“Você disse que só voltaria na semana que vem.” Minha voz sai rouca quando abro a porta e o vejo parado na luz do corredor. Sua mochila está pendurada em um ombro, seu sorriso torto e um pouco culpado. Meu coração bate forte contra minhas costelas. Três meses. Três meses sem nos vermos, apenas os pixels piscando em nossas telas, sua voz no meu ouvido quando eu estava na cama à noite imaginando que ele estava ao meu lado. E agora ele está aqui, real, com aqueles olhos calorosos que ainda me olham como no primeiro dia. Minha boceta começa a pulsar imediatamente, um desejo familiar e ardente que se espalha entre minhas pernas.

“Não consegui esperar mais”, ele diz. “As reuniões terminaram mais cedo. Peguei o próximo voo.” Seu olhar percorre meu corpo, e sinto meus mamilos endurecerem sob o tecido fino da minha camiseta.
“Entra.” Eu me afasto, e quando ele passa por mim, seu braço roça o meu. Um pequeno arrepio, sem clichê, mas um formigamento real que agita minha pele. Ele cheira a avião e café, mas por baixo disso, cheira a ele, aquele cheiro que eu pensei ter esquecido, mas que imediatamente desperta mil memórias. Entre minhas pernas, já começa a ficar úmido, uma onda quente e ansiante que se espalha pela minha boceta. Minha calcinha já gruda nos meus lábios, uma sensação molhada e pegajosa que me enlouquece.
“Senti tanto sua falta”, ele diz baixinho. Sua mão encontra a minha, puxando-me suavemente para o corredor do apartamento. A porta se fecha — um clique suave que exclui o mundo lá fora. Ficamos de frente um para o outro, a apenas alguns centímetros de distância. Vejo as linhas finas ao redor de seus olhos, o cansaço, mas também o desejo. Seu polegar acaricia minhas costas da mão, desenhando círculos lentamente, enquanto seu olhar busca o meu. Meus mamilos endurecem sob o tecido fino da minha camiseta, e sinto minha boceta ficar ainda mais molhada, uma sensação quente e pegajosa que se acumula na minha calcinha e ameaça vazar.
“Eu também”, sussurro. Não consigo dizer mais nada. As palavras são pequenas demais para o que está explodindo dentro de mim. Meu corpo inteiro é um único desejo pulsante por ele.
Ele se aproxima. Sua mão livre pousa no meu quadril, puxando-me suavemente para perto. Sinto o calor do seu corpo através do tecido fino da minha camiseta. Eu tinha esquecido como isso era — a mera presença de outra pessoa, o peso da mão dele na minha pele. Sua boca se aproxima da minha, e por uma batida de coração ele hesita. Então ele me beija. Não tempestuosamente, não avidamente, mas explorando, como se quisesse ter certeza de que estou realmente aqui. Seus lábios são macios, um pouco secos pela longa viagem, mas têm gosto de chiclete e uma doçura que não consigo nomear. Corresponde ao beijo, primeiro hesitantemente, depois mais exigente. Minhas mãos deslizam para sua nuca, sentindo os cabelos curtos que crescem ali. Sinto seu pau duro pressionando minha coxa, um volume em sua calça que me deixa ainda mais molhada.
O beijo se aprofunda. Sua língua encontra a minha, e é como se nunca tivesse havido uma pausa. Nós nos conhecemos, lembramos do ritmo um do outro. Ele geme baixinho quando beijo seu maxilar, e aquele som — aquele ruído profundo e gutural — envia uma corrente quente por todo o meu corpo. Minhas mãos vagam por seus ombros, sentindo a musculatura dura sob a camisa. Começo a abrir os botões, um por um, enquanto ele beija meu pescoço, o lugar onde o pulso bate descontroladamente. Sua língua deixa um rastro úmido que me faz tremer. Meus dedos tremem quando abro o último botão e empurro a camisa para baixo de seus ombros. Seu peito está nu, quente e firme sob minhas mãos, e não consigo resistir a deixar meus dedos deslizarem pelos pelos finos em seu peito.
“Quero sentir você”, ele murmura contra minha pele. “Cada centímetro.” Sua voz está grave e rouca de desejo.
Sua mão sobe do meu quadril para cima, por baixo da minha camiseta. Seus dedos estão frios na minha pele quente, mas deixam um rastro que queima. Ele acaricia minha barriga, minhas costelas, e para logo abaixo do meu seio. Seu polegar desenha círculos no ponto sensível, e eu seguro a respiração. Seus dedos brincam com a borda do meu sutiã, e eu levanto os braços para que ele possa puxar a camiseta por cima da minha cabeça. Por um momento, fico na frente dele, apenas de sutiã de renda preta, e saboreio seu olhar. Ele está me devorando com os olhos, seus olhos demorando-se nos meus seios, na curva da minha cintura. Meus mamilos se destacam duros sob o tecido, e vejo seu pau endurecer dentro da calça, um volume evidente que pressiona o tecido. Quase posso sentir o calor que emana do seu pau duro.
“Você é tão linda”, ele diz. Sua voz está rouca, e sei que ele fala sério. Posso ver suas bolas inchando dentro da calça.
Suas mãos encontram o fecho do meu sutiã, e com uma habilidade que me surpreende, ele o abre. O sutiã cai no chão, e eu fico nua na frente dele, os seios livres, os mamilos duros por causa do ar frio e da excitação. Ele geme, inclina-se para frente, e sua boca envolve um dos meus mamilos. Sua língua é quente e molhada enquanto circula a ponta dura, chupando e mordiscando levemente. Uma onda de prazer me inunda, direto para minha boceta encharcada. Agarrei seus cabelos, segurando-o firme enquanto sua língua circula a ponta sensível, ora suave, ora exigente. Ele chupa, morde levemente, e eu tremo sob seus lábios. Meus joelhos ficam moles, e me apoio na parede para não cair. Sinto minha boceta pingando de tesão, uma onda quente escorrendo pelas minhas coxas.
Sua mão desce, sobre meu umbigo, até chegar ao elástico da minha calça de moletom. Ele enfia os dedos por baixo, sentindo primeiro o tecido da minha calcinha, depois a umidade que se acumula ali. Seus dedos deslizam sobre o tecido molhado, pressionando contra minha fenda molhada, e eu gemo alto. Ele brinca com minha fenda através da calcinha molhada, esfregando o tecido contra minha boceta encharcada. Posso ouvir meu mel se misturando com o tecido, um som de chupada que me deixa ainda mais com tesão.
“Você está molhada”, ele constata. “Bem carente, hein? Aposto que sua boceta já está pingando de tesão.” Seus dedos pressionam mais fundo, e sinto o tecido da minha calcinha sendo empurrado para dentro da minha fenda.
Bato de brincadeira no ombro dele. “Para de falar. Me fode logo.”
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