L Lorotica O portal erótico multilíngue

Um último clique

Contos de Longa Distância · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

“Você parece diferente”, ele sussurra, e sinto o calor subir às minhas bochechas — um vermelho ardente que se espalha até a raiz do meu cabelo. A tela brilha, a voz dele arranha levemente, rouca pelo cansaço ou por algo mais sombrio que paira no ar entre nós. Eu me reclino, o teclado sob meus dedos frio e duro como uma promessa. Meu coração martela contra meu peito, e entre minhas pernas já sinto aquela primeira umidade quente se espalhando, só por ouvir a voz dele.

“Diferente? Como assim?” Minha voz sai mais rouca do que eu queria — um sussurro gutural que pede por mais. Lukas ri baixinho, um som profundo e vibrante que penetra pelos fones diretamente em mim, se instalando no meu ventre. É uma risada que faz minha pele formigar e meus mamilos endurecerem, antes mesmo de eu ver qualquer coisa.

“Assim… mais aberta. Pronta.” Ele inclina a cabeça, e o olhar dele fica mais pesado, mais escuro — e de repente eu sei que esta chamada será diferente de todas as outras. Nos conhecemos há meses, passamos noites escrevendo, circulando em nossas fantasias, mas nunca ousamos acender a faísca. Mas hoje algo é diferente. Talvez seja o jeito como ele tira a camiseta, antes mesmo de eu dizer algo — o tecido desliza pelos ombros dele, e vejo a linha dura dos músculos do peito se delineando na luz fraca da tela. A pele dele é lisa, levemente brilhante de suor, e posso ver as veias nos antebraços dele, que se destacam quando ele estica os braços.

O primeiro passo

“Lukas… o que você está fazendo?” Minha voz treme, e eu me odeio por isso, mas não consigo controlar. A visão do peito nu dele, daquela pele masculina e firme, fez algo comigo. Meus dedos se cravam no teclado, e sinto minha boceta já começando a pulsar, úmida e pronta, só de olhar.

Ele inclina a cabeça, a mão dele repousa sobre o peito nu, os nós dos dedos se erguendo contra a pele clara como um convite mudo. As pontas dos dedos dele acariciam os mamilos dele, que se eriçam sob o toque, pequenos pontos duros que eu queria lamber com minha língua. “Quero te ver. Ver de verdade.” O sorriso dele é suave, mas os olhos queimam com uma intensidade que me faz tremer até a medula. “Você tem medo?”

“Não tenho medo.” Não estou mentindo, mas hesito. A câmera me captura de cima, meu cabelo cai no meu rosto, uma cortina atrás da qual eu poderia me esconder. “Só não sei até onde devemos ir.” Na verdade, eu sei exatamente. Quero tudo. Quero as mãos dele na minha pele, o pau dele dentro de mim, os gemidos dele nos meus ouvidos. Mas não ouso dizer.

“Até onde você quiser.” A mão dele desce mais, desliza sobre a linha dura do esterno, para no abdômen liso — cada músculo se delineia sob a pele. Os dedos dele tateiam mais para baixo, acariciam a borda da cueca boxer, e vejo o volume que se forma ali, uma promessa dura e urgente. “Quero te sentir. Mesmo que não possa te tocar.”

A última palavra paira entre nós, pesada e carregada como uma corrente elétrica. Eu levanto o queixo, respiro fundo e pego a barra do meu moletom. O tecido roça meus seios, e vejo o olhar dele se afiar, as pupilas se dilatarem. Na telinha, a respiração dele fica mais superficial, um silvo baixo que me atravessa. O moletom voa para o lado, e eu fico ali, vestindo apenas um sutiã fino que mal cobre meus seios. Meus mamilos se marcam através do tecido, duros e exigentes, e vejo ele morder o lábio.

O jogo dos olhares

“Continua”, ele diz, e não é mais uma pergunta — uma ordem que nasce no fundo da garganta dele. Eu mordo o lábio, solto o fecho do sutiã, deixo as alças deslizarem pelos ombros. O frio do ar na minha pele me faz tremer, os mamilos se contraem em pontas duras. Meus seios caem livres, cheios e pesados, e vejo o olhar dele se cravar neles. Os dedos dele estão em movimento agora, traçando um padrão no peito dele que eu quero imitar — movimentos lentos e circulares que me enlouquecem. A mão dele desce mais, por baixo da borda da cueca, e ouço um som baixo e úmido quando ele se segura.

“Você é linda”, ele murmura. “Imaginei isso tantas vezes — como você seria quando se mostrasse para mim. Seus seios, esses seios perfeitos e redondos com os mamilos duros. Quero lamber, morder, até você gritar.”

“Lukas…” Coloco a mão no meu peito, aperto levemente, e um gemido baixo escapa de mim — um som que ecoa no silêncio do quarto. Acaricio meu mamilo, esfrego entre o polegar e o indicador até ele ficar duro como uma pedrinha. O olhar dele fica escuro, quase ganancioso, e sinto a umidade crescer entre minhas pernas. Minha calça de moletom fica molhada, uma mancha escura se espalha no tecido, e sei que ele pode ver.

“Faz para mim. Mostra como você se toca.”

As palavras me atingem fundo, me fazem tremer. Fecho os olhos e deixo os dedos circularem a ponta dura, devagar, enquanto imagino que a mão dele está ali — a mão quente e exigente dele. O silvo baixo da respiração dele através dos fones me impulsiona, um ritmo que me hipnotiza. Aperto meu peito, moldo-o como uma concha, e passo a língua na ponta do meu próprio dedo antes de umedecer o mamilo com ele. A visão deve estar enlouquecendo ele, porque ouço o gemido dele ficar mais alto, um som profundo e vibrante. A outra mão desce, por baixo da borda da minha calça, sente a própria umidade que se acumula ali — quente e escorregadia sob meus dedos. Meus lábios vaginais já estão inchados, úmidos e abertos, e passo os dedos pela minha fenda, deixo-os deslizar pela lubrificação que se acumula ali.

A escalada

“Quero te sentir dentro de mim”, eu forcejo, abro os olhos e vejo ele se inclinar para a câmera. A parte inferior do corpo dele está nua agora, o pênis ereto, a ponta brilhando úmida na luz. Ele tirou a cueca, e o pau dele se ergue duro do colo, longo e grosso, a glande vermelho-púrpura de excitação. Uma gotinha de líquido claro peroliza na ponta, e ele a espalha com o polegar, distribuindo sobre toda a glande. Ele se segura, os movimentos ainda lentos, quase saboreando.

Gefällt dir die Geschichte? Teile sie 🔥

X Reddit Telegram WhatsApp Tumblr kopiert ✓
Avaliar: Seja o primeiro

Vozes da comunidade

Ainda sem vozes — seja a primeira a dizer o que a excitou.

Sem registo, sem e-mail — só o seu pseudónimo.

Apenas para adultos

Este site contém conteúdo sensual e erótico destinado exclusivamente a maiores de idade.

Ao entrar, confirmo:

Sou menor de idade — sair

A confirmação é guardada num cookie por 30 dias e pode ser revogada apagando o cookie. Não substitui software técnico de proteção de menores (§ 11 (1) JMStV); o seu uso é fortemente recomendado.

Susi · KI-Komplizin (Avatar: AI-generiert via Pollinations.ai Flux, CC0-Stil)Escreva com Susi