, envolvendo-os, enquanto a boca beijava o pescoço dela. Ele provou a salinidade da pele, o doce perfume do xampu, misturado ao cheiro almiscarado e pesado da excitação dela. Os mamilos estavam duros como pedra sob os dedos, e ele beliscou-os suavemente, fazendo-a gemer. Ela suspirou, arqueando-se contra ele, pressionando-se em suas mãos.

Lá embaixo, na rua, um grupo ria. Vozes ecoavam para cima, indistintas, mas próximas o suficiente para completar o jogo com o perigo. Eles não sabiam que eram parte de um teatro erótico. Talvez, pensou ele, um deles olhasse para cima por acaso e os visse, duas figuras nuas entrelaçadas. Talvez parasse por um momento, sentisse um aperto no baixo-ventre, e se perguntasse como seria ser aquele homem. Talvez depois fodesse a esposa pensando na boceta molhada de Lena. O pensamento o excitou ainda mais, o deixou mais duro, o pau pulsando contra o tecido da calça.

A mão dele vagou mais para baixo, entre as coxas dela, que ela abriu de bom grado. Ela já estava úmida, não, ela estava

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