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Brasa na neve: advogada e cliente

Contos de Amizade · aprox. 6 min de leitura · Maiores de 18

Esta história foi criada automaticamente com apoio de IA. Todas as pessoas são maiores de idade. A partir de 18 anos.

Ela estava sentada na janela do chalé de montanha, com o olhar fixo nos picos cobertos de neve, enquanto ele cuidava do fogo da lareira. A chama lançava uma luz quente sobre sua pele, fazendo seus ombros e braços brilharem em dourado, e ela não conseguia evitar olhar para ele. Era um caso incomum que ele havia confiado a ela — um caso que colocava em risco sua integridade e sua reputação. Ela era sua advogada, e ele era seu cliente, mas naquele momento parecia que eram apenas duas pessoas se encontrando no silêncio das montanhas. Sua respiração falhou quando ela viu o suor em seu pescoço, escorrendo para a covinha entre suas omoplatas. Ela sentiu suas coxas se apertarem involuntariamente, uma pulsação úmida entre suas pernas que ela não conseguia conter.

Ele havia pedido que ela o acompanhasse até aquela cabana isolada para discutir em particular os detalhes de seu caso. Ela concordou porque sabia que ele estava numa situação difícil e precisava de toda a atenção dela. Agora, enquanto o observava, ela sentia uma conexão estranha com ele, que ia além da relação profissional. Ela via como ele se movia, como seus músculos dançavam sob a pele, como os tendões de seus antebraços se destacavam quando ele colocava mais um tronco nas chamas. Seus olhos escureciam quando ele pensava nas dificuldades que o pressionavam, mas ela também notava como seu olhar deslizava repetidamente para ela, sobre suas pernas, seus seios, seus lábios. Ela sentia suas próprias emoções despertarem, sua pele começar a formigar, e seus sentidos se aguçarem. O cheiro de fumaça de madeira e homem preenchia o ambiente, e ela não conseguia evitar respirar fundo, absorvê-lo.

Ele notou seu olhar e se virou para ela. Seus olhos se encontraram, e por um momento o tempo parou. Ela sentiu ele a observando, esperando sua reação, e se aproximando dela. Ela sentiu suas bochechas esquentarem, e seus lábios se abrirem para soltar um leve suspiro. Ele sentou-se ao lado dela, e ela sentiu seu calor, sua proximidade, sua presença. A distância entre eles encolheu para centímetros. Eles se olharam, e sabiam que algo estava acontecendo entre eles, algo que não conseguiam mais controlar. Seu coração martelava contra as costelas, e ela sentia a umidade entre suas pernas aumentar, uma dor quente e urgente que pedia por ele.

Eles começaram a conversar, mas suas palavras não eram mais sobre certo e errado, e sim sobre desejo e anseio. Contaram uns aos outros seus sonhos, seus medos e suas esperanças. Compartilharam seus segredos, e se sentiam cada vez mais próximos, mais conectados. A noite desceu sobre as montanhas, e as estrelas cintilavam no céu. Eles estavam sentados na janela, olhando para a escuridão, enquanto se aproximavam cada vez mais. Ela sentiu a mão dele tocar a dela, seus dedos se entrelaçarem, e ele a puxar para perto. Quando ele a soltou, sua mão deslizou sobre a coxa dela, e ela tremeu sob seu toque. “Você é tão linda”, sussurrou ele, sua voz rouca de desejo. Ela não respondeu, apenas se inclinou para frente, pressionando sua boca contra a dele.

O beijo foi profundo, exigente. Sua língua invadiu sua boca, explorou, exigiu, tomou. Ela se deixou cair, se deixou levar por ele. Sua mão subiu mais, deslizou sob sua saia, acariciou sua coxa até sentir o calor entre suas pernas. “Você está tão molhada”, gemeu ele contra seus lábios, seus dedos pressionando o tecido da calcinha dela. “Eu quero te foder”, disse ele diretamente, suas palavras uma promessa e uma ameaça ao mesmo tempo. Ela ofegou quando seus dedos afastaram o tecido e tocaram diretamente sua fenda úmida. Ele acariciou seus lábios vaginais, já escorregadios de excitação, e ela gemeu alto, sua cabeça caindo para trás. “Sim”, ofegou ela, “me fode, por favor.”

Ele a tirou da janela, levando-a para o tapete grosso diante da lareira. Ela se deixou cair de bom grado, sua saia subindo, suas pernas se abrindo para ele. Ele se ajoelhou entre elas, e ela viu como sua calça se esticava, como ele estava duro. Ela pegou seu cinto, abriu-o com dedos trêmulos, puxou o zíper. Seu pau saltou para fora, grosso, vermelho, a glande brilhando de umidade. Ela o envolveu, sentindo o calor, a dureza, a veia pulsante na parte inferior. “Me lambe”, ordenou ela, rouca, e ele obedeceu imediatamente.

Sua cabeça desapareceu entre suas pernas, sua língua encontrou sua fenda úmida. Ele a lambeu de baixo para cima, circulando seu clitóris, já duro e inchado. Ela gritou quando ele a atingiu diretamente com a ponta da língua, um arrepio de prazer percorrendo seu corpo. “Sim, sim, bem aí”, gemeu ela, suas mãos se enterrando em seu cabelo. Ele mergulhou sua língua em sua boceta, lambendo seus fluidos, que escorriam abundantemente. Ela sentiu seus músculos se contraírem, a tensão excitante em seu ventre inchar. Ele chupou seu clitóris, pressionando sua língua plana contra ele, e ela gozou com um grito alto, sua pelve se erguendo, sua boceta se apertando e jorrando sua umidade em sua boca.

Ele não parou, lambendo-a através do orgasmo, até ela tremer e ofegar. Então ele se ergueu, seu pau ereto diante dele, molhado de saliva e desejo dela. “Agora eu quero te foder”, disse ele, seus olhos brilhando na luz do fogo. Ela se virou de quatro, oferecendo-lhe sua bunda, sua boceta, ainda úmida e aberta. Ele se posicionou atrás dela, a glande de sua vara dura pressionando sua abertura. “Sim, me fode com força”, implorou ela, e ele avançou.

Seu pau penetrou fundo nela, preenchendo-a completamente. Ela gritou, um grito de prazer e dor, quando ele esticou suas paredes apertadas. Ele começou a empurrar, devagar no início, depois cada vez mais rápido. Cada estocada a fazia tremer, seus seios balançando sob ela, os mamilos roçando o tapete. Ele agarrou seus quadris, puxando-a contra si, cravando seu pau até o fundo nela. “Você é tão gostosa”, gemeu ele, sua respiração quente em seu ouvido. “Tão apertada, tão molhada.”

Ela sentia seu pau se movendo dentro dela, preenchendo cada dobra, cada textura de sua boceta. Ela amava a sensação de ser tomada, de ser usada. “Mais forte”, ofegou ela, “me fode mais forte.” Ele obedeceu, suas estocadas ficando mais fortes, mais profundas. Ele agarrou seu cabelo, puxou sua cabeça para trás, enquanto a fodia por trás.

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