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Aposta Quente no Banho a Vapor

Contos de Ménage · aprox. 7 min de leitura · Maiores de 18

Tim coloca a colher de pau sobre as pedras incandescentes, e o vapor sibila como uma criatura viva. O calor penetra seus pulmões, queima a cada respiração, enquanto ele se senta no banco de madeira. Na frente, Sarah, sua namorada, está reclinada com os olhos fechados, os cílios úmidos e grudados. Ao lado dela, Lena, a conhecida em comum que as convidou para as termas hoje — seu corpo se tensiona sob a pele molhada. O olhar de Tim percorre o corpo de Lena, demora-se em seus seios, que se desenham sob o tecido fino do biquíni. Seus mamilos estão duros, botões pontiagudos que pressionam contra o material molhado. Ele sente o pau começar a pulsar sob a toalha, um puxão familiar na virilha.

— Mais uma rodada? — pergunta Lena, derramando mais água. O vapor fica mais denso, ondula em volta de seus corpos como um véu de desejo. A pele de Tim formiga, cada pelo se eriça. Sarah abre os olhos e sorri, uma promessa cintilante. A mão dela encontra a coxa dele, os dedos sobem, aproximam-se da virilha. Ele fica mais duro, o pau se ergue, um volume visível sob a toalha.

— Se você tiver coragem de levar a aposta até o fim — diz ela para Lena. O desafio paira no ar, pesado e quente como o ar: quem sair da sauna primeiro perde. Lena aumentou a aposta — o perdedor deve fazer tudo o que os outros dois pedirem por uma noite. Nada é tabu. O coração de Tim dispara, sua respiração fica superficial. Ele imagina o que faria com Lena — deitá-la no banco, abrir suas pernas e enfiar o pau fundo na boceta molhada dela.

— Eu tenho coragem — responde Lena, inclinando a cabeça para trás. O pescoço dela brilha de suor, uma faixa molhada que escorre pela garganta. Tim observa uma gota rastejar sobre a clavícula dela e desaparecer no decote do biquíni — direto entre os seios. A mão de Sarah encontra a coxa dele, aperta de leve, as pontas dos dedos cravam-se na carne. Um sinal silencioso. Os dois estão curiosos, até gananciosos, para ver aonde isso vai levar. Tim sente os dedos de Sarah se aproximarem da virilha dele, acariciando o volume sob a toalha. O pau dele contrai, uma gota de pré-gozo se forma na ponta.

Os minutos se esticam como chiclete ao sol. Tim sente o pulso na têmpora, um ritmo martelante. O peito de Lena sobe e desce num ritmo constante, cada respiração um convite. Os mamilos dela se destacam sob o tecido molhado — duros, eriçados, inconfundíveis. Os dedos de Sarah sobem mais, acariciam a coxa dele, aproximam-se da virilha. Ele fica duro sob a toalha, um desejo pulsante que não dá para esconder. O pau dele está rijo, a glande pulsa contra o pano. Ele consegue sentir o cheiro da excitação dela, adocicado e úmido, que se mistura ao vapor.

— Não aguento muito mais — confessa Sarah. A voz dela está rouca, áspera de calor e excitação. A mão dela envolve o pau dele através da toalha, aperta de leve. Ele geme baixinho, a pélvis contrai involuntariamente.

— Então desiste — diz Lena, sem abrir os olhos. Um sorriso brinca nos lábios dela. A mão dela desce entre as pernas, massageia a boceta através do tecido molhado. Tim vê os dedos dela se moverem, ouve um gemido baixo.

Sarah morde o lábio, chupa-o. — Mais cinco minutos. — Os dedos dela cravam-se na coxa dele, as unhas deixam marcas vermelhas. Ele sente como a mão dela está úmida, como treme de excitação.

Tim respira superficialmente, em arfadas. A excitação se mistura ao calor, um coquetel que o entorpece. A autoconfiança de Lena o excita — ela é diferente de Sarah, mais aberta, mais exigente, uma felina em forma humana. Sarah, por outro lado, é a confidente que ele ama, o calor que o ampara. Mas é justamente o jogo com o limite, o experimento compartilhado, que o excita até a medula. O pau dele pulsa, cada batida do coração um golpe na glande.

Finalmente, Lena se levanta. — Desisto. Está quente demais aqui dentro. — A voz dela treme levemente, um triunfo para Sarah. Ela aperta a toalha em volta do corpo, mas não antes de Tim vislumbrar a boceta molhada dela, os pelos escuros que se desenham sob o tecido.

Sarah vibra baixinho e puxa Tim atrás de si para fora da sauna. No corredor fresco, eles cambaleiam até a sala de descanso, o ar corta os pulmões. Lena os segue, enrola-se numa toalha de banho que envolve folgadamente seus quadris. O pau de Tim ainda está duro, a ponta úmida de pré-gozo. Ele mal consegue pensar com clareza, o corpo inteiro é um único desejo.

— Então, o que devo fazer? — pergunta ela, sentando-se na maca. As pernas são longas e bronzeadas, os músculos se destacam. A toalha está frouxa em volta dos quadris, uma fenda estreita mostra a pele. Ela abre ligeiramente as pernas, e Tim pode ver o começo dos lábios da boceta dela, úmidos e rosados.

Sarah olha para Tim. — Você decide. Foi sua ideia a aposta. — A mão dela envolve o pau dele através da toalha, aperta firme.

Tim engole em seco. A boca está seca. — Quero que a gente tire toda a roupa e se massageie mutuamente. — A voz dele está rouca, áspera de desejo.

Lena ri, um som profundo e gutural. — Isso é inofensivo. Pensei que me desafiaria a mais. — Ela se recosta, a toalha escorrega, revela um mamilo, duro e eriçado.

— Isso é só o começo — diz Tim. A tensão entre eles crepita, um fio elétrico que pode romper a qualquer momento. Nenhuma borboleta, nenhum tempo parado. Apenas pele nua e desejo, cru e sem filtro. Ele consegue sentir o cheiro da boceta dela, que se mistura ao cloro e ao suor.

Eles se despem. Sarah hesita por um instante, os dedos brincam com o tecido, então deixa a toalha cair. Os seios dela são firmes, os mamilos duros como pedrinhas. A boceta dela está molhada, os lábios inchados, uma gota de umidade escorre pela coxa. Lena se desenrola lentamente da toalha, como se quisesse saborear cada movimento. O corpo dela é mais magro, mais musculoso, cada músculo definido. Uma faixa estreita de pelos pubianos entre as pernas, escura e úmida. A boceta dela é depilada, os lábios claramente visíveis, rosados e brilhantes.

— Deite-se — diz Tim para Lena. A voz dele está rouca. Ela obedece, vira-se de bruços, o bumbum se eleva ligeiramente. A fenda entre as nádegas está úmida, a pele macia e rosada. Sarah e Tim espalham óleo nas mãos, o deslize escorregadio na pele. Tim começa pelos ombros de Lena, os dedos pressionam os músculos tensos. Sarah massageia as panturrilhas dela, sobe. Os músculos de Lena relaxam sob as mãos deles, um gemido baixo escapa.

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